O projeto Conexões pela Justiça, do CNJ, reúne tribunais em Sergipe para trocar práticas e implantar ações de acessibilidade, saúde ocupacional, prevenção ao assédio e fortalecimento do primeiro grau; prevê capacitação, comitês locais, indicadores e relatórios, além de recursos e protocolos padronizados para agilizar atendimentos, ampliar inclusão e garantir transparência e participação da sociedade.
Conexões CNJ aterrissa em Sergipe com a promessa de aproximar tribunais e fortalecer ações sobre acessibilidade, saúde e enfrentamento ao assédio. Quer saber como isso pode mudar o dia a dia do Judiciário local?
O que é o projeto Conexões pela Justiça
Conexões pela Justiça é um projeto do CNJ para integrar tribunais. Ele promove a troca de práticas e ações entre cortes estaduais e federais.
Objetivos do projeto
Unir tribunais para alinhar políticas e rotinas. Melhorar atendimento ao público e à parte técnica. Fortalecer a prevenção ao assédio e à discriminação.
Como funciona
Reuniões presenciais e virtuais reúnem comissões e comitês locais. Há oficinas, palestras e rodas de conversa. Equipes elaboram planos de ação com metas claras.
Quem participa
O CNJ coordena e convida tribunais estaduais e federais. Participam juízes, servidores, membros de comissões e representantes da sociedade. Órgãos como TRE e TRT também colaboram nas ações.
Principais temas
Acessibilidade e inclusão para pessoas com deficiência. Saúde e bem‑estar de magistrados e servidores. Prevenção e enfrentamento ao assédio moral e sexual. Priorização e aperfeiçoamento do primeiro grau de jurisdição.
Métodos e atividades
Compartilhamento de protocolos e boas práticas entre tribunais. Formação técnica e capacitação continuada. Criação de indicadores para acompanhar resultados locais.
Benefícios esperados
Maior integração entre unidades judiciárias. Processos administrativos mais eficientes e humanos. Atendimento mais acessível e seguro para o público.
Resultados práticos
Protocolos padronizados e fluxos aperfeiçoados. Redução de falhas administrativas e de acolhimento. Registros de ações e avaliações periódicas.
Transparência e governança
Planos com prazos e responsáveis definidos. Relatórios públicos e metas de acompanhamento. Comitês locais acompanham a execução no dia a dia.
Troca de experiências
Espaços para relatos de sucesso e desafios enfrentados. A prática de um tribunal pode virar política em outro. A troca ajuda a ajustar soluções conforme a realidade local.
Como as pessoas são ouvidas
Ouvidorias e canais internos registram demandas e sugestões. Consultas e pesquisas ajudam a definir prioridades. Participação da comunidade amplia legitimação das ações.
Impacto no primeiro grau
Medidas visam agilizar e fortalecer varas e fóruns. Resultado direto no atendimento inicial ao cidadão. Melhor organização local reduz retrabalhos e atrasos.
Monitoramento e avaliação
Indicadores mensais e relatórios trimestrais medem o avanço. Ajustes são feitos conforme os resultados apresentados. Avaliação contínua garante constante melhoria.
Como acompanhar
Informações e notícias são publicadas no site do CNJ. Tribunais locais divulgam ações e resultados à população. Participe das consultas e acompanhe os relatórios públicos.
Objetivos do Conexões pela Justiça
Conexões pela Justiça busca objetivos claros para melhorar serviços e gestão nos tribunais. O foco é praticar ações que tragam resultados visíveis à população.
Integração e troca de experiências
Reunir tribunais para compartilhar rotinas e soluções testadas. Isso evita retrabalho e repete práticas bem‑sucedidas. A troca ajuda a adaptar ações à realidade local.
Alinhamento de políticas e protocolos
Padronizar procedimentos facilita o trabalho cotidiano. Protocolos comuns reduzem dúvidas e agilizam atendimentos. Assim, a qualidade do serviço melhora para todos.
Fortalecimento da governança
Definir responsáveis e prazos deixa a gestão mais clara. Metas e indicadores tornam o acompanhamento objetivo. Comitês locais mantêm a execução sob controle.
Capacitação contínua
Oficinas e cursos qualificados preparam equipes para novos desafios. A formação prática amplia a eficiência no atendimento. Treinamentos também promovem maior integração entre unidades.
Acessibilidade e inclusão
Priorizar acesso para pessoas com deficiência é essencial. Ações incluem adaptações físicas e comunicação acessível. Isso garante atendimento digno e sem barreiras.
Saúde e bem‑estar
Medidas para proteger a saúde mental e física dos servidores. Programas de apoio e prevenção reduzem o adoecimento. Ambientes de trabalho mais saudáveis aumentam a produtividade.
Prevenção ao assédio
Políticas claras contra assédio moral e sexual protegem profissionais. Canais de denúncia confiáveis e sigilosos são parte da resposta. A cultura institucional precisa ser de respeito.
Priorização do primeiro grau
Dar atenção às varas e fóruns melhora o atendimento inicial. Ação direta no primeiro grau agiliza processos e reduz filas. Medidas práticas visam resolver problemas logo no início.
Monitoramento e avaliação
Indicadores mensais e relatórios mostram o avanço das ações. Avaliações frequentes permitem ajustes rápidos e eficientes. Transparência nos resultados cria confiança pública.
Participação e transparência
Ouvidorias e consultas garantem voz à sociedade. Publicar resultados aproxima tribunais da população. A participação fortalece a legitimidade das medidas.
Por que Sergipe foi escolhido como palco no Nordeste
Conexões pela Justiça escolheu Sergipe por motivos práticos e de articulação regional.
Localização e alcance
Sergipe tem posição estratégica no Nordeste e fácil acesso a outros estados.
Rede institucional ativa
Tribunais locais e regionais têm disposição para colaborar em ações conjuntas e práticas.
Experiências locais
Comissões e comitês já desenvolvem projetos de acessibilidade e saúde no trabalho.
Infraestrutura e logística
Sergipe oferece boa infraestrutura para eventos e reuniões com logística eficiente.
Foco em problemas regionais
O estado tem desafios típicos do Nordeste que precisam de soluções adaptadas localmente.
Visibilidade e impacto piloto
Projetos em Sergipe podem virar referência para outros tribunais do país.
Participação interinstitucional
A presença do TRE e do TRT amplia a troca entre diferentes órgãos e atores.
Compromisso local
As lideranças locais demonstram interesse em implementar ações e acompanhar os resultados.
O CNJ coordena e apoia as iniciativas para garantir continuidade e avaliação.
Abertura e autoridades presentes na reunião
Conexões pela Justiça teve abertura oficial com autoridades de diferentes instâncias do Judiciário.
Cerimônia de abertura
A cerimônia foi breve e marcou o início das atividades locais em Sergipe.
Autoridades presentes
Presidente do Tribunal de Justiça participou, reforçando compromisso com as ações propostas.
Corregedoria e ouvidoria marcaram presença para tratar de governança e transparência institucional.
Representantes do TRE e do TRT compareceram para ampliar diálogo interinstitucional regional.
Juízes de primeiro grau trouxeram demandas práticas sobre atendimento ao cidadão local.
Membros do CNJ coordenaram a agenda e explicaram próximos passos do projeto.
Discursos e mensagens
Discursos destacaram compromisso com acessibilidade, saúde e prevenção ao assédio institucional efetiva.
Interação com o público
Houve espaço para perguntas de servidores e representantes da sociedade civil organizada.
Registro e transparência
Atos foram registrados e disponibilizados para consulta pública no portal do CNJ.
Temas prioritários do projeto
Temas prioritários do projeto incluem acessibilidade, saúde, prevenção ao assédio e fortalecimento do primeiro grau.
Acessibilidade e inclusão
Adaptar espaços físicos e a comunicação para pessoas com deficiência é uma prioridade clara e urgente.
Sistemas, formulários e documentos também devem estar disponíveis em formatos digitais e alternativos.
Saúde e bem‑estar
Promover a saúde mental e física de magistrados e servidores é essencial para o trabalho.
Programas preventivos, apoio psicossocial e ações de qualidade de vida serão incentivados nas unidades.
Prevenção ao assédio
Criar e divulgar políticas claras contra assédio moral e sexual é medida necessária e prática.
Canais seguros de denúncia, proteção às vítimas e processos céleres ajudam a restaurar confiança.
Priorização do primeiro grau
Fortalecer varas e fóruns melhora o atendimento inicial e agiliza a solução de casos.
Medidas operacionais visam reduzir filas, diminuir retrabalho e acelerar a tramitação processual.
Monitoramento e indicadores
Definir indicadores e metas permite acompanhar avanços com clareza e responsabilidade local.
Relatórios periódicos e avaliações ajudam a ajustar ações conforme os resultados observados.
Participação e transparência
Ouvir servidores, magistrados e cidadãos ajuda a adequar medidas à realidade regional.
Transparência das ações e divulgação de resultados ampliam a confiança pública no projeto.
Política de prevenção ao assédio e à discriminação
Política de prevenção ao assédio e à discriminação protege pessoas e fortalece o ambiente de trabalho.
O que é assédio e discriminação
Assédio inclui comportamentos repetidos que humilham ou intimidam alguém no trabalho.
Assédio sexual envolve condutas de teor sexual sem consentimento da vítima.
Discriminação trata de tratamento desigual por raça, gênero, idade ou deficiência.
Canais de denúncia
Existem canais seguros e confidenciais para receber denúncias e relatos de abuso.
Ouvidoria e corregedoria são exemplos de canais que garantem anonimato quando necessário.
Proteção às vítimas
Medidas imediatas protegem a vítima, como afastamento do agressor e apoio psicológico.
Garantir sigilo reduz medo e estimula mais pessoas a denunciar problemas.
Investigação e responsabilização
Investigações precisam ser céleres, imparciais e baseadas em provas e depoimentos claros.
Sanções disciplinares e administrativas aplicam-se quando a conduta é comprovada.
Prevenção e formação
Treinamentos regulares ensinam o que é assédio e como agir diante dele.
Campanhas internas reforçam respeito, igualdade e convivência profissional saudável.
Indicadores e monitoramento
Indicadores acompanham denúncias, prazos de investigação e resultados das ações tomadas.
Relatórios periódicos ajudam a ajustar políticas e melhorar a prevenção continuamente.
Cultura institucional
Promover respeito no dia a dia reduz riscos e melhora o clima organizacional.
Líderes e gestores devem dar exemplo e aplicar as normas de forma clara.
Medidas para ampliar acessibilidade e inclusão
Medidas para ampliar acessibilidade e inclusão visam tornar tribunais mais acessíveis a todas as pessoas.
Adaptações físicas
Rampas, elevadores e banheiros acessíveis devem ser padrão em prédios judiciais públicos.
Sinalização visual e tátil ajuda ainda pessoas com baixa visão ou cegueira.
Comunicação acessível
Informações devem estar em linguagem simples e em formatos digitais alternativos, como áudio.
Sites e sistemas precisam seguir normas de acessibilidade digital, como WCAG 2.1.
Apoio e tecnologia assistiva
Fornecer leitores de tela e lupas eletrônicas para usuários com baixa visão é essencial.
Disponibilizar intérpretes de Libras em eventos presenciais, audiências e atendimentos rotineiros.
Formação e sensibilização
Treinar servidores sobre acessibilidade e inclusão melhora o atendimento diário e imediato.
Capacitação ensina respeito, linguagem adequada e práticas de atendimento humanizado diárias.
Políticas e orçamento
Criar políticas formais garante continuidade das ações de inclusão nos locais.
Alocar verba específica é necessário para adaptações e tecnologia assistiva constante.
Contratação inclusiva
Incentivar a contratação de pessoas com deficiência amplia a diversidade institucional e prática.
Monitoramento e indicadores
Definir indicadores mensuráveis e claros ajuda a acompanhar avanços e resultados locais.
Relatórios periódicos mostram progresso e orientam ajustes rápidos quando necessários.
Participação e consulta
Ouvidorias e consultas públicas permitem ouvir pessoas com deficiência e servidores locais.
Incluir representantes em comissões garante decisões mais adequadas e legítimas.
Acompanhamento local
Comitês locais devem coordenar execução e resolver problemas do dia a dia.
Capacitação contínua e orçamento garantem manutenção das ações implantadas ao longo do tempo.
Atenção à saúde e segurança de magistrados e servidores
Atenção à saúde e segurança de magistrados e servidores é prioridade do CNJ.
Programas preventivos
Implementar programas preventivos reduz afastamentos e melhora o clima no trabalho.
Exames periódicos, campanhas de vacinação e avaliações ergonômicas evitam problemas comuns.
Apoio psicossocial
Oferecer apoio psicossocial significa atendimento psicológico e orientação profissional rápida.
O termo psicossocial refere-se ao vínculo entre saúde mental e trabalho, explicado de forma simples.
Segurança e ergonomia
Investir em ergonomia reduz dores e afastamentos por lesões ocupacionais.
Treinar equipe para postura, pausas e uso correto de equipamentos é simples e eficaz.
Medidas de proteção
Protocolos de segurança incluem planos de evacuação e gestão de riscos no prédio.
Ambientes seguros, câmeras e controle de acesso aumentam a sensação de proteção no local.
Canais e resposta rápida
Disponibilizar canais de denúncia e apoio garante resposta rápida a situações de risco.
Contatos emergenciais e equipes treinadas devem atuar com sigilo e agilidade sempre.
Monitoramento e indicadores
Medir afastamentos, causas e tempo de recuperação ajuda a avaliar ações implantadas.
Indicadores claros permitem ajustes rápidos e melhoria contínua nas políticas de saúde.
Capacitação e liderança
Formar líderes para identificar sinais de desgaste e agir corretamente é fundamental.
Gestores capacitados fortalecem apoio e mostram que o tema é prioritário na prática.
Estratégias para priorizar o primeiro grau de jurisdição
Estratégias para priorizar o primeiro grau visam agilizar varas e fóruns e melhorar o atendimento.
Foco no atendimento inicial
Triagem eficiente direciona processos ao procedimento adequado desde o primeiro contato judicial.
Atendimento humanizado reduz retrabalho e garante decisões mais céleres e precisas no sistema.
Simplificação de procedimentos
Padronizar rotinas e formulários acelera o fluxo processual nas varas locais e regionais.
Minimizar exigências documentais evita retornos e reduz prazos de tramitação administrativa desnecessária.
Recursos e infraestrutura
Investir em salas, fóruns e equipamentos melhora o trabalho no primeiro grau.
Assegurar orçamento para manutenção e tecnologia evita interrupções, falhas e problemas operacionais.
Capacitação e equipes
Capacitar servidores e juízes em práticas do primeiro grau aumenta a eficiência diária do setor.
Formar equipes especializadas em execução e conciliação traz respostas mais rápidas e eficazes.
Uso de tecnologia
Processos digitais e agendamento online reduzem filas e aumentam rapidez processual de forma significativa.
Ferramentas de triagem automatizada ajudam a priorizar casos urgentes e sensíveis de modo efetivo.
Medição e indicadores
O projeto Conexões pela Justiça fomenta essas estratégias e apoia implementação local.
Definir indicadores de desempenho permite acompanhar tempo médio, resolutividade e evolução mensal.
Relatórios frequentes orientam a gestão e permitem ajustes nas rotinas do primeiro grau.
Acompanhamento e governança local
Comitês locais monitoram ações, prazos e responsáveis pela execução das medidas diárias.
Reuniões periódicas ajudam a corrigir falhas e reforçar boas práticas no dia a dia.
Participação interinstitucional: TJSE, TRE-SE e TRT20
Conexões pela Justiça reuniu TJSE, TRE-SE e TRT20 para ações articuladas em Sergipe.
Sobre as instituições
TJSE é o Tribunal de Justiça de Sergipe, responsável pela jurisdição estadual.
TRE-SE é o Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe, cuida das questões eleitorais locais.
TRT20 é o Tribunal Regional do Trabalho da 20ª região, foca em relações trabalhistas.
Como colaboram
As instituições trocam experiências, alinham agendas e promovem ações conjuntas.
Compartilham protocolos sobre acessibilidade, saúde, prevenção ao assédio e prioridade no primeiro grau.
Ações práticas
Promovem oficinas, formações e mesas temáticas para servidores e magistrados locais.
Realizam mutirões e visitas técnicas para adaptar práticas e espaços judiciais.
Benefícios da parceria
A cooperação evita duplicidade de esforços, otimiza recursos públicos e acelera soluções.
Casos de sucesso local podem se tornar referência para tribunais de outras regiões.
Governança e continuidade
Comitês interinstitucionais definem responsabilidades, prazos e metas para execução local contínua e avaliação.
Relatórios e indicadores medem avanços e orientam ajustes nas políticas conjuntas regularmente.
Como acompanhar
A população pode acompanhar ações por meio de canais oficiais e ouvidorias.
Transparência fortalece confiança, estimula participação e melhora o diálogo com a sociedade.
Troca de experiências entre comissões e comitês locais
Conexões pela Justiça estimula a troca de experiências entre comissões e comitês locais. Isso fortalece práticas regionais e ajuda a replicar soluções eficazes.
Formas de compartilhamento
Reuniões presenciais e virtuais servem para relatar práticas e aprender rapidamente. Oficinas e visitas técnicas mostram soluções em funcionamento no cotidiano.
Temas frequentes
Acessibilidade, saúde, prevenção ao assédio e primeiro grau aparecem com frequência nas trocas. Cada grupo traz exemplos adaptados à sua realidade local e institucional.
Resultados práticos
Planos de ação e protocolos são materiais úteis compartilhados entre comissões. Guias práticos e checklists facilitam a reprodução das medidas testadas.
Metodologia aplicada
Estudos de caso e exercícios ajudam a entender como aplicar soluções na prática. Discussões curtas e exemplos claros tornam a adoção mais simples para equipes locais.
Ferramentas e registros
Repositórios digitais organizam documentos e materiais trocados para fácil acesso. Relatórios resumidos e modelos padronizados aceleram a implementação em outros tribunais.
Capacitação conjunta
Oficinas e formações são planejadas com foco em aplicação imediata no trabalho. Treinamentos práticos ensinam rotinas e promovem integração entre equipes diferentes.
Participação e escuta
Ouvidorias e canais internos permitem que servidores e cidadãos contribuam com prioridades. A escuta ativa ajuda a adaptar ações às necessidades locais.
Benefícios para o dia a dia
A troca reduz retrabalho e evita que cada tribunal reinvente soluções já testadas. Resultados práticos melhoram atendimento, eficiência e qualidade dos serviços.
Monitoramento e avaliação
Indicadores e relatórios acompanham o avanço das práticas adotadas nas unidades. Avaliações periódicas permitem ajustar ações conforme resultados e novas demandas.
Continuidade e expansão
Comitês locais documentam aprendizados para garantir continuidade das práticas ao longo do tempo. Boas práticas bem registradas podem inspirar tribunais em outras regiões.
Depoimentos: juízes e representantes presentes
Depoimentos de juízes e representantes mostraram entusiasmo e compromisso com as ações locais.
Perspectiva dos juízes
Juízes relataram que a troca de práticas trouxe soluções práticas para o cotidiano.
Eles ressaltaram a importância de protocolos claros e capacitação constante no sistema.
Falas dos representantes
Representantes destacaram a cooperação entre órgãos como fator decisivo para avanços reais.
Também pediram mais recursos e planejamento para garantir execução efetiva das medidas.
Destaques práticos mencionados
Foram citados mutirões, oficinas e padronização de fluxos como resultados imediatos desejados.
Modelos práticos e checklists facilitaram a implementação em varas e fóruns locais.
Compromisso com acessibilidade
Vozes presentes reforçaram prioridade na acessibilidade física e na comunicação inclusiva dos serviços.
Intérpretes de Libras, materiais alternativos e acessos adaptados foram exemplos citados com frequência.
Referências à saúde e segurança
Magistrados e servidores pediram programas de apoio psicológico e medidas de prevenção ocupacional.
Medidas simples, como pausas e avaliações ergonômicas, apareceram como soluções práticas e imediatas.
Sugestões e encaminhamentos
Foram sugeridos comitês locais para acompanhar ações e ajustar medidas conforme os resultados.
Relatórios periódicos e indicadores foram citados como ferramentas essenciais de monitoramento e transparência.
Impacto esperado segundo os depoimentos
Todos esperam que as ações melhorem atendimento, reduzem retrabalho e acelerem decisões no primeiro grau.
O tom das falas indicou vontade de transformar práticas em políticas públicas locais.
Governança local e encaminhamentos para aperfeiçoamento
Governança local organiza decisões e acompanha a execução das ações nos tribunais locais.
Comitês locais
Comitês reúnem representantes de varas, corregedoria, ouvidoria e setores administrativos.
Eles definem prazos, responsáveis e metas para cada encaminhamento proposto.
Planejamento e prazos
Planos de ação detalham tarefas, recursos e cronograma para implementação local.
Prazos curtos e metas claras ajudam a manter o ritmo das entregas.
Indicadores e monitoramento
Indicadores mensuram progresso, tempo médio e impacto das medidas adotadas.
Relatórios periódicos tornam possível ajustar ações com base em resultados reais.
Transparência e participação
Publicar relatórios e abrir canais de consulta amplia a confiança pública nas medidas.
Ouvidorias e consultas locais garantem que servidores e cidadãos sejam ouvidos.
Capacitação e recursos
Treinamentos regulares preparam equipes para executar os encaminhamentos com qualidade.
Alocar verba e tecnologia é essencial para sustentar as mudanças no dia a dia.
Ajustes e continuidade
Avaliações periódicas permitem correções rápidas e melhoria contínua das práticas locais.
Documentar aprendizados garante que as ações se mantenham mesmo com trocas de gestão.
Próximos passos do biênio 2026–2028 e expectativas
Próximos passos do biênio 2026–2028 trazem um plano focado em execução, avaliação e expansão das ações locais.
Implementação por etapas
Serão etapas definidas com tarefas, prazos e responsáveis em cada tribunal.
Essa abordagem facilita ajustes rápidos e garante maior aderência às rotinas locais.
Capacitação contínua
Oficinas e cursos formarão equipes para aplicar protocolos e práticas recomendadas no dia a dia.
Formação prática e troca de experiências vão fortalecer a execução nas varas e fóruns.
Monitoramento e indicadores
Indicadores claros medirã o tempo de atendimento, resolutividade e impacto das ações.
Relatórios periódicos permitirão ajustes e melhoria contínua com base em dados reais.
Recursos e orçamento
Haverá alocação de recursos para adaptações, tecnologia e formação das equipes locais.
Garantir verba específica evita paralisações e sustenta as ações ao longo do biênio.
Ampliação de boas práticas
Protocolos bem‑sucedidos serão compartilhados para replicação em outros tribunais e regiões.
Pilotos locais podem virar modelos nacionais quando apresentarem resultados consistentes.
Apoio à saúde e bem‑estar
Programas de saúde ocupacional e apoio psicossocial serão fortalecidos em cada unidade.
Medidas preventivas visam reduzir afastamentos e melhorar a qualidade de vida no trabalho.
Fortalecimento da acessibilidade
Planos de acessibilidade incluirão adaptações físicas e melhorias na comunicação institucional.
Soluções digitais acessíveis e intérpretes de Libras serão incentivados de forma contínua.
Combate ao assédio
Protocolos de prevenção e canais seguros de denúncia serão ampliados e divulgados.
Investigação célere e proteção às vítimas serão parte das práticas institucionalizadas.
Governança e participação
Comitês locais acompanharão execução, definindo prioridades e promovendo transparência pública.
Ouvidorias e consultas vão garantir voz à sociedade e aos servidores durante o processo.
Metas e expectativas
Espera‑se reduzir filas, agilizar decisões e melhorar atendimento no primeiro grau.
O objetivo é tornar os serviços mais humanos, rápidos e acessíveis para a população.
Conclusão
Conexões pela Justiça aproxima tribunais e promove ações concretas em acessibilidade e saúde. As medidas discutidas vão melhorar o atendimento e a gestão local. A troca de experiências facilita a adoção de soluções já testadas.
Comitês e indicadores vão garantir acompanhamento e transparência nas ações. Quando houver capacitação e recursos, resultados práticos tendem a aparecer rápido. A participação de servidores e da sociedade é essencial para manter as mudanças.
FAQ – Conexões pela Justiça em Sergipe
O que é o projeto Conexões pela Justiça?
É um projeto do CNJ que integra tribunais para trocar práticas e soluções.
Quem participa das ações em Sergipe?
Participam CNJ, Tribunal de Justiça, TRE, TRT, juízes, servidores e comissões locais.
Quais são os objetivos principais do projeto?
Os objetivos incluem acessibilidade, saúde, prevenção ao assédio e priorização do primeiro grau.
Como será medido o avanço das ações?
O avanço será medido por indicadores, relatórios periódicos e comitês de monitoramento locais.
Como a população pode acompanhar as ações?
Cidadãos e servidores podem acompanhar pelo site do CNJ, tribunais e ouvidorias locais.
Como denunciar assédio e garantir proteção?
Denúncias de assédio seguem por ouvidoria e corregedoria, com sigilo e apoio imediato.
Fonte: www.CNJ.jus.br




