O Inventário GEE 2025 do STF registrou 2.771,09 toneladas de CO2e. Ele detalha fontes, ações de redução e metodologia certificada. Principais fontes são deslocamentos, consumo de energia e serviços terceirizados. O relatório recomenda reduzir viagens, priorizar videoconferências, modernizar equipamentos e investir em energia renovável. Remoções por reflorestamento ou compra de créditos ajudam a compensar emissões persistentes. Cálculos seguem normas internacionais e passaram por verificação externa para garantir transparência.
Inventário GEE 2025 aponta emissões totais de 2.771,09 toneladas de CO2e. O documento detalha fontes, medidas de redução, remoções e metodologia certificada.
Fontes de emissões
As principais fontes incluem deslocamentos, consumo de energia e serviços terceirizados. Resíduos e manutenção predial também contribuem para o total anual, mesmo que em menor escala.
- Deslocamentos: viagens aéreas, transporte rodoviário e deslocamentos diários institucional regular.
- Consumo de energia: uso de eletricidade em prédios e sistemas de ar condicionado.
- Serviços terceirizados: atividades contratadas que geram emissões indiretas na cadeia operacional externa.
- Resíduos e manutenção: tratamento de resíduos, obras e eventos que causam emissões.
Medidas de redução
As medidas visam reduzir viagens e otimizar o uso de energia nos prédios. Incentivos a videoconferência e teletrabalho podem cortar deslocamentos e custos operacionais rapidamente.
- Reduzir viagens e priorizar reuniões remotas sempre que possível.
- Melhorar eficiência energética com iluminação LED e equipamentos modernos.
- Instalar painéis solares e contratar energia renovável quando viável.
- Gerenciar compras e contratos para reduzir emissões da cadeia de fornecedores.
Remoções de carbono
Remoções de carbono significam retirar CO2 da atmosfera por meios práticos. Projetos de reflorestamento e conservação ajudam a sequestrar carbono de forma duradoura.
- Reflorestamento e restauração de áreas degradadas para capturar carbono no solo.
- Projetos de conservação que mantêm vegetação nativa e evitam emissões futuras.
- Compra de créditos certificados para compensar emissões que são difíceis de evitar internamente.
Metodologia certificada
A conta segue normas internacionais reconhecidas e passa por verificação independente externa. São usados fatores de emissão padronizados para garantir comparabilidade e transparência nos cálculos.
‘Fatores de emissão’ são números que estimam poluentes por atividade econômica ou uso. Isso ajuda a transformar consumo e deslocamento em toneladas de CO2e auditáveis.
Conclusão
O Inventário GEE 2025 mostra 2.771,09 toneladas de CO2e registradas no STF.
As maiores fontes são deslocamentos, consumo de energia e serviços terceirizados. O relatório também detalha remoções de carbono e metodologia certificada.
Medidas práticas incluem reduzir viagens, ampliar videoconferências e modernizar equipamentos. Instalar painéis solares e priorizar energia renovável podem cortar emissões com rapidez. Remoções via reflorestamento e créditos certificados ajudam a compensar o que resta. Transparência e verificação independente são essenciais para credibilidade e decisão pública. Agora é preciso transformar metas em ações concretas e acompanhadas.
FAQ – Inventário GEE 2025 do STF
O que é o Inventário GEE 2025?
É o levantamento das emissões de gases de efeito estufa do STF em 2025.
Qual foi o total de emissões registrado?
O inventário apontou 2.771,09 toneladas de CO2e no ano-base 2025.
Quais são as principais fontes de emissões?
As maiores fontes são deslocamentos, consumo de energia, serviços terceirizados e resíduos.
Quais medidas o STF planeja para reduzir emissões?
Reduzir viagens, priorizar videoconferências, modernizar equipamentos e ampliar energia renovável.
O que são remoções de carbono e como são aplicadas?
Remoções retiram CO2 da atmosfera por reflorestamento, conservação ou compra de créditos certificados.
Como é feita a verificação da metodologia?
A contagem segue normas reconhecidas e passa por verificação independente externa para garantir transparência.
Fonte: Noticias.stf.jus.br





