O CNJ reconheceu conciliadores e mediadores e instituiu o Dia Nacional (23 de setembro) para fortalecer a conciliação e mediação, ampliando a Semana Nacional da Conciliação, premiando boas práticas e estimulando capacitação. Com base na Resolução n.125/2010, a estratégia foca em promover acordos que aceleram decisões, reduzem custos e preservam relações, além de incentivar protocolos padronizados, parcerias com universidades e uso de tecnologia para audiências remotas. Tribunais e cidadãos são orientados a incluir processos na semana pelo PJe ou nas centrais locais, enquanto indicadores de taxa de acordos e satisfação orientarão melhorias futuras. Essas ações visam aumentar o acesso à justiça, tornar a conciliação mais profissional e ampliar soluções consensuais no país.
Conciliação: o CNJ prestou homenagem aos conciliadores e mediadores e anunciou a criação do Dia Nacional — você sabe por que esse reconhecimento pode mudar a forma como conflitos são resolvidos no país?
Homenagem do CNJ a conciliadores e mediadores
Conciliação foi o tema central da homenagem do CNJ. O CNJ reconheceu o trabalho de conciliadores e mediadores. Esse gesto valoriza práticas que resolvem conflitos sem litígio.
Importância do reconhecimento
Valorizar conciliadores mostra que o diálogo é útil e eficaz. A prática ajuda a reduzir custos e tempo para todos. Também melhora o acesso à justiça para quem precisa.
Quem são os conciliadores e mediadores
Conciliadores e mediadores ajudam partes a conversar e achar acordo. O conciliador facilita o acordo direto entre as partes. A mediação é um processo voluntário com um terceiro neutro que ajuda a negociar.
Prêmios e iniciativas do CNJ
O CNJ entregou homenagens e destacou a Semana Nacional da Conciliação. Foi citado o Prêmio ‘Conciliar é Legal’, que reconhece boas práticas. Também foi anunciada a criação do Dia Nacional em 23 de setembro.
Impacto na prática
A conciliação reduz o número de processos que tramitam nos tribunais. Isso gera decisões mais rápidas e menos custos para o estado. As partes costumam sair mais satisfeitas com acordos negociados.
Capacitação e parcerias
Formação e cursos fortalecem conciliadores e mediadores. Tribunais e universidades fazem parcerias para treinar profissionais. Esses cursos trabalham técnicas de comunicação e escuta ativa.
Como a sociedade se beneficia
A sociedade ganha acesso à justiça mais simples e humana. Menos litígios significa menos desgaste emocional e financeiro para famílias. Empresas também se beneficiam com solução mais rápida de conflitos.
Convite à participação
Tribunais, advogados e cidadãos podem aderir às ações do CNJ. A participação na Semana facilita resolver processos por acordo. Buscar informação e capacitação é um bom primeiro passo.
Criação do Dia Nacional do Conciliador e Mediador (23 de setembro)
Dia Nacional do Conciliador e Mediador foi instituído pelo CNJ para valorizar a conciliação no país.
Objetivo da data
O objetivo é reconhecer a atuação de conciliadores e mediadores no sistema de justiça. A data incentiva métodos que evitam litígios longos e caros.
Como será celebrado
Tribunais podem realizar eventos, painéis e ações de formação na data. Programas locais devem envolver servidores, advogados e a comunidade.
Relação com a Semana da Conciliação
O Dia complementa a Semana Nacional da Conciliação e amplia as atividades. Juntas, as duas iniciativas ajudam a divulgar práticas consensuais.
Impacto prático
Mais acordos significam menos processos em fila e decisões mais rápidas. Isso reduz custos do poder público e o desgaste das partes envolvidas.
Benefícios para quem busca justiça
Quem participa tem chance de resolver conflitos de modo mais humano e prático. A conciliação também costuma preservar relações entre as partes.
Fortalecimento profissional
A data estimula capacitação e qualificação contínua dos conciliadores e mediadores. Cursos e parcerias acadêmicas devem receber mais atenção.
Participação das instituições
Tribunais e comitês podem criar protocolos e metas para a data. Essas ações ajudam a padronizar práticas em todo o país.
Convite ao público
Cidadãos e advogados são convidados a conhecer e usar a conciliação. Buscar informação e participar das ações é um bom começo.
Importância da conciliação para a pacificação social
Conciliação promove diálogo e evita brigas que dividem famílias e comunidades.
Redução de violência e conflito
Ao resolver disputas por acordo, a violência tende a diminuir na comunidade.
Acesso à justiça mais rápido
A conciliação oferece caminhos simples e rápidos para quem busca justiça.
Economia de tempo e dinheiro
Acordos evitam processos longos e reduzem custos para o Estado e para partes.
Preservação de relações
Negociar ajuda a manter relações pessoais e comerciais sem rixas prolongadas.
Prevenção e educação
A prática estimula respeito e diálogo, reduzindo futuras disputas entre pessoas.
Papel das instituições
Tribunais e escolas podem promover a conciliação com programas locais e cursos.
Termos úteis
Mediação é um processo voluntário com um terceiro neutro que facilita o diálogo.
Impacto social
Mais conciliação significa comunidades mais unidas e menos sobrecarga no Judiciário.
Resolução CNJ n. 125/2010: política de tratamento adequado dos conflitos
Resolução CNJ n. 125/2010 estabelece a política de tratamento adequado dos conflitos.
O que a resolução define
A resolução orienta tribunais a priorizar soluções consensuais como conciliação e mediação.
Ela busca reduzir processos e melhorar o acesso à justiça para todos.
Instrumentos previstos
A resolução incentiva meios adequados de solução de conflitos, como a conciliação e mediação.
Mediação é um processo voluntário com terceiro neutro que facilita o diálogo.
Implementação nos tribunais
Tribunais devem criar centros de conciliação e rotinas para audiências e acordos.
Processos podem ser encaminhados para conciliação antes de seguir para julgamento.
Capacitação e formação
A norma pede formação contínua para conciliadores e mediadores em técnicas de diálogo.
Cursos reforçam habilidades de escuta, negociação e solução criativa de conflitos.
Resultados esperados
A expectativa é reduzir a fila de processos e dar respostas mais rápidas.
Cidadãos tendem a ficar mais satisfeitos com acordos previstos pela conciliação.
Transparência e ética
A resolução prevê regras para garantir imparcialidade e sigilo na mediação.
Conciliadores devem agir com ética e registrar acordos de forma clara.
Avaliação e indicadores
Tribunais devem monitorar resultados e divulgar indicadores de acordos e conciliações.
Esses dados ajudam a aprimorar práticas e orientar políticas públicas no futuro.
Capacitação de conciliadores e mediadores e parcerias institucionais
Capacitação de conciliadores e mediadores fortalece a prática da conciliação no país.
Formação e habilidades
Os cursos ensinam escuta ativa, comunicação clara e técnicas de negociação simples. Escuta ativa significa ouvir sem interromper e refletir o que foi dito. Essas habilidades ajudam a criar confiança entre as partes em conflito.
Parcerias institucionais
Tribunais, universidades e organizações civis podem firmar parcerias para formar conciliadores. Essas parcerias trazem recursos, prática e pesquisa aplicada ao dia a dia.
Modelos de capacitação
Workshops práticos e simulações em grupo ajudam a treinar habilidades reais. Cursos online complementam a formação presencial com teoria e estudos de caso.
Supervisão e estágio
Supervisores experientes orientam novos conciliadores durante sessões reais ou simuladas. Estágios em centros de conciliação permitem ganhar experiência com casos variados.
Certificação e padrões
Certificar profissionais ajuda a manter padrões e aumentar a confiança pública no serviço. Protocolos e códigos de ética orientam a atuação e preservam a imparcialidade.
Avaliação de resultados
Avaliar acordos, taxas de sucesso e satisfação ajuda a melhorar os cursos. Indicadores claros permitem ajustar métodos e investir onde há mais impacto.
Benefícios práticos
Profissionais bem treinados conduzem acordos mais rápidos e duradouros. Isso reduz custos, acelera decisões e melhora o acesso à justiça.
Como os tribunais atuam
Tribunais podem criar centros de formação e promover eventos de capacitação. Editais e convênios ampliam o alcance da formação para mais profissionais.
Como participar
Busque informações no tribunal local ou em universidades parceiras da sua região. Inscreva‑se em cursos, participe de rodas práticas e volte sempre para reciclagem.
Prêmio “Conciliar é Legal”: reconhecimento de boas práticas
Prêmio Conciliar é Legal reconhece práticas inovadoras de conciliação nos tribunais brasileiros.
Objetivo do prêmio
O prêmio valoriza soluções que aceleram processos e aproximam as partes em conflito.
Ele incentiva métodos que reduzam custos e evitem litígios longos para todos.
Critérios de seleção
Projetos são avaliados por impacto, inovação e replicabilidade em outros tribunais.
A transparência e a participação das partes também contam na avaliação final.
Tipos de boas práticas
Boas práticas incluem mutirões, salas de conciliação e uso de tecnologia simples.
Também entram programas de prevenção e articulação com redes sociais e escolas.
Exemplos reais
Caso de sucesso mostra redução de processos e aumento de acordos firmados.
Outro exemplo envolve parceria com universidades para formar conciliadores e ampliar atendimento.
Como participar
Tribunais ou equipes submetem projetos por edital e seguem os critérios publicados.
É importante documentar resultados, custos e depoimentos das partes envolvidas.
Benefícios do reconhecimento
Vencedores ganham visibilidade, apoio técnico e incentivo a ampliar a iniciativa local.
O prêmio também ajuda a disseminar soluções que melhoram o acesso à justiça.
Transparência e aprendizado
Relatórios públicos e indicadores permitem replicar ações com eficácia comprovada.
Compartilhar lições aprendidas ajuda outros tribunais a implementar práticas efetivas.
Histórico e objetivos da Semana Nacional da Conciliação
Semana Nacional da Conciliação nasceu para incentivar acordos e reduzir processos no Judiciário.
Origem da iniciativa
A iniciativa começou com ações locais que mostraram bons resultados rápidos.
O CNJ então assumiu a coordenação para ampliar o alcance das ações.
Evolução ao longo dos anos
A semana cresceu e hoje envolve tribunais de todo o país.
Foram incorporadas práticas como mutirões, audiências concentradas e atendimento remoto.
Objetivos principais
O objetivo é facilitar acordos e evitar julgamentos longos e custosos.
Também busca aproximar o cidadão do sistema e oferecer respostas mais humanas.
Atividades comuns na semana
São realizados mutirões, audiências de conciliação e ações de orientação à comunidade.
Oficinas e palestras ajudam a esclarecer direitos e a cultura do diálogo.
Resultados esperados
Espera-se reduzir a fila de processos e acelerar a solução de casos.
Os acordos costumam trazer economia de tempo e satisfação para as partes.
Como participar
Qualquer pessoa com processo pode procurar o tribunal e solicitar a inclusão.
Advogados e instituições também são convidados a apoiar e divulgar as ações.
Exemplos de impacto
Casos de família, dívidas e relações de consumo são frequentemente resolvidos na semana.
Projetos premiados muitas vezes viram práticas permanentes em vários tribunais.
Semana 2026: datas e como incluir processos
Semana da Conciliação 2026 terá as datas oficializadas pelo CNJ e pelos tribunais locais.
Datas e calendário
O CNJ costuma divulgar o calendário com antecedência para organizar ações e eventos locais.
Verifique sempre no site do seu tribunal as datas e horários específicos previstos.
Como incluir processos
Você pode pedir inclusão do processo para conciliação por petição nos autos do processo.
Advogados usam o sistema eletrônico, como o PJe, para protocolar o pedido de inclusão.
PJe é o Processo Judicial Eletrônico, um sistema de tramitação digital dos processos judiciais.
Trabalhe com os prazos e envie todos os documentos exigidos pelo tribunal local.
Para quem não tem advogado
Cidadãos podem solicitar inclusão diretamente na vara ou na central de conciliação do tribunal.
Leve cópias dos documentos e informações básicas sobre o caso que sejam necessárias.
Prazos e organização
Peça a inclusão com antecedência para garantir agendamento na semana especial do evento.
Cada tribunal tem regras próprias sobre prazos e forma de envio dos pedidos.
Participação remota
Muitos tribunais permitem participação por videoconferência durante a Semana da Conciliação.
Informe o tribunal se você precisa de suporte técnico ou de tradução simultânea.
Dicas para inclusão
Descreva o pedido de forma clara e objetiva nos autos com os principais pedidos.
Anexe provas e um breve resumo cronológico para facilitar a compreensão do conciliador.
Seja flexível nas propostas e indique alternativas concretas para viabilizar um acordo.
Onde checar informações
Consulte o site do CNJ, do tribunal estadual ou do tribunal federal para orientações atualizadas.
As centrais de conciliação também oferecem atendimento por telefone e por e‑mail.
Resultados e impacto prático das soluções consensuais
Soluções consensuais trazem acordos que encerram disputas de forma mais rápida e humana.
Redução de tempo e custos
Processos resolvidos por acordo costumam durar bem menos que um processo judicial tradicional.
Isso reduz gastos com taxas, honorários e despesas processuais para todas as partes.
Satisfação das partes
Partes atendidas em conciliação relatam maior satisfação com o resultado do que em julgamento.
O acordo costuma ser mais flexível e adaptado às necessidades de cada pessoa.
Diminuição da litigiosidade e da fila
Mais acordos implicam menos casos em tramitação e alívio nas varas judiciais.
Isso ajuda a acelerar julgamentos e melhorar a produtividade do Judiciário.
Tipos de casos beneficiados
Casos de família, consumo e pequenas dívidas frequentemente são resolvidos por conciliação.
Esses temas ganham soluções práticas e preservam relações entre as partes envolvidas.
Cumprimento e homologação
Acordos firmados e homologados têm força executiva semelhante a decisão judicial.
Isso facilita o cumprimento e evita nova disputa sobre o mesmo tema.
Impacto nas finanças públicas
Reduzir processos por acordos diminui gastos públicos com tramitação e pessoal.
Valores economizados podem ser redirecionados para outras prioridades do sistema.
Monitoramento e indicadores
Medir taxa de acordos e satisfação ajuda a identificar práticas que funcionam melhor.
Indicadores orientam investimentos e aprimoram programas de conciliação locais.
Dicas práticas para ter sucesso
Leve documentos organizados e proponha opções realistas para facilitar um acordo.
Considere a mediação com um terceiro neutro quando houver impasse entre as partes.
Mensagem da conselheira Andréa Esmeraldo e liderança do Comitê Gestor
Conselheira Andréa Esmeraldo destacou a importância da conciliação para o acesso à justiça.
Linha de ação do Comitê
A liderança do Comitê Gestor planeja ações para ampliar a cultura do diálogo.
Foi anunciada a criação do Dia Nacional em 23 de setembro, para valorizar conciliadores.
O Comitê reforça capacitação contínua e parcerias com tribunais e universidades locais.
Enfoque em resultados
A mensagem pediu foco em indicadores e melhoria dos serviços de conciliação.
Indicadores são números que mostram eficiência, satisfação das partes envolvidas e impacto social.
Compromisso com a ética
A liderança ressaltou a necessidade de transparência, imparcialidade e sigilo nas sessões.
Esses princípios aumentam a confiança pública e a adesão aos acordos firmados.
Convite à sociedade
A conselheira convidou cidadãos e operadores do direito a participarem das ações.
A participação amplia conhecimento e ajuda a construir soluções mais justas e duradouras.
Como tribunais e cidadãos podem participar e se preparar
Conciliação começa com organização e informação por parte dos tribunais e cidadãos.
Divulgação e estrutura
Tribunais devem divulgar calendário, locais e contato com antecedência clara e logística disponível.
Criem centrais de conciliação com equipe treinada e atendimento acolhedor presencial e remoto.
Como incluir processos
Advogados podem protocolar pedido de inclusão pelo PJe de forma simples e orientar o cliente.
Cidadãos sem advogado podem ir à vara ou central para pedir inclusão presencialmente.
Preparação do cidadão
Leve documentos essenciais, comprovantes e um resumo claro do caso em poucas linhas.
Pense em propostas realistas e alternativas para facilitar um acordo antes da sessão.
Participação remota e acessibilidade
Verifique se o tribunal oferece videoconferência e apoio técnico antes da sessão marcada.
Peça intérprete ou acessibilidade se precisar, isso ajuda muito para participar com qualidade.
Comunicação e divulgação
Tribunais devem usar sites, redes sociais e imprensa para informar a população sobre ações.
Material informativo simples e vídeos curtos facilitam o entendimento do público online.
Mediadores e conciliadores
Mantenha lista atualizada de profissionais e horários disponíveis para agendamento e supervisão.
Promova treinamentos periódicos e troca de práticas entre centros e tribunais regionais.
Monitoramento e resultados
Registre números de acordos, taxas de comparecimento e satisfação das partes periodicamente.
Use esses dados para melhorar processos e justificar investimentos futuros em conciliação.
Dicas rápidas
Chegue no horário, leve documentos e seja claro sobre seu pedido principal.
Tente ouvir e propor soluções práticas; isso aumenta as chances de um acordo.
Benefícios para o acesso à justiça: celeridade e acolhimento
Conciliação melhora o acesso à justiça ao oferecer caminhos mais rápidos e humanos.
Celeridade processual
A conciliação ajuda a resolver conflitos em menos tempo que um processo judicial.
Audiências de acordo costumam durar menos e evitam longas esperas por julgamento.
Acolhimento e atendimento
O atendimento em conciliação é mais acolhedor e focado nas necessidades das partes.
Conciliadores escutam com atenção e priorizam soluções práticas e respeitosas.
Redução de custos
Resolver por acordo diminui gastos com custas, honorários e deslocamentos para todos.
Isso torna o acesso à justiça viável para pessoas com menos recursos.
Flexibilidade nas soluções
Os acordos permitem soluções criativas que o processo judicial nem sempre prevê.
As partes podem combinar prazos, pagamentos e medidas de reparação conforme sua realidade.
Confidencialidade e segurança
Sessões de conciliação costumam ser confidenciais e preservam a privacidade das partes.
Essa característica ajuda a manter relações e evita exposição pública de controvérsias.
Maior efetividade
Acordos homologados têm força executiva e facilitam o cumprimento das obrigações pactuadas.
Isso reduz chances de nova disputa sobre o mesmo tema no futuro.
Como aproveitar a conciliação
Leve documentos organizados e propostas claras para aumentar as chances de acordo.
Considere opções e alternativas antes da sessão para facilitar a negociação.
Impacto social
Mais conciliação significa menos filas no Judiciário e maior acesso à justiça para todos.
Comunidades ganham respostas rápidas e soluções que preservam laços e dignidade.
Próximos passos do CNJ para fortalecer mediação e conciliação
CNJ pretende ampliar ações para fortalecer conciliação e mediação em todo o país.
Planos de capacitação
Serão ofertados cursos presenciais e a distância para conciliadores e mediadores.
Formações vão focar escuta ativa, negociação e resolução criativa de conflitos.
Padronização e protocolos
O CNJ quer criar protocolos comuns para guiar práticas nos tribunais.
Protocolos facilitam a atuação e garantem mais segurança às partes envolvidas.
Investimento em tecnologia
Haverá integração de sistemas para facilitar marcação de audiências e registros.
Ferramentas digitais permitirão atendimento remoto e redução de barreiras geográficas.
Parcerias e articulação
O CNJ vai estreitar laços com universidades, ONGs e órgãos públicos.
Parcerias ampliam oferta de formação e promovem projetos de pesquisa aplicados.
Métricas e avaliação
Serão definidos indicadores para medir taxas de acordo e satisfação das partes.
Dados ajudam a direcionar investimentos e a melhorar as práticas de conciliação.
Iniciativas de divulgação
Campanhas informarão a população sobre benefícios e formas de participação.
Materiais simples e vídeos curtos devem aumentar a procura por conciliação.
Inclusão e acessibilidade
O CNJ prevê ações para atender pessoas com deficiência ou baixa renda.
Serviços acessíveis e intérpretes aumentam a participação de grupos vulneráveis.
Projetos-piloto e inovação
Serão lançados projetos-piloto para testar novos métodos e tecnologias de mediação.
Esses testes vão orientar a expansão de práticas que tragam melhores resultados.
Suporte técnico e financiamento
O CNJ buscará recursos e apoio técnico para garantir continuidade às iniciativas.
Financiamento permite expansão de centros, capacitação e manutenção de plataformas digitais.
Conclusão
A valorização da conciliação e da mediação é essencial ao acesso à justiça. O CNJ e os tribunais fortaleceram iniciativas, datas e capacitação para ampliar resultados. Isso gera acordos mais rápidos e menos processos em fila.
As pessoas ganham atendimento mais humano e soluções práticas para seus conflitos. Participe das ações, informe-se nos tribunais e leve propostas realistas ao encontro. No fim, conciliação bem feita traz celeridade, acolhimento e menos custos.
FAQ – Perguntas frequentes sobre conciliação e mediação
O que é conciliação e como difere da mediação?
A conciliação busca acordo direto entre as partes. A mediação envolve um terceiro neutro que facilita o diálogo.
Como incluo meu processo na Semana Nacional da Conciliação?
Peça inclusão por petição nos autos ou procure a central de conciliação do tribunal. Use o PJe se houver sistema eletrônico.
O que representa o Dia Nacional do Conciliador e Mediador?
É uma data para reconhecer conciliadores e mediadores. Serve também para promover a cultura do acordo.
Preciso de advogado para participar da conciliação?
Não é obrigatório ter advogado para participar. Porém, um advogado pode orientar e facilitar a negociação.
Como devo me preparar para uma sessão de conciliação?
Leve documentos essenciais, resumo do caso e propostas realistas. Chegue no horário e seja claro ao expor pedidos.
Quais os principais benefícios das soluções consensuais?
Soluções consensuais trazem celeridade, reduzem custos e preservam relações. Também aumentam a satisfação das partes envolvidas.
Fonte: www.cnj.jus.br




