O IV Encontro Nacional de Gestão de Pessoas, organizado pelo CNJ com apoio do TST, reuniu gestores, técnicos e magistrados para trocar práticas e discutir políticas de gestão de pessoas no Judiciário. A programação teve aula magna, painéis, oficinas e a 2ª Premiação de Práticas; transmissões no YouTube e materiais (slides, gravações e manuais) ficaram disponíveis para apoiar a replicação de iniciativas que promovem saúde ocupacional, capacitação, automação e maior eficiência nos tribunais.
Gestão de Pessoas esteve no centro do IV Encontro Nacional do Poder Judiciário em Brasília: dois dias de debates, oficinas e premiação para compartilhar práticas e pensar soluções para desafios do setor. Quer saber o que foi discutido e quem recebeu destaque?
O que é o IV Encontro Nacional de Gestores de Pessoas
IV Encontro Nacional de Gestores de Pessoas reúne profissionais do Judiciário.
O evento aborda políticas, práticas e tecnologias para melhorar o trabalho com servidores.
Objetivo
Promover troca de experiências entre tribunais sobre gestão de pessoas.
Estimular práticas inovadoras e cuidadosas que valorizem o servidor no dia a dia.
Quem participa
Gestores, técnicos de RH, magistrados e servidores interessados em gestão.
Também participam consultores, pesquisadores e representantes de órgãos centrais.
Atividades
Palestras, painéis, oficinas e a premiação de práticas em gestão.
As oficinas são práticas e voltadas a soluções aplicáveis no serviço público.
Organização
Organizado pelo CNJ em parceria com o TST, reúne especialistas de várias regiões.
Premiação
A 2ª Premiação destaca iniciativas que geram resultados reais e são replicáveis.
O encontro facilita a adoção de ações que melhorem a gestão nos tribunais.
Também busca maior integração entre órgãos e cuidado com os servidores.
Datas, locais e instituições anfitriãs (CNJ e TST)
Datas: o encontro aconteceu em dois dias consecutivos em Brasília, com agenda intensa.
Datas e horários
As sessões foram distribuídas entre manhã e tarde, sempre com intervalos para networking.
Oficinas práticas e painéis ocupavam a maior parte da programação diária.
Local
As atividades ocorreram em auditórios e salas de reunião no centro de Brasília.
Os espaços foram escolhidos para acomodar palestras, oficinas e exposições simultâneas.
Instituições anfitriãs
O evento foi organizado pelo CNJ, o Conselho Nacional de Justiça.
A parceria incluiu o TST, o Tribunal Superior do Trabalho.
Ambos destacaram a importância da Gestão de Pessoas no serviço público.
Apoio e logística
Tribunais locais colaboraram com logística, credenciamento e suporte técnico nas salas.
Havia equipe dedicada para tradução, som e transmissão em tempo real.
Transmissão e participação
Parte da programação foi transmitida ao vivo pela internet, ampliando o alcance do evento.
Inscrições presenciais exigiam registro prévio, com vagas limitadas por sala.
Objetivos da política nacional de gestão de pessoas do Judiciário
A política nacional de gestão de pessoas do Judiciário visa alinhar práticas entre órgãos.
Ela busca dar mais valor ao trabalho dos servidores.
Valorização e desenvolvimento
Estimular a valorização profissional por meio de reconhecimento e planos de carreira claros.
Promover formação contínua com cursos práticos e trilhas de capacitação.
Saúde e bem-estar
Garantir ações de saúde física e mental para servidores no trabalho.
Programas de cuidado ajudam a reduzir estresse e afastamentos.
Gestão de desempenho e inovação
Implementar gestão de desempenho com metas claras e avaliação justa.
Gestão de desempenho é avaliar resultados e orientar o crescimento profissional.
Incentivar inovação e uso de tecnologia para agilizar rotinas e processos.
Diversidade, inclusão e governança
Promover igualdade, diversidade e inclusão em cargos e políticas internas.
Fortalecer governança com transparência e critérios objetivos nas decisões.
Integração e cooperação
Estimular articulação entre tribunais para trocar boas práticas e soluções.
Compartilhar políticas facilita replicar iniciativas que deram certo em outros locais.
Atração e retenção
Melhorar planos de carreira e benefícios para atrair talentos ao Judiciário.
Medidas de retenção incluem capacitação, reconhecimento e ambiente de trabalho saudável.
Programação: aula magna, painéis e oficinas temáticas
A programação combinou aula magna, painéis e oficinas temáticas em dias consecutivos.
Aula Magna
A aula magna reuniu autoridades e especialistas para abrir os debates do encontro.
Traz reflexões estratégicas sobre gestão de pessoas no serviço público.
Painéis
Os painéis abordaram temas práticos e políticos com casos reais apresentados.
Participantes puderam fazer perguntas e debater soluções aplicáveis nos tribunais.
Oficinas Temáticas
Oficinas foram mão na massa, com dinâmicas e ferramentas práticas testáveis.
Sessões curtas permitiram testar métodos e planejar ações locais com a equipe.
Formatos e duração
Cada atividade teve tempo definido e moderação para manter o foco.
Painéis duravam em média 45 minutos e oficinas variavam entre 60 e 90 minutos.
Temas prioritários
Foram priorizados temas como saúde ocupacional, carreira e inovação administrativa.
Também houve espaço para diversidade, inclusão e gestão de desempenho com exemplos práticos.
Interação e networking
Houve momentos destinados ao networking entre gestores e equipes de RH.
Essas trocas facilitaram a adoção de práticas entre tribunais de diferentes regiões.
Premiação e apresentação de práticas
A programação incluiu a apresentação de práticas inscritas na premiação nacional.
Vencedores mostraram resultados mensuráveis e caminhos claros para replicação.
Transmissão e materiais
Parte das sessões foi transmitida ao vivo pela internet e pelo YouTube.
Materiais, gravações e apresentações ficaram disponíveis para consulta posterior pelos participantes.
Inscrição e acesso
A inscrição previa registro online e confirmação por e-mail antes do evento.
Havia limites de vagas presenciais para garantir qualidade nas oficinas e debates.
2ª Premiação de Práticas em Gestão de Pessoas: propósito e critérios
2ª Premiação de Práticas em Gestão de Pessoas valoriza iniciativas que melhoram a gestão no Judiciário.
Propósito
Estimular troca de práticas entre tribunais e fortalecer o cuidado com servidores.
Critérios de avaliação
As propostas são julgadas por critérios claros e definidos no edital.
- Inovação: soluções novas ou adaptadas que simplificam atividades e trazem ganhos.
- Impacto: benefícios concretos para servidores, usuários ou eficiência dos serviços.
- Replicabilidade: facilidade para outros tribunais adotarem a mesma prática.
- Resultados mensuráveis: indicadores que demonstram melhorias e economia de recursos.
- Sustentabilidade: continuidade da ação sem depender de recursos provisórios.
- Inclusão: promoção da diversidade e participação de diferentes grupos.
- Viabilidade: custos e execução realistas e bem apresentados.
- Ética e compliance: respeito às normas e transparência no uso de dados.
Documentação exigida
É necessário anexar relatórios, indicadores e evidências que comprovem os resultados.
Provas podem incluir números, depoimentos e registros de execução das ações.
Processo de inscrição
Tribunais submetem projetos por formulário online dentro do prazo definido.
Cada proposta deve explicar objetivos, passos, custos e indicadores usados.
Júri e seleção
Comitê técnico analisa as propostas e seleciona as práticas mais representativas.
O julgamento foca impacto, base de evidência e potencial de réplica.
Premiação e divulgação
Vencedores recebem reconhecimento público e têm suas práticas divulgadas nacionalmente.
Essas iniciativas servem como referência para adoção em outros tribunais.
Benefícios diretos
A premiação incentiva melhorias reais no ambiente de trabalho dos servidores.
Práticas premiadas costumam gerar melhor clima, eficiência e mais economia.
Resultado da premiação e apresentação das iniciativas vencedoras
Resultado da premiação mostrou iniciativas práticas com impacto mensurável em vários tribunais.
Vencedores e suas iniciativas
Projetos premiados incluíram programas de saúde mental, formação e automação de processos simples.
Cada proposta explicou objetivos, indicadores e resultados alcançados com clareza.
Resultados apresentados
Foram mostrados indicadores como redução de afastamentos e melhoria do clima organizacional.
Alguns tribunais exibiram economia de recursos e ganho de produtividade mensurável.
Potencial de replicação
Os jurados avaliaram replicabilidade, isto é, facilidade de adoção em outros órgãos.
Projetos com baixo custo e etapas claras tendem a ser replicados com mais facilidade.
Apresentação pública
As iniciativas foram apresentadas em painéis, estandes e sessões de perguntas e respostas.
Houve demonstrações práticas, vídeos e depoimentos de servidores beneficiados pelas ações.
Reconhecimento e impactos
Vencedores receberam menções honrosas, troféus e possibilidades de apoio institucional para expansão.
O reconhecimento ajuda a divulgar práticas e atrair interesse de outros tribunais.
Próximos passos
Tribunais vencedores vão compartilhar manuais e indicadores para facilitar a implantação local.
Também haverá acompanhamento e troca entre gestores para ajustar e aprimorar as práticas.
Integração CNJ–TST e atuação integrada entre tribunais
Integração CNJ–TST fortalece a ação conjunta entre tribunais sobre gestão de pessoas.
A parceria facilita a troca de práticas, dados e apoio técnico entre equipes.
Como funciona a integração
Equipe do CNJ e do TST criam agendas comuns para discutir políticas e ações.
Reuniões periódicas, grupos temáticos e comitês técnicos organizam as atividades conjuntas.
Benefícios da atuação integrada
Melhora a qualidade das políticas e acelera a adoção de boas práticas nos tribunais.
Compartilhar soluções reduz gastos, evita retrabalho e melhora os resultados locais.
Mecanismos e ferramentas
Plataformas online reúnem manuais, modelos e vídeos para consulta rápida pelos servidores.
Webinars e cursos a distância permitem capacitação sem deslocamento e com mais alcance.
Repositório de práticas facilita replicação, ou seja, adoção em outros tribunais com passos claros.
Exemplos práticos
- Programa de saúde mental com atendimento online e grupos de apoio para servidores.
- Oficina de automação que reduz tarefas repetitivas e libera tempo para atividades estratégicas.
- Plano de carreira com metas claras e avaliação por competências, melhorando transparência.
Desafios e soluções
Diferenças de estrutura e orçamento entre tribunais podem limitar a integração imediata.
Soluções incluem apoio técnico, padronização mínima e projetos-piloto bem definidos e testados.
Próximos passos
Expandir canais de comunicação e criar guias práticos para adoção local das ações.
Manter avaliações periódicas para ajustar iniciativas com base em dados reais de desempenho.
Público-alvo e perfil dos participantes
Público-alvo: gestores, técnicos de RH, magistrados e servidores do setor público focados em gestão.
Perfis presentes
Também participam consultores, pesquisadores e representantes de tribunais e órgãos centrais regionais.
Houve presença de equipes de TI, comunicação e logística dos tribunais locais.
Nível de atuação
Participantes atuam desde áreas operacionais até direção e gestão estratégica nos tribunais.
Setores representados
Foram representados RH, saúde ocupacional, formação, tecnologia e gestão de pessoas judiciária.
Interesses e motivações
O público busca soluções práticas, troca de experiências e melhorias no ambiente de trabalho.
Muitos procuram ferramentas para medir impacto e tornar ações replicáveis em outros órgãos.
Formas de participação
Houve inscritos presenciais e participação virtual via transmissão ao vivo em plataformas oficiais.
Inscrições exigiam dados básicos, vínculo institucional e, às vezes, justificativa da participação.
Benefícios para participantes
Participantes saem com contatos, materiais e ideias práticas para aplicar localmente imediatamente.
Também ganham acesso a gravações e documentos para consulta depois do evento.
Boas práticas compartilhadas e exemplos apresentados
Boas práticas mostraram soluções simples e eficazes para gestão de pessoas no Judiciário.
Programas de saúde
Projetos de saúde mental ofereceram atendimento, grupos e ações preventivas online e presenciais.
Formação e capacitação
Trilhas de formação combinaram cursos curtos, mentorias e materiais práticos para servidores.
Oficinas práticas permitiram testar ferramentas e adaptar processos ao contexto local com rapidez.
Automação e tecnologia
Casos de automação reduziram tarefas repetitivas e liberaram tempo para atividades estratégicas.
Planos de carreira
Planos claros, com critérios objetivos, ajudaram na motivação e retenção de talentos.
Inclusão e diversidade
Práticas incluíram ações afirmativas e acessibilidade para servidores com diferentes necessidades e condições.
Métricas e indicadores
Projetos usaram indicadores simples para medir impacto e orientar decisões de gestão local.
Replicabilidade
Foram destacadas práticas de baixo custo, com passos claros para rápida adoção por outros tribunais.
Materiais e ferramentas
Manuais, modelos e vídeos foram disponibilizados para facilitar a implementação nas unidades locais.
Exemplos práticos
Houve relatos sobre programas de teleatendimento, automação de processos e avaliações por competências.
Troca entre tribunais
Espaços de diálogo favoreceram a troca de contatos, dúvidas e ajustes entre gestores.
Apoio à implementação
Algumas iniciativas receberam suporte técnico e orientação para ampliar alcance e sustentabilidade.
Como acompanhar o evento: transmissões pelo YouTube e materiais
Transmissões pelo YouTube permitiram acompanhar o evento ao vivo sem sair do escritório.
Como acessar
Entre no canal oficial do CNJ no YouTube e clique na transmissão ao vivo.
O site do CNJ e as redes sociais também divulgaram o link direto para a sessão.
Materiais disponíveis
Foram disponibilizados slides, gravações, programações e manuais para download no site.
Esses materiais ajudam a aplicar as práticas e a replicar iniciativas locais.
Gravações e acesso posterior
As sessões foram gravadas e ficaram disponíveis no canal para assistir depois.
Isso facilita revisar conteúdos e compartilhar vídeos com colegas que não puderam participar.
Interação ao vivo
Durante as transmissões havia chat ao vivo e sessões de perguntas moderadas.
Quem participava podia enviar dúvidas e ver respostas dos palestrantes em tempo real.
Certificados e comprovantes
Algumas atividades oferecem certificado; verifique o site do CNJ para instruções.
Geralmente é preciso preencher formulário ou confirmar presença para obter o documento.
Dicas para acompanhar
Assine o canal, ative notificações e teste a conexão antes das transmissões começarem.
Use fones, anote pontos-chave e volte à gravação para revisar partes importantes.
Busca e organização
Use a busca do canal por palavra-chave para encontrar vídeos por tema específico.
Organize links e arquivos em pastas para facilitar o uso das informações depois do evento.
Acesso para equipes
Compartilhe gravações e materiais com as equipes internas para multiplicar o aprendizado.
Reuniões locais podem adaptar os conteúdos mostrados para a realidade de cada tribunal.
Documentos e recursos: programação e matérias de apoio
Documentos e recursos reúnem programação, apresentações e matérias de apoio para gestores.
Programação e agenda
A programação oficial traz horários detalhados, locais e breve descrição de cada atividade.
Baixe a agenda em PDF para consultar horários, oficinas e palestras quando precisar.
Apresentações e slides
Foram disponibilizadas apresentações, slides e materiais complementares para cada painel e oficina.
Os arquivos incluem modelos, manuais e guias práticos para implantação local.
Gravações e vídeos
As sessões foram gravadas e ficam disponíveis no canal do CNJ para consulta.
Você pode rever palestras e oficinas quando tiver tempo e compartilhar com a equipe.
Materiais de apoio prático
Há manuais, checklists e modelos de documentos para facilitar a adoção das ações.
Formulários e orientações ajudam a seguir passos e medir resultados em cada tribunal.
Como acessar e baixar
Acesse o site do CNJ e a seção do evento para baixar os arquivos disponíveis.
Alguns materiais exigem login institucional ou confirmação de inscrição para realizar o download.
Dicas de uso
Organize os arquivos em pastas por tema para facilitar consultas futuras e treinamentos.
Compartilhe materiais com a equipe e adapte práticas à realidade e capacidade local.
Foco na gestão de pessoas
Os recursos têm foco em gestão de pessoas e na melhoria do ambiente de trabalho.
Use os materiais como base para projetos locais e para criar indicadores simples.
Impactos esperados na gestão de pessoas do Poder Judiciário
Gestão de Pessoas no Poder Judiciário tende a gerar mudanças concretas na rotina dos tribunais.
Bem-estar e saúde
Programas de saúde mental e apoio prático vão reduzir estresse e afastamentos.
Atenções à saúde facilitam a manutenção de servidores produtivos e motivados.
Capacitação e desenvolvimento
Trilhas de formação práticas e mentorias vão ampliar competências e a adaptabilidade.
Capacitação focada resulta em ações mais rápidas e melhores decisões locais.
Eficiência e automação
Automação de tarefas repetitivas libera tempo para atividades mais estratégicas.
Processos digitais bem desenhados reduzem erros e aceleram atendimento ao público.
Gestão de desempenho
Indicadores claros tornam avaliações mais justas e decisões mais transparentes.
Avaliação por competências ajuda a direcionar formação e promover justiça nas promoções.
Integração entre órgãos
Troca de práticas entre tribunais facilita a adoção de soluções testadas e eficazes.
Repositórios e redes de contato ajudam a replicar projetos com menos esforço.
Atração e retenção
Planos de carreira e reconhecimento tornam os tribunais mais atrativos para talentos.
Ambiente saudável e desenvolvimento profissional aumentam a permanência de bons servidores.
Impacto financeiro e produtividade
Melhor gestão tende a reduzir desperdício e usar melhor os recursos públicos.
Ganho de produtividade pode liberar orçamento para iniciativas de maior impacto social.
Cultura organizacional
Práticas que valorizam servidores criam clima mais colaborativo e menos rotatividade.
Lideranças preparadas são essenciais para sustentar mudanças e engajar equipes.
Avaliação contínua
Monitoramento com indicadores simples permite ajustes rápidos e baseados em dados.
Relatórios periódicos ajudam a medir avanços e compartilhar aprendizados entre tribunais.
Conclusão
A Gestão de Pessoas no Judiciário busca valorizar servidores e melhorar a eficiência dos serviços.
Ações em saúde, formação e automação reduzem afastamentos e elevam a produtividade no dia a dia.
Integração entre tribunais facilita a troca de práticas e acelera a adoção de soluções testadas.
Para implementar, use os materiais, participe das transmissões e troque experiências com outros tribunais.
Meça resultados com indicadores simples e ajuste as ações com base nos dados coletados.
Assim será possível ampliar boas práticas, melhorar o ambiente de trabalho e manter avanços constantes.
FAQ – Perguntas frequentes sobre o IV Encontro Nacional de Gestores de Pessoas
O que é o IV Encontro Nacional de Gestores de Pessoas?
É um evento promovido pelo CNJ em parceria com o TST para debater gestão de pessoas no Judiciário.
Quem pode participar do encontro?
Gestores, técnicos de RH, magistrados, servidores, consultores e pesquisadores interessados em gestão.
Como faço para assistir às transmissões pelo YouTube?
Acesse o canal oficial do CNJ, procure a transmissão ao vivo e ative as notificações do canal.
O que é a 2ª Premiação de Práticas em Gestão de Pessoas?
É um reconhecimento de iniciativas que geram impacto, replicabilidade e resultados mensuráveis nos tribunais.
Quais materiais ficam disponíveis após o evento?
Slides, gravações, manuais, programações e modelos práticos ficam disponíveis para download no site do CNJ.
Como um tribunal pode replicar uma prática premiada?
Baixe os materiais, siga os passos descritos, adapte ao contexto local e monitore com indicadores simples.
Fonte: www.CNJ.jus.br




