CNJ aprova formulário nacional para depoimento de crianças e adolescentes

O CNJ instituiu o Fonade como formulário nacional para o Depoimento Especial, com 38 perguntas que padronizam a escuta de crianças e adolescentes. O preenchimento obrigatório pelo entrevistador forense e o registro audiovisual visam proteger a integridade do relato e reduzir a revitimização. A medida se alinha à Lei 13.431/2017 e ao Decreto 9.603/2018 e exige infraestrutura, equipamentos e capacitação contínua dos profissionais. Dados anonimizados do Fonade podem embasar estudos, diagnósticos e o aperfeiçoamento de políticas públicas de proteção infantil.

Depoimento Especial ganha um padrão nacional com o novo Fonade — um formulário pensado para organizar informações e proteger crianças e adolescentes durante a escuta. Quer saber por que isso muda a prática nos tribunais?

Aprovação no Plenário do CNJ: contexto e votação unânime

CNJ aprovou o formulário nacional para Depoimento Especial por votação unânime no plenário.

O plenário é o grupo de conselheiros que decide normas e diretrizes do órgão.

A medida visa padronizar a escuta de crianças e adolescentes em todo o país.

A votação unânime mostra consenso entre os membros sobre a necessidade do formulário.

Houve debate técnico e apoio de organizações que atuam na proteção da infância.

A aprovação altera a resolução anterior e torna o Fonade de uso obrigatório.

O Fonade é um formulário com perguntas para organizar a escuta forense.

Escuta forense é a entrevista técnica usada em investigações envolvendo crianças.

Tribunais e instituições terão prazos para adaptação e para capacitar profissionais.

Especialistas dizem que a padronização ajuda a evitar erros e a revitimização.

Como foi a votação

A votação ocorreu em sessão plenária com todos os conselheiros presentes.

Foi aprovada sem votos contrários, após análise técnica e manifestações de apoio.

Emendas e ajustes técnicos foram debatidos antes da aprovação final.

Alteração da Resolução CNJ 299/2019: o que muda na prática

A mudança altera a Resolução CNJ 299/2019 e inclui o Fonade como padrão obrigatório.

Profissionais que conduzem a escuta devem preencher o formulário em cada caso.

Fonade organiza 38 perguntas que guiam a entrevista e coletam dados essenciais ao Depoimento Especial.

A escuta forense é a entrevista técnica usada para ouvir crianças e adolescentes.

Também exige registro audiovisual e observância de protocolos técnicos para garantir a validade.

Tribunais terão prazos para adaptar rotinas e treinar equipes que farão as escutas.

Os dados coletados poderão orientar políticas e estudos, sempre respeitando a privacidade.

O texto busca reduzir a revitimização e evitar perguntas repetidas ou desnecessárias.

Na prática, a medida tende a uniformizar procedimentos e melhorar a segurança jurídica.

Unificação facilita a troca de informações entre instituições e acelera as investigações judiciais.

O que é o Fonade: conceito e objetivos do formulário

Fonade é o formulário nacional que padroniza o Depoimento Especial.

Ele contém 38 perguntas organizadas em eixos que orientam a entrevista técnica.

Objetivos do Fonade

Padronizar a escuta para reduzir diferenças entre instituições e regiões.

Proteger crianças e adolescentes ao evitar perguntas repetidas e invasivas.

Coletar dados úteis para investigação, diagnóstico e políticas públicas.

Aprimorar a qualidade das provas e a segurança jurídica dos processos.

Como funciona na prática

O entrevistador forense preenche o Fonade durante ou logo após a sessão.

O formulário guia perguntas, registra condições da escuta e anota respostas relevantes.

Também exige registro audiovisual e sigilo para proteger a privacidade da vítima.

Os dados podem ser usados em estudos, com cuidados de anonimização.

Estrutura e uso

As 38 questões cobrem perfil, contexto, possíveis lesões e circunstâncias do fato.

Algumas perguntas são técnicas; elas explicam o que se investiga de forma clara.

Profissionais recebem capacitação para usar o formulário de forma sensível.

Impacto esperado

Espera-se mais coesão entre tribunais, delegacias e serviços de assistência social.

A padronização pode reduzir a revitimização e acelerar o andamento processual.

Obrigatoriedade de preenchimento pelo entrevistador forense

O preenchimento do Fonade é obrigatório para o entrevistador forense em cada caso.

O entrevistador forense é o profissional treinado para conduzir a escuta técnica.

Ele usa o formulário para registrar perguntas, contexto e respostas essenciais ao processo.

O formulário ajuda a organizar dados e reduzir repetições prejudiciais na escuta.

Responsabilidades

O entrevistador deve preencher o Fonade durante ou logo após a sessão de escuta.

Também deve vincular o registro ao arquivo audiovisual e aos autos do processo.

É preciso manter sigilo e proteger informações sensíveis da criança ou adolescente.

Profissionais recebem capacitação para usar o formulário de forma correta e empática.

Consequências e exceções

A falta de preenchimento pode comprometer a prova e a proteção da vítima.

Quando houver impedimento, é necessário justificar por escrito e registrar a razão.

Órgãos terão normas para fiscalizar o cumprimento e apoiar a implantação local.

Estrutura do formulário: 38 questões e eixos temáticos

O Fonade é composto por 38 questões divididas em eixos temáticos.

Cada eixo foca em um aspecto da escuta e da proteção da criança.

Eixos principais

O eixo de perfil reúne dados como idade, sexo e vínculo familiar.

O eixo de contexto descreve local, tempo e circunstâncias do fato.

O eixo de relato registra a narrativa da criança com atenção à linguagem.

O eixo de lesões e sinais anota ferimentos, exames e observações médicas.

O eixo da entrevista documenta ambientes, presença de terceiros e tempo de escuta.

O eixo de medidas protetivas indica ações imediatas para garantir a segurança da vítima.

Formato das perguntas

As 38 questões combinam perguntas abertas e objetivas para captar detalhes relevantes.

Algumas questões são técnicas; elas ajudam peritos e profissionais no laudo.

O formulário traz orientações claras sobre como registrar respostas e observações.

O Fonade também pede registro audiovisual e informações sobre o procedimento adotado.

Os dados coletados servem para prova, estudos e aperfeiçoamento de políticas públicas.

Há recomendações para anonimizar informações em estudos e relatórios públicos.

Dados coletados: perfil da criança, condições e estrutura da escuta

Fonade coleta dados sobre o perfil da criança e o contexto da escuta.

Perfil

O perfil inclui idade, sexo, escolaridade e vínculo familiar com cuidado.

Também se anotam informações sobre saúde e necessidades especiais, se houver.

Condições da escuta

As condições registram local, horário, pessoas presentes e tempo de duração.

O estado emocional da criança e a presença de acompanhantes também são anotados.

Estrutura da escuta

A estrutura documenta fases da entrevista, perguntas feitas e técnicas utilizadas pelo profissional.

Registro de pausas, recursos lúdicos usados e esclarecimentos ao depoente também entram no formulário.

O registro audiovisual é obrigatório e serve para preservar a integridade da prova.

Anonimizar significa remover nomes e dados que identifiquem a criança antes de estudos.

Dados coletados servem para investigação, diagnóstico e aprimoramento de políticas públicas.

O formato padronizado ajuda a evitar repetições e a reduzir a revitimização da criança.

As informações podem ser compartilhadas entre órgãos, respeitando sigilo e proteção de dados.

Proteção e prevenção da revitimização: recomendações essenciais

Revitimização acontece quando a criança sofre dano emocional por novas entrevistas ou procedimentos.

O objetivo é reduzir esse risco com medidas práticas e centradas na vítima.

No Depoimento Especial, a proteção deve ser prioridade em cada fase da escuta.

Equipe e formação

Profissionais devem ser treinados em técnicas de escuta forense específicas para crianças.

Escuta forense é uma entrevista técnica que busca ouvir sem causar mais trauma.

Ambiente e procedimentos

Use sala amigável, com móveis baixos e cores neutras, para deixar a criança à vontade.

Permita pausas, recursos lúdicos e tempo suficiente para respostas sem pressão.

Roteiro e perguntas

Evite perguntas sugestivas ou repetitivas que possam orientar ou confundir a criança.

Use linguagem simples e explique termos difíceis quando for necessário, com calma.

Documentação e privacidade

Registre a sessão com vídeo, mas garanta acesso restrito e armazenamento seguro dos arquivos.

Anonimize dados para estudos, ou seja, retire nomes e identificadores pessoais antes.

Apoio e encaminhamentos

Ofereça suporte psicológico e social logo após a escuta, conforme a necessidade da criança.

Coordene ações com saúde, assistência social e segurança para promover proteção contínua.

Monitoramento e avaliação

Avalie rotinas e capacitação periodicamente para identificar falhas e melhorar práticas.

Dados padronizados ajudam a medir impacto e a ajustar políticas públicas locais.

Origem da proposta: contribuição da Abraminj ao CNJ

A Abraminj apresentou contribuições técnicas ao CNJ que apoiaram a criação do Fonade.

Quem é a Abraminj

Abraminj reúne profissionais de diferentes áreas que atuam na proteção infantil.

Inclui psicólogos, assistentes sociais, juristas e peritos, entre outros.

Formas de contribuição

A entidade enviou notas técnicas e propostas de perguntas para o formulário.

Também participou de debates, workshops e reuniões com conselheiros do CNJ.

Sugeriu critérios para proteger a criança e evitar a revitimização.

Sugestões técnicas

Propôs linguagem simples e perguntas que respeitem o ritmo da criança.

Indicou registro audiovisual de qualidade e orientações claras sobre sigilo dos dados.

Colaboração e impacto

A atuação da Abraminj fortaleceu o diálogo entre sociedade civil e poder público.

Suas contribuições ajudaram a moldar o conteúdo e a forma do Fonade.

Isso tende a melhorar a proteção e a qualidade da escuta forense.

Relação com a Lei 13.431/2017 e o Decreto 9.603/2018

Lei 13.431/2017 e o Decreto 9.603/2018 criaram regras para a escuta especializada de crianças.

Essas normas visam proteger vítimas e evitar a revitimização durante investigações.

Principais dispositivos

A lei definiu procedimentos para ouvir crianças sem causar novo trauma.

Determinou equipes qualificadas, entrevistas em locais apropriados e registro audiovisual.

Como o Fonade se relaciona

O Fonade complementa a lei ao padronizar perguntas e registros na escuta.

Ele traduz exigências legais em campos claros para profissionais e peritos.

Impactos práticos

A combinação da lei, do decreto e do formulário fortalece a proteção no processo.

Garante padronização, melhora a qualidade das provas e reduz entrevistas repetidas.

Conformidade e cumprimento

Órgãos públicos devem adaptar rotinas e capacitar profissionais para cumprir as regras.

Fiscalização e troca de informações entre instituições são essenciais para a eficácia.

O foco é proteger a criança, garantir o Depoimento Especial e resguardar direitos.

Registro audiovisual e protocolos técnicos exigidos

Registro audiovisual é obrigatório para documentar a escuta e proteger a integridade da prova.

As gravações devem captar áudio e imagem com qualidade suficiente para análise.

É recomendável usar equipamentos discretos, sem intimidar a criança ou influenciar respostas.

Requisitos do registro

O registro deve ter identificação, data, hora e informações sobre os presentes.

Metadados como carimbo de tempo ajudam a garantir sequência e autenticidade do arquivo.

Segurança e armazenamento

Os arquivos precisam de armazenamento seguro, com controles de acesso e cópias de segurança.

Criptografia protege o conteúdo contra acesso não autorizado durante transmissão e guarda.

Registro e preservação seguem protocolos que definem prazos, responsáveis e cadeia de custódia.

Acesso e utilização

O acesso às gravações deve ser restrito e autorizado por equipes responsáveis.

Para estudos ou treinamento, os arquivos devem ser anonimizados e protegidos adequadamente.

O registro audiovisual complementa o Fonade e fortalece a prova no processo.

Protocolo Brasileiro de Entrevista Forense e boas práticas

Protocolo Brasileiro de Entrevista Forense orienta entrevistas técnicas com crianças de forma padronizada.

Princípios básicos

O protocolo prioriza a proteção, o cuidado e a escuta centrada na criança.

Busca reduzir traumas e evitar perguntas que direcionem as respostas.

Fases da entrevista

A primeira fase foca em acolher e criar vínculo com a criança.

Depois vem a fase de relato livre, em que se escuta sem interromper.

Na fase seguinte, o entrevistador usa perguntas abertas para esclarecer pontos essenciais.

Técnicas e linguagem

Use linguagem simples e adapte termos ao nível de compreensão da criança.

Evite palavras complexas e explique termos técnicos quando forem necessários.

Não faça perguntas sugestivas; prefira perguntas neutras e objetivas.

Ambiente e recursos

O local deve ser seguro, acolhedor e com mobiliário adequado para crianças.

Recursos lúdicos podem ajudar, desde que não influenciem o relato.

Equipe e formação

Profissionais precisam de capacitação específica em entrevista forense e proteção infantil.

O trabalho deve ser multidisciplinar, com apoio de psicologia e assistência social.

Registro e documentação

Registre a sessão em áudio e vídeo com qualidade adequada e segurança.

Preencha instrumentos padronizados, como o Fonade, para garantir consistência.

Boas práticas

Respeite ritmo da criança, permita pausas e ofereça suporte pós-entrevista.

Anonymize dados para estudos e limite o acesso às gravações conforme regras.

Seguir o protocolo aumenta proteção e a confiabilidade do Depoimento Especial.

Análises técnicas: limitação de perguntas após o depoimento

Análises técnicas avaliam o depoimento e orientam a limitação de perguntas posteriores.

O objetivo é proteger a integridade do relato e evitar influências externas.

Por que limitar perguntas

Perguntas repetidas podem confundir a criança e alterar o conteúdo relatado.

Limitar perguntas reduz a chance de revitimização e preserva a prova.

Critérios técnicos

Peritos e entrevistadores usam critérios para decidir se novas perguntas são necessárias.

Critérios incluem coerência do relato, clareza das respostas e risco de dano emocional.

Perito é o profissional que analisa provas e dá opinião técnica sobre os fatos.

Quando é permitido perguntar

Novas perguntas são permitidas apenas para esclarecer pontos essenciais do relato.

Questões que explorem detalhes irrelevantes ou sensacionalistas devem ser evitadas.

Forma e registro

Qualquer pergunta adicional deve ser registrada no Fonade e no arquivo audiovisual.

O registro garante transparência e possibilita revisão técnica por outros especialistas.

Impacto no processo

Limitar perguntas aumenta a confiabilidade do Depoimento Especial como prova.

Medidas técnicas assim também ajudam a proteger a criança durante todo o processo.

Impactos para tribunais: implementação e capacitação necessária

Tribunais enfrentarão desafios práticos na implementação do Fonade e das rotinas.

Será preciso adaptar salas, equipamentos e fluxos para realizar escutas especializadas com segurança.

Gestores devem planejar orçamentos e definir responsáveis por cada etapa operacional.

Infraestrutura

Sala adequada precisa ser equipada com móveis baixos e recursos lúdicos discretos.

Também é necessário equipamento audiovisual de boa qualidade para registrar com clareza a escuta.

Capacitação

Profissionais precisam de formação específica em entrevista forense e atendimento centrado na criança.

Treinamentos práticos e supervisão contínua ajudam a manter a qualidade das escutas forenses.

Recursos e prazos

Tribunais devem prever recursos financeiros e tempo para implementar o formulário e treinar equipes.

Prazos realistas facilitam adaptação e reduzem erros na aplicação do novo procedimento.

Monitoramento e avaliação

É fundamental criar indicadores para acompanhar implantação e medir eficácia das escutas padronizadas.

Relatórios periódicos e auditorias sociais ajudam a identificar falhas e promover melhorias constantes.

Benefícios esperados

Com implementação e capacitação, tribunais podem obter escutas mais seguras e confiáveis para decisões.

Padronização facilita cooperação entre órgãos e acelera processos que protegem a criança vítima.

Uso dos dados: estudos, diagnósticos e aperfeiçoamento de políticas

Dados coletados pelo Fonade podem orientar estudos e diagnósticos sobre violência infantil.

Pesquisas usam esses dados para entender padrões e onde os casos mais ocorrem.

Diagnósticos e prioridades

Diagnósticos ajudam gestores a identificar regiões e serviços que precisam de apoio urgente.

Com dados padronizados, dá para planejar capacitação, abranger serviços e alocar verbas.

Melhoria de políticas públicas

Políticas públicas se aperfeiçoam quando são baseadas em evidências claras e confiáveis.

Dados do Fonade apontam falhas e permitem ajustar protocolos e rotinas locais.

Proteção de privacidade

Antes de usar para estudo, os dados devem ser anonimizados para proteger as vítimas.

Anonimizar significa tirar nomes e dados que identifiquem diretamente a criança.

Regras de acesso limitam quem pode ver os arquivos e com que finalidade.

Uso responsável e colaboração

Órgãos e pesquisadores precisam firmar termos e seguir protocolos éticos rigorosos.

Compartilhar informação entre serviços melhora a resposta e reduz repetição de entrevistas.

Dados bem usados ajudam a criar programas de prevenção e apoio continuado às vítimas.

Conclusão

O Fonade traz padronização ao Depoimento Especial, aumentando segurança e confiança nas escutas.

Com perguntas estruturadas e registro audiovisual, evita repetições que podem revitimizar a criança.

A implementação exige infraestrutura e capacitação, mas promete procedimentos mais claros e eficientes.

Os dados padronizados servem para estudos, diagnósticos e aperfeiçoamento de políticas públicas.

Proteção da privacidade e formação contínua são essenciais para o bom uso do formulário.

No fim, a medida busca garantir a escuta qualificada e a proteção da criança vítima.

FAQ – Perguntas frequentes sobre o Fonade e o Depoimento Especial

O que é o Fonade?

O Fonade é o formulário nacional com 38 questões que padroniza o Depoimento Especial.

Quem deve preencher o Fonade?

O entrevistador forense é responsável por preencher o formulário durante ou logo após a escuta.

O registro audiovisual é obrigatório no procedimento?

Sim. A gravação em áudio e vídeo é exigida para documentar a escuta e preservar a prova.

Como o Fonade ajuda a evitar a revitimização?

Ele organiza perguntas, evita repetições e orienta técnicas que respeitam o ritmo da criança.

O que tribunais precisam para implementar o Fonade?

Precisam de salas adequadas, equipamentos, recursos financeiros e capacitação contínua dos profissionais.

Como os dados do Fonade podem ser usados em políticas públicas?

Os dados servem para estudos e diagnósticos, desde que sejam anonimizados e protegidos por regras éticas.

Fonte: www.cnj.jus.br

Ademilson Carvalho

Dr. Ademilson Carvalho é advogado com atuação destacada em todo o Estado do Rio de Janeiro, São Paulo e demais regiões do Brasil. Com sólida experiência, sua missão é garantir a proteção dos direitos e garantias fundamentais de cada cliente, atuando com estratégia, ética e eficiência em todas as fases processuais. Como CEO do Direito Hoje Notícias, o Dr. Ademilson Carvalho lidera a equipe com uma visão clara: transformar a maneira como o Direito é compreendido e acessado no Brasil. Ele tem sido a força motriz por trás da nossa missão de descomplicar informações complexas e entregá-las com precisão e relevância. Sua paixão pela educação jurídica e inovações para os meios de Comunicação garante que o Direito Hoje Notícias continue sendo a principal referência para profissionais e cidadãos que buscam conhecimento e orientação no universo legal.

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