O balanço da Polícia Federal registrou 86 ocorrências no segundo turno eleitoral. Foram 74 pessoas conduzidas e R$41,4 mil apreendidos em diversas ações. Esses crimes eleitorais incluem propaganda irregular, compra de votos e violação do sigilo. Houve também registros de danos e suspeitas envolvendo urnas eletrônicas em algumas seções. Casos podem evoluir para inquérito formal ou para termo circunstanciado, conforme a gravidade. Os números são preliminares e atualizados no painel oficial; consulte para acompanhar detalhes. Denuncie irregularidades à Polícia Federal ou à Justiça Eleitoral e preserve provas digitais e físicas.
Crimes eleitorais marcaram o segundo turno: foram 86 registros e 74 pessoas conduzidas à Polícia Federal. Quer entender onde ocorreram, quais tipos predominaram e o que esses números dizem sobre a eleição? Acompanhe o balanço e os dados preliminares.
Resumo geral do balanço da Polícia Federal
Crimes eleitorais geraram 86 ocorrências registradas pela Polícia Federal no segundo turno. Foram 74 pessoas conduzidas para prestar esclarecimentos.
Principais números
Entre as ações, a PF apreendeu R$41,4 mil em dinheiro. Também houve coleta de celulares e materiais de propaganda.
O que é uma ocorrência
Ocorrência é qualquer registro de possível crime eleitoral, seja em ambiente físico ou virtual. Pode evoluir para inquérito ou para termos circunstanciados (TCO), conforme o caso.
Termo circunstanciado (TCO)
O TCO é um registro rápido usado em infrações de menor gravidade. Ele agiliza a tramitação sem iniciar um processo complexo.
Como foram feitas as conduções
Pessoas foram conduzidas quando havia suspeita ou flagrante. Elas prestaram depoimento e tiveram seus direitos assegurados.
Tipos de ações registradas
As ocorrências incluem propaganda irregular, tentativa de violar sigilo do voto e desordem em locais de votação. Cada caso segue investigação própria.
Distribuição geográfica
Os registros apareceram em vários estados, com variação local. Isso indica diferenças na fiscalização e nas denúncias recebidas.
Provas recolhidas
Foram recolhidos equipamentos eletrônicos, documentos e valores em espécie. Esses itens ajudam a esclarecer a dinâmica dos fatos.
Impacto nas urnas
Houve averiguações sobre danos ou irregularidades nas urnas eletrônicas. A apuração busca confirmar qualquer interferência no processo de votação.
Prazo e atualizações
Os números divulgados são preliminares e podem mudar com o avanço das investigações. A PF atualiza o balanço conforme surgem novos elementos.
Número total de ocorrências registradas no segundo turno
Ocorrências totalizaram 86 registros no segundo turno, conforme balanço preliminar da Polícia Federal.
Distribuição geral
Os registros ocorreram em vários estados, com variação na quantidade por localidade.
Dessas ocorrências, 74 pessoas foram conduzidas para prestar esclarecimentos à PF.
Foram apreendidos R$41,4 mil em espécie, além de celulares e material de campanha.
Desdobramentos
Parte das ocorrências pode virar inquérito; outras podem resultar em termos circunstanciados.
Termo circunstanciado é um registro mais simples, usado em infrações de menor gravidade.
Atualização dos dados
Os números são preliminares e podem mudar conforme novas apurações avançam.
O balanço ajuda a medir a fiscalização e identificar padrões de crimes eleitorais.
Tipos mais frequentes de supostas infrações eleitorais
Infrações eleitorais mais frequentes incluem propaganda irregular, compra de votos e violação do sigilo do voto.
Propaganda eleitoral irregular
Acontece quando material de campanha aparece onde é proibido ou fora de horário.
Pode ser panfleto, carro de som, faixas ou mensagens em redes sociais.
Compra de votos
Pagamento ou promessa de vantagem para influenciar o voto configura crime eleitoral.
Denúncias e provas como mensagens ou registros de transação são essenciais para investigação.
Violação do sigilo do voto
Tentar registrar ou forçar a escolha do eleitor viola o sigilo do voto.
Fotos de urnas ou coação para mostrar o voto são exemplos comuns dessa infração.
Desordem e intimidação
Agressões, ameaças e obstrução do trabalho da Justiça Eleitoral geram registro policial.
Uso indevido de equipamentos
Interferir em urnas ou tentar manipular votos com aparelhos é investigado rigorosamente.
Boca de urna
Fazer propaganda nas imediações da seção durante a votação caracteriza boca de urna.
Distribuir material ou pedir voto nesse espaço pode levar a autuações e prisões.
Transporte irregular de eleitores
Oferecer transporte pago para direcionar o voto é considerado prática irregular e pode ser punido.
Votação por terceiros e documentos falsos
Votar em nome de outra pessoa com documentos falsos é crime grave e com pena prevista.
Termo circunstanciado (TCO)
O TCO é um registro simplificado para infrações menos graves, sem processo inicial complexo.
Ele agiliza a apuração, mas não impede investigação posterior mais ampla.
Provas e investigação
Mensagens, imagens, gravações e valores apreendidos ajudam a formar provas sobre infrações.
A PF reúne esses elementos para decidir por inquérito ou medidas administrativas.
Consequências legais
Penas variam de multa a detenção, conforme a gravidade e o tipo de infração.
Processos podem seguir na esfera penal ou eleitoral, dependendo da natureza dos fatos.
Distribuição por estados: onde ocorreram mais registros
Ocorrências foram registradas em diversos estados, com concentração maior em pontos específicos.
Estados com mais registros
Regiões metropolitanas tendem a concentrar mais ocorrências por maior fluxo de eleitores.
Também há mais registros em áreas com maior presença da Polícia Federal.
Fatores que explicam as diferenças
População, densidade eleitoral e mobilização política influenciam o número de registros locais.
Em fronteiras e municípios com alta operação, denúncias e apreensões costumam ser maiores.
Interpretação dos dados
Os números não significam necessariamente mais crimes; podem refletir maior fiscalização local.
Por isso, compare taxas por eleitorado, não apenas contagens brutas de ocorrências.
Atualização e transparência
A PF atualiza o balanço conforme novas informações e investigações avançam.
O painel público permite acompanhar mudanças por estado e por tipo de ocorrência.
O que observar nos dados estaduais
Verifique se há padrões repetidos em municípios e horários das ocorrências.
Isso ajuda a identificar áreas que precisam de mais fiscalização e prevenção.
Pessoas conduzidas: procedimentos realizados pela PF
Pessoas conduzidas pela Polícia Federal foram levadas para prestar esclarecimentos sobre ocorrências eleitorais.
Procedimentos iniciais
Ao chegar, a pessoa tem a identificação conferida pelo agente e seus direitos informados.
É informado o direito ao silêncio e à presença de um advogado durante o ato.
Coleta de depoimento
O depoimento é registrado por escrito ou gravado em áudio ou vídeo oficial.
As perguntas são claras e a pessoa responde de forma voluntária e assinada.
Busca e apreensão
Quando necessário, a PF recolhe celulares, documentos e valores como provas registradas.
Os itens são lacrados, numerados e descritos em relatório de apreensão detalhado.
Medidas legais
Se houver flagrante, pode ocorrer prisão imediata, conforme a lei aplicável vigente.
Em casos menos graves, pode ser lavrado um termo circunstanciado (TCO) simplificado.
O TCO é um registro simplificado que agiliza procedimentos sem processo imediato.
Direitos e assistência
A pessoa tem direito à assistência de advogado desde o primeiro momento da condução.
Também pode receber atendimento médico ou socorro, se houver necessidade no local.
Documentação e liberação
Ao final, é lavrado documento assinado com hora e termos da condução.
A pessoa pode ser liberada, indiciada ou ficar à disposição da Justiça Eleitoral.
Próximos passos da investigação
As provas recolhidas servem para decisões sobre inquérito ou ações penais futuras.
A PF pode pedir diligências, perícias e novas oitivas de testemunhas eventuais.
Apreensões: valores em dinheiro e materiais apreendidos
Apreensões somaram R$41,4 mil e incluíram celulares, documentos e material de campanha.
O que foi apreendido
Foram apreendidos valores em espécie, telefones celulares e panfletos eleitorais em diversos locais.
Também houve remoção de faixas, adesivos, aparelhos de som e materiais digitais.
Registro e cadeia de custódia
Todos os itens foram lacrados, numerados e registrados em autos pela equipe policial.
O registro garante rastreabilidade e evita questionamentos sobre a autenticidade das provas recolhidas.
Perícia em aparelhos
Aparelhos apreendidos passam por perícia, com extração de mensagens e dados relevantes.
Perícia forense é uma análise técnica que recupera e preserva informações digitais.
Destino e devolução
Itens ficam armazenados em local seguro até decisão judicial ou conclusão do inquérito.
Valores podem ser devolvidos, confiscados ou destinados a fundos públicos por ordem judicial.
Uso das apreensões na investigação
As apreensões ajudam a comprovar compra de votos, propaganda irregular e coação de eleitores.
Provas coletadas subsidiam inquéritos, termos circunstanciados e embasam ações penais futuras.
Inquéritos instaurados e termos circunstanciados lavrados (TCOs)
Inquéritos e termos circunstanciados registram investigações sobre supostas infrações eleitorais pela PF.
O que são inquéritos e TCOs
Inquérito é uma investigação formal e detalhada conduzida pela Polícia Federal.
Ele busca provas, ouve testemunhas e solicita perícias técnicas especializadas quando necessário.
TCO significa termo circunstanciado e é usado em infrações de menor gravidade pela lei.
O procedimento do TCO é mais ágil e simplificado que o inquérito comum.
Critérios para escolha
A decisão por inquérito ou TCO depende da gravidade e das provas iniciais apresentadas.
Casos com indício de crime grave costumam virar inquérito formal para ampla apuração.
Como funciona o inquérito
No inquérito, agentes colhem provas, fazem perícias e tomam depoimentos oficiais registrados.
O material recolhido pode embasar denúncia ao Ministério Público Federal e instruir ações penais posteriores.
Como funciona o TCO
O TCO registra infrações de menor potencial ofensivo e resolve questões de forma rápida.
Ele permite aplicação de medidas imediatas sem iniciar processo penal complexo na hora.
Consequências possíveis
O TCO pode resultar em multa, aplicação de medidas ou arquivamento simples conforme o caso.
Já o inquérito pode levar a ação penal e processos mais complexos na justiça.
Prazos e andamento
Os prazos variam, mas o TCO costuma ser concluído em poucas semanas úteis.
Inquéritos podem durar meses, dependendo da perícia, diligências e do volume de provas.
Transparência e acesso
A Polícia Federal divulga balanços e informações básicas sobre inquéritos e TCOs periodicamente.
Painéis públicos permitem consulta de dados, com atualizações conforme as investigações e a evolução dos casos.
Provas e cadeia de custódia
Evidências como mensagens, fotos e dinheiro apreendido reforçam a investigação e ajudam a ligar pessoas aos fatos.
A PF guarda os itens com registro para manter a cadeia de custódia e a integridade das provas.
O que o investigado pode esperar
Vítimas e denunciantes podem acompanhar o andamento por canais oficiais e receber informações sobre medidas tomadas.
Defesa e investigados têm direito à ampla defesa e a recursos previstos em lei durante todo o processo.
Situações flagranciais ainda em análise
flagrante ocorre quando alguém é surpreendido cometendo um ato ilícito no momento.
Tipos de flagrante
Flagrante próprio é quando a pessoa é pega em plena ação.
Flagrante impróprio acontece quando a pessoa é detida logo após o fato.
Flagrante aparente é quando há dúvida sobre a ocorrência real do crime.
O que a PF analisa
A Polícia Federal verifica vídeos, depoimentos, documentos e provas materiais no local.
Também checa a coerência das versões e a cronologia dos fatos relatados.
Evidências digitais
Celulares e mensagens são analisados por peritos para confirmar horários e contatos.
Fotos e vídeos ajudam a situar o momento e identificar envolvidos com clareza.
Procedimentos após o flagrante
Se confirmado, pode haver prisão, lavratura de auto ou termo circunstanciado.
Em casos menos graves, o termo circunstanciado agiliza a solução sem prisão preventiva.
Cadeia de custódia
Itens apreendidos são lacrados e numerados para manter a validade das provas.
Registro correto evita que a defesa conteste a autenticidade das provas depois.
Decisões e desdobramentos
Os autos podem virar inquérito, denúncia ou arquivamento, conforme as evidências reunidas.
Os números divulgados ainda são preliminares e podem mudar com novas diligências.
Ocorrências envolvendo urnas eletrônicas e danos
Urnas eletrônicas sofreram registros de danos em algumas seções no segundo turno.
Tipos de danos
Danos físicos incluem quedas, violação da caixa e portas forçadas.
Podem ocorrer falhas elétricas ou problemas no módulo de impressão.
Em alguns casos, houve suspeita de adulteração, o que exige perícia técnica.
Ações adotadas
Quando há dano, a equipe isola o equipamento e registra o fato oficialmente.
O cartório eleitoral e a Polícia Federal são comunicados imediatamente sobre o caso.
A perícia técnica avalia se houve interferência na votação ou dano acidental.
Cadeia de custódia
Os aparelhos apreendidos são lacrados, numerados e registrados com fotos e termos.
Esse procedimento garante a rastreabilidade e evita contaminação das provas coletadas.
Os dados internos da urna também são preservados para análise posterior.
Substituição e continuidade
Se a urna não puder operar, uma troca autorizada é providenciada pela equipe.
A votação pode continuar após conferência, registro e assinatura dos responsáveis.
Logs e boletins eletrônicos ajudam a checar os votos antes e depois da troca.
Desdobramentos legais
Se houver indício de crime, abre-se inquérito ou termo circunstanciado pela PF.
A pessoa responsável pode responder por crimes eleitorais e por danos ao equipamento.
Sanções variam de multa a detenção, conforme a gravidade e provas coletadas.
Transparência
As autoridades divulgam dados preliminares sobre urnas afetadas e locais envolvidos.
Relatórios públicos permitem acompanhar a evolução das investigações e medidas tomadas.
Casos de violação ou tentativa de violação do sigilo do voto
Violação do sigilo do voto ocorre quando alguém tenta descobrir ou forçar a escolha do eleitor.
O que configura violação
Tirar foto do voto dentro da cabine ou pedir que mostre a escolha.
Forçar ou coagir eleitores a revelar o voto também caracteriza violação do sigilo.
Como a PF apura
A Polícia Federal coleta vídeos, fotos e mensagens encontradas em aparelhos apreendidos.
Perícia em celulares busca confirmar horários, contatos e ligações ligadas ao fato.
Provas relevantes
Mensagens, gravações e imagens são usadas para ligar autor e vítima aos atos.
Testemunhas e registros presenciais ajudam a comprovar a dinâmica do ocorrido.
Consequências legais
Se comprovado, o autor pode responder por crime eleitoral e ser responsabilizado criminalmente.
Penas variam de multa a detenção, conforme a gravidade e as provas reunidas.
Como denunciar
Eleitores podem denunciar à Polícia Federal ou à Justiça Eleitoral por canais oficiais.
Guarde fotos, mensagens e contatos de testemunhas para fortalecer sua denúncia.
Prevenção no dia da votação
Respeite a cabine de votação e não peça que ninguém mostre o voto.
Mesários e policiais orientam eleitores e impedem tentativas de violação no local.
Propaganda eleitoral irregular: principais modalidades identificadas
Propaganda eleitoral irregular inclui materiais e ações que descumprem a lei eleitoral vigente e regras locais.
Modalidades comuns
Panfletos, faixas e outdoors em locais proibidos são exemplos frequentes de irregularidade.
Carros de som e alto-falantes em locais sensíveis também configuram propaganda irregular.
Boca de urna
Fazer campanha nas imediações da seção durante a votação é chamado boca de urna.
Distribuir material ou pedir votos nessa área pode gerar prisão e multa conforme a lei.
Redes sociais e mensagens
Envio massivo de mensagens ou impulsionamento irregular nas redes também é fiscalizado pela PF.
Publicações com desinformação e anúncios pagos sem registro são alvo de investigação.
Uso de recursos públicos
Uso de prédios, veículos ou servidores públicos para propaganda é proibido e punível.
Autoridades que empregam recursos oficiais em campanha podem responder por crimes eleitorais.
Propaganda em locais proibidos
Escolas, hospitais e locais de votação são espaços onde propaganda é vedada por lei.
Instalar material político nesses locais costuma gerar apreensão e autuação imediata.
Propaganda extemporânea
Fazer campanha fora do período autorizado é considerada propaganda extemporânea e ilegal.
Mesmo manifestações em datas não permitidas podem resultar em termos circunstanciados.
Distribuição de brindes e compra de votos
Entregar brindes ou valores em troca de voto é crime eleitoral e normalmente investigado.
Provas como fotos, recibos e testemunhas aumentam a chance de responsabilização penal.
Consequências legais
Sanções vão de multa a detenção, dependendo da gravidade e da prova reunida.
Casos graves podem evoluir para inquérito e ação penal na Justiça Eleitoral.
Como denunciar
Denúncias podem ser feitas à Polícia Federal ou à Justiça Eleitoral por canais oficiais.
Guarde evidências como fotos, mensagens e nomes de testemunhas para fortalecer a denúncia.
Desordem e desobediência nos trabalhos eleitorais
Desordem e desobediência nos trabalhos eleitorais atrapalham a votação e colocam pessoas em risco.
O que caracteriza
Gritaria, empurra-empurra e invasão de seção são exemplos claros de desordem eleitoral.
Recusar-se a cumprir ordens dos mesários ou de autoridades em serviço configura desobediência.
Ações e consequências
A PF pode lavrar termo circunstanciado ou instaurar inquérito, conforme a gravidade do caso.
Em caso de flagrante pode haver prisão em flagrante e medidas imediatas de proteção.
Atuação da Polícia Federal
Agentes registram ocorrências, coletam provas e preservam a cadeia de custódia das evidências.
Perícias em celulares e câmeras ajudam a esclarecer horários, contatos e a dinâmica dos fatos.
Direitos dos envolvidos
Quem for conduzido tem direito ao silêncio e ao advogado presente imediatamente.
Mesários e fiscais também têm proteção e devem seguir as orientações oficiais do cartório eleitoral.
Como denunciar
Denúncias podem ser feitas à Polícia Federal ou à Justiça Eleitoral por canais oficiais.
Guarde fotos, vídeos e contatos de testemunhas, e anote datas e horários precisos.
Prevenção e boas práticas
Organizadores devem planejar segurança e evitar aglomerações desnecessárias perto das seções eleitorais.
Treinamento de mesários reduz conflitos e facilita a resposta rápida e organizada a incidentes.
Suspeitas de votação em nome de terceiros: como foram apuradas
Suspeitas de votação em nome de terceiros foram apuradas por cruzamentos de listas e denúncias.
Como foram detectadas
Agentes verificaram inconsistências entre listas de votação e presença física dos eleitores.
Denúncias de mesários e eleitores foram fundamentais para iniciar as averiguações locais.
Evidências coletadas
Foram coletadas fotos, vídeos, mensagens e comprovantes de transferência ligados às suspeitas.
Esses materiais ajudam a ligar quem votou em nome de outra pessoa.
Biometria e checagens
Em locais com biometria, identificações foram cruzadas para confirmar possíveis fraudes imediatas.
Peritos analisaram logs e registros eletrônicos para confirmar horários e tentativas de fraude.
Testemunhas e filmagens
Testemunhas e filmagens foram usadas para reconstruir a sequência dos fatos na seção.
Relatos permitem identificar quem coordenou a ação ou orientou o eleitor indevidamente.
Transporte e oferta de vantagem
Investigações checaram oferta de transporte, brindes ou pagamentos relacionados ao voto indevido.
Comprovantes financeiros e depoimentos ajudam a provar a compra de votos coordenada.
Cruzamento de listas e dados
Foram cruzadas listas de presença, listas de transporte e registros de identificação civil.
Esse cruzamento revelou padrões de votação em horários e locais suspeitos repetidos.
Procedimentos legais
Quando há indícios, a PF instaura inquérito ou registra termo circunstanciado imediato.
As provas coletadas seguem para perícia e podem sustentar ações penais futuras.
Importância da cadeia de custódia
A cadeia de custódia preserva a integridade das provas desde a apreensão até o tribunal.
Itens são lacrados, documentados e numerados para evitar contaminações e questionamentos posteriores.
Como denunciar
Eleitores que suspeitam devem denunciar à Polícia Federal ou à Justiça Eleitoral imediatamente.
Guarde mensagens, fotos e contatos de testemunhas para fortalecer o procedimento de apuração.
Dados acumulados de 2026 sobre crimes eleitorais
Crimes eleitorais acumulados em 2026 ganharam novo acréscimo com o segundo turno.
Números adicionados no segundo turno
O segundo turno registrou 86 ocorrências apontadas pela Polícia Federal.
Foram 74 pessoas conduzidas para esclarecimentos e R$41,4 mil apreendidos.
Como esses números impactam o acumulado
Esses episódios entram nos totais anuais e aumentam o volume contabilizado.
Os dados ajudam a mapear onde houve maior incidência e tipos de crime.
Tendências observadas
Há maior registro de propaganda irregular e tentativa de violar o sigilo do voto.
Também se nota aumento nas denúncias digitais e em apreensões de celulares.
Regiões metropolitanas e áreas com forte mobilização política têm mais ocorrências relatadas.
Limitações e cautelas
Os números divulgados são preliminares e podem sofrer alterações com novas apurações.
Comparações diretas com anos anteriores exigem cuidados por diferenças metodológicas e cobertura.
Transparência e consulta pública
A Polícia Federal e órgãos eleitorais mantêm painéis públicos com dados atualizados periodicamente.
Consultar o painel oficial ajuda a entender a evolução dos crimes eleitorais em 2026.
O que observar nos dados acumulados
Analise taxas por eleitorado, não só números absolutos por estado ou município.
Verifique tendências por tipo de infração, horário e locais mais recorrentes nas seções.
Violência política contra a mulher: número de inquéritos e contexto
Violência política contra a mulher tem inquéritos instaurados e exige atenção especial das autoridades.
Números e registros
O balanço preliminar não trouxe número exato, apenas indica inquéritos em andamento.
Casos relatados envolvem ameaças, agressões verbais e ataques à imagem pública online.
Como a PF investiga
A Polícia Federal coleta depoimentos, mensagens e provas digitais para formar inquéritos iniciais.
Perícias em celulares e redes sociais ajudam a confirmar autoria e a cronologia dos fatos.
Contexto e impacto
A violência política desestimula a participação feminina e ameaça a democracia local.
Esses crimes costumam ocorrer em ambiente virtual e em campanhas presenciais com coação.
Denúncia e proteção
Mulheres devem denunciar imediatamente à PF ou à Justiça Eleitoral por canais oficiais.
Guardar mensagens, prints e contatos de testemunhas aumenta a chance de responsabilização.
Resposta institucional
As instituições devem promover investigação rápida, proteção e políticas para prevenir futuros casos.
A transparência nos números ajuda a medir a resposta e aperfeiçoar ações públicas.
Como consultar o painel de acompanhamento e a validade dos dados
Painel de acompanhamento está disponível em portais oficiais e reúne dados sobre ocorrências eleitorais.
Onde acessar
Procure o painel no site da Polícia Federal ou no portal oficial do governo.
Links e menus costumam estar em seções de transparência e comunicação pública.
Filtros e buscas
Use filtros por estado, município, tipo de ocorrência e período analisado.
Filtrar por data ajuda a ver atualizações e a evolução dos números locais.
Interpretando os dados
Lembre que os números são preliminares e podem mudar conforme apurações avançam.
Compare taxas por eleitorado, não apenas contagens absolutas por local.
Validade e atualização
Verifique a data da última atualização para confirmar a validade dos dados.
Painéis oficiais costumam indicar a periodicidade de atualização e responsáveis técnicos.
Metodologia e notas
Leia a nota metodológica para entender como os dados foram coletados.
Essa nota explica critérios de inclusão, limitações e possíveis vieses nos dados.
Exportando e checando
Baixe os dados quando possível para conferir detalhes e fazer cruzamentos.
Confronte as informações com comunicados oficiais e relatórios do TSE e PF.
Dicas práticas
Guarde captura de tela, horário e link quando for usar como prova.
Se tiver dúvida, procure os canais oficiais para pedir orientação e confirmação.
Conclusão
Em conclusão, os crimes eleitorais registrados mostram desafios na fiscalização e na proteção do voto.
Os dados preliminares indicam ocorrências variadas e medidas de investigação em curso.
A atuação da Polícia Federal busca reunir provas e preservar a integridade do processo.
Fique atento aos painéis oficiais, denuncie irregularidades e guarde evidências concretas.
A transparência e a investigação rigorosa ajudam a fortalecer a confiança pública nas eleições.
Se tiver dúvidas, procure canais oficiais para orientação e suporte.
FAQ – Crimes eleitorais e fiscalização no segundo turno
O que significa uma ocorrência registrada pela Polícia Federal?
Ocorrência é o registro inicial de uma possível infração eleitoral. Pode gerar inquérito ou termo circunstanciado conforme a gravidade.
O que acontece com as pessoas conduzidas pela PF?
São identificadas, informadas sobre direitos e ouvidas em depoimento. Itens apreendidos são registrados e podem virar prova.
Como denunciar um crime eleitoral observado no dia da votação?
Denuncie à Polícia Federal ou à Justiça Eleitoral pelos canais oficiais. Guarde fotos, mensagens e contatos de testemunhas.
Qual a diferença entre inquérito e termo circunstanciado (TCO)?
O inquérito é investigação formal e detalhada. O TCO é procedimento mais simples para infrações de menor gravidade.
O que ocorre quando há dano ou suspeita em urnas eletrônicas?
A urna é isolada e registrada. Perícia técnica avalia eventual interferência e pode autorizar substituição do equipamento.
Como consultar o painel de acompanhamento e verificar a validade dos dados?
Acesse o painel no site da Polícia Federal ou portal oficial. Verifique a data de atualização e leia a nota metodológica.
Fonte: Gov.br




