O CNJ promoveu a 4ª edição do Judiciário Sustentável para integrar sustentabilidade ao Judiciário, com destaque para o 10º Balanço de Sustentabilidade (ano-base 2025) e a pesquisa sobre ‘Crimes contra a Flora na Amazônia Legal’. A iniciativa trouxe parcerias técnicas, como DPJ/CNJ com o UNODC, apresentou o Plano de Logística Sustentável (PLS) alinhado a critérios ESG e premiou iniciativas pelo Prêmio Juízo Verde. Espera-se aumento de processos ambientais por melhor monitoramento por satélite e denúncias, enquanto a digitalização e a capacitação de juízes e peritos prometem acelerar a tramitação e fortalecer provas técnicas. Inscrições e programação ficam disponíveis no site do CNJ, permitindo acesso a debates, pesquisas e materiais que orientam ações judiciais e políticas públicas ambientais.
Judiciário Sustentável convoca juristas, magistrados e especialistas para debater como o sistema de Justiça pode enfrentar crimes ambientais e fomentar práticas verdes. Quer saber o que muda na prática? A edição traz o 10º Balanço de Sustentabilidade e uma pesquisa inédita sobre a Amazônia.
Programação e data da 4ª edição do Judiciário Sustentável
Judiciário Sustentável terá sua 4ª edição com programação voltada à justiça e ao meio ambiente. O CNJ reúne juristas, pesquisadores e gestores para debater práticas sustentáveis.
Datas e local
A 4ª edição terá datas divulgadas oficialmente pelo CNJ. O evento costuma durar dois dias, com atividades pela manhã e tarde. Consulte a página do CNJ para confirmar as informações.
Formato do evento
O encontro será híbrido, com presença física e transmissão online. Mesas e painéis são transmitidos ao vivo. Alguns workshops exigem inscrição separada.
Principais atividades
- Painéis temáticos sobre crimes ambientais e políticas públicas.
- Lançamentos de pesquisas e balanços de sustentabilidade.
- Oficinas práticas sobre logística e boas práticas judiciais.
- Entrega do Prêmio Juízo Verde a projetos destacados.
Como acessar a programação
A programação completa fica no site do CNJ, atualizada em tempo real. Você pode baixar o cronograma em PDF ou consultá-lo online. Verifique horários, salas e links de transmissão antes do evento.
Inscrições e participação
As inscrições são feitas online no portal do CNJ. Vagas presenciais podem ser limitadas, então inscreva-se cedo. Participantes online recebem instruções por e-mail.
Certificados e comprovação
Geralmente há emissão de certificados para quem participa das atividades. Guarde seu comprovante de presença ou participe até o fim para receber o certificado. Consulte os critérios no site do evento.
Agenda prática
Planeje sua participação consultando a agenda por dia e sessão. Escolha palestras e oficinas que mais interessam a você. Monte um roteiro para não perder os temas-chave.
Transmissão e gravações
As mesas principais costumam ser gravadas e disponibilizadas depois. Se não puder assistir ao vivo, confira as gravações no canal indicado pelo CNJ. Isso facilita acompanhar temas perdidos.
Participação internacional
O evento pode contar com convidados internacionais e parcerias. Haverá momentos para perguntas e debates com especialistas estrangeiros. A presença global enriquece as discussões.
Networking e oportunidades
O Judiciário Sustentável favorece contatos entre magistrados e profissionais. Leve seus dados para trocar contato com participantes. Essas conexões podem virar parcerias futuras.
Dicas para participar online
Verifique sua conexão e use fones para ouvir melhor. Entre nos links alguns minutos antes do início. Ative o nome real na transmissão para facilitar o networking.
Onde buscar mais informações
Para detalhes, consulte a página oficial do CNJ ou as redes sociais do órgão. Lá estão links, formulários e instruções atualizadas. Fique atento a comunicados de última hora.
Apresentação do 10º Balanço de Sustentabilidade do Poder Judiciário (ano-base 2025)
Balanço de Sustentabilidade do Poder Judiciário 2025 reúne dados, metas e resultados do sistema de Justiça. Ele traz números sobre consumo, emissões e ações socioambientais.
Destaques do relatório
- Redução de consumo de energia em prédios e tribunais por medidas de eficiência.
- Menor emissão de gases pela redução de viagens e digitalização de processos.
- Adoção de práticas de gestão de resíduos e economia circular nos foros.
- Programas de formação e sensibilização para magistrados e servidores sobre sustentabilidade.
Indicadores e métricas
O relatório apresenta indicadores claros para cada área de atuação. São medidos consumo, emissões e geração de resíduos por unidade.
Metas e prazos
Metas têm prazos definidos para curto, médio e longo prazo. Elas orientam políticas e investimentos sustentáveis no Judiciário.
Iniciativas em curso
Projetos incluem iluminação eficiente, painéis solares e digitalização de procedimentos. Há também ações de logística sustentável e compras verdes.
ESG explicado
ESG significa ambiental, social e governança. Aqui, o foco é reduzir impactos e melhorar a gestão pública.
Metodologia e transparência
Dados foram coletados em todos os tribunais e validados por auditoria interna. O processo busca garantir clareza e confiabilidade.
Resultados práticos
Algumas unidades já reduziram custos e pouparam recursos naturais. Projetos-piloto mostram ganhos operacionais e ambientais.
Impacto nos processos
A digitalização acelera a tramitação e reduz papel. Isso diminui custos e melhora o acesso à Justiça.
Participação e parceiros
O CNJ atuou com tribunais, universidades e organismos internacionais. Essas parcerias fortalecem pesquisa e implementação de boas práticas.
Como consultar o balanço
O relatório está disponível no site do CNJ para download. Você pode acessar tabelas e gráficos com dados detalhados.
Próximos passos
Haverá divulgação de planos de ação e monitoramento contínuo. Tribunais devem alinhar suas metas às diretrizes nacionais.
Lançamento da pesquisa ‘Crimes contra a Flora na Amazônia Legal’
Pesquisa ‘Crimes contra a Flora’ traz dados inéditos sobre desmatamento. Ela também analisa extração ilegal e zonas de risco.
Objetivo da pesquisa
O estudo busca orientar ações de prevenção e investigação. Ajuda a identificar padrões, responsáveis e áreas prioritárias.
Metodologia
Foram usadas imagens de satélite e bases de órgãos fiscais. Também houve entrevistas com comunidades e órgãos de controle. Amazônia Legal inclui estados da bacia amazônica e áreas adjacentes.
Principais achados
- Hotspots de desmatamento concentrados em corredores específicos.
- Uso de grilagem para apropriação irregular de terras.
- Conexão entre desmate e mercados ilegais de madeira.
- Baixa taxa de investigação e responsabilização penal.
Implicações para a Justiça
A pesquisa oferece subsídios para ações penais e civis. Pode orientar pedidos de tutela e medidas cautelares. Serve também para pedidos de perícia (análise técnica) em processos judiciais.
Parcerias e apoio
O estudo contou com CNJ, DPJ e UNODC, além de universidades. Essas parcerias ampliam a coleta e a credibilidade dos dados.
Acesso aos dados
O relatório e os mapas estão disponíveis no site do CNJ para download. Há dashboards e tabelas para consulta pública e uso técnico.
Uso prático
Promotores, juízes e polícia ambiental podem usar os dados para priorizar casos. Pesquisadores e ONGs encontrarão informações para políticas e projetos.
Recomendações
- Fortalecer a troca de dados entre órgãos fiscais e judiciais.
- Ampliar o uso de monitoramento por satélite em tempo real.
- Capacitar servidores para interpretar dados ambientais.
- Promover ações integradas com comunidades locais.
Parceria entre o DPJ/CNJ e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC)
DPJ/CNJ e o UNODC firmaram parceria técnica para fortalecer ações contra crimes ambientais.
Áreas de atuação
- Compartilhamento e análise de imagens de satélite para identificar desmatamento e extração ilegal.
- Capacitação de promotores, juízes e policiais em técnicas de investigação ambiental.
- Apoio técnico em perícias ambientais, que são análises técnicas usadas como prova.
- Desenvolvimento de protocolos de cooperação entre órgãos nacionais e internacionais.
- Promoção de pesquisas e produção de relatórios para orientar políticas públicas.
Atividades previstas
Treinamentos práticos para preservação de provas e adequada cadeia de custódia.
Intercâmbio de especialistas para acompanhar investigações em campo e análises laboratoriais.
Criação de painéis online com dados integrados e mapas interativos.
Assessoria jurídica para formular medidas cautelares e pedidos de cooperação internacional.
Benefícios para a Justiça
- Maior rapidez na identificação de crimes e definição de áreas prioritárias para ação.
- Evidências mais robustas tornam processos penais e civis mais efetivos.
- Integração entre órgãos reduz retrabalho e melhora a coordenação operacional.
- Capacitação contínua amplia o conhecimento técnico de servidores e juízes.
Compartilhamento de dados e tecnologia
O uso de imagens de satélite e bases integradas facilita provas e investigações.
Plataformas digitais permitem cruzar informações e gerar mapas de risco em tempo real.
Proteção de dados e privacidade são tratadas por protocolos acordados entre os parceiros.
Desafios e recomendações
- Garantir financiamento estável e sustentável para manter projetos a longo prazo.
- Harmonizar procedimentos entre estados e tribunais para evitar conflitos de competência.
- Investir em capacitação contínua para interpretar dados e tecnologias novas.
- Assegurar transparência com divulgação de relatórios públicos e indicadores.
Principais palestrantes: conselheiros, juízes e ministros
Palestrantes incluem conselheiros, juízes e ministros que atuam em temas socioambientais e judiciais.
Perfis dos palestrantes
São autoridades com experiência em políticas públicas e gestão de recursos naturais federais.
Alguns têm histórico em tribunais superiores, outros lideram projetos de sustentabilidade locais.
Temas que vão tratar
- Jurisprudência ambiental e medidas judiciais para proteção da flora.
- Eficiência energética e redução de emissões nos prédios do Judiciário.
- Logística sustentável, compras públicas verdes e economia circular no setor público.
- Cooperação internacional em investigações sobre danos ambientais.
Contribuição prática
Os palestrantes trazem exemplos de casos e políticas que deram certo na prática.
Eles explicam como decisões judiciais podem pressionar ações de prevenção e reparação.
O que esperar das sessões
Haverá apresentações, mesas redondas e debates com espaço para perguntas da plateia.
As discussões vão mostrar soluções aplicáveis por juízes, promotores e gestores locais.
Dicas para participar
Escolha as palestras que melhor se alinham ao seu trabalho ou interesse no tema.
Chegue cedo para garantir assento e usar o tempo para fazer networking.
Interação e continuidade
Procure anotar contatos e seguir pesquisas citadas pelos palestrantes após o evento.
As apresentações costumam disponibilizar materiais e referências na página do CNJ.
Mesa redonda sobre inovações na jurisdição ambiental brasileira
Mesa redonda vai discutir inovações na jurisdição ambiental brasileira e práticas judiciais aplicáveis.
Temas centrais
Os temas incluem monitoramento por satélite, digitalização, provas técnicas e cooperação ampla entre órgãos.
Tecnologias em foco
- Monitoramento por satélite usa imagens frequentes para detectar desmatamento e atividades ilegais rapidamente.
- Sistemas digitais processuais reduzem papel, agilizam decisões e melhoram gestão de processos ambientais.
- Inteligência artificial cruza bases públicas para identificar padrões e priorizar investigações complexas.
- Mapas interativos e dashboards ajudam juízes a visualizar riscos e tomar decisões mais rápidas.
Procedimentos e provas
A mesa trata de coleta de provas ambientais e de sua validade em juízo.
Perícia ambiental é explicada como análise técnica que sustenta decisões judiciais complexas.
Cooperação e formação
Debatem-se protocolos de cooperação entre tribunais, polícia ambiental, ministérios e órgãos federais.
Capacitação contínua é proposta para juízes e servidores lidarem com novos dados e tecnologias.
Impactos práticos
Espera-se decisões mais rápidas e melhores medidas de proteção ao meio ambiente.
Integração tecnológica pode aumentar eficiência, reduzir impunidade e preservar áreas sensíveis no país.
Como acompanhar
Siga a transmissão do CNJ e consulte materiais e atas publicadas depois do evento.
Palestra: Justiça Socioambiental, Economia Verde e o papel do Judiciário
Palestra aborda justiça socioambiental, economia verde e o papel do Judiciário na prática.
Será apresentada visão prática sobre como decisões podem proteger pessoas e natureza.
Conceitos-chave
Justiça socioambiental busca equilibrar direitos humanos com proteção e uso sustentável do ambiente.
Economia verde foca atividades econômicas que reduzem impactos e geram empregos sustentáveis.
Tutela judicial significa medidas legais que protegem recursos naturais antes do dano aumentar.
Papel do Judiciário
- Garantir acesso à justiça para comunidades afetadas por danos ambientais e sociais.
- Conceder medidas cautelares para frear obras ou exploração ilegal de áreas imediatamente.
- Determinar reparação e medidas de compensação para reparar danos ambientais comprovados rapidamente.
- Orientar políticas públicas com decisões que criam precedentes para gestão ambiental.
Instrumentos e medidas
- Ação civil pública (processo coletivo) permite proteção de comunidades e bens ambientais.
- Medidas cautelares incluem bloqueio de bens e suspensão imediata de atividades ilegais.
- Perícia ambiental oferece dados técnicos, usados como prova concreta em processos judiciais.
- Tutela coletiva agiliza soluções que beneficiam grupos e ecossistemas afetados.
Interação com a economia verde
A economia verde promove negócios que reduzem emissões e protegem recursos naturais locais.
Decisões judiciais podem incentivar práticas de mercado limpo e compras públicas verdes.
O Judiciário avalia impactos socioeconômicos antes de autorizar grandes empreendimentos influentes.
Capacitação e uso de dados
Capacitação é essencial: juízes e servidores precisam entender dados ambientais e mapas.
Uso de satélites e sistemas digitais melhora precisão e velocidade das decisões judiciais.
Participação e transparência
Espaços de debate permitem ouvir comunidades, cientistas e agentes públicos sobre soluções.
Divulgação de decisões e métricas fortalece a confiança e orienta práticas sustentáveis.
Como acompanhar
Acompanhe cursos e materiais divulgados pelo CNJ para aprofundar o tema jurídico e prático.
Entrega do Prêmio Juízo Verde aos vencedores
Prêmio Juízo Verde reconhece iniciativas que promovem sustentabilidade dentro do Judiciário.
Critérios
- Inovação com impacto ambiental comprovado nas rotinas e práticas dos tribunais.
- Eficiência no uso de recursos como água, energia e redução de geração de resíduos.
- Participação ativa da comunidade e benefícios sociais para populações locais.
- Reprodutibilidade: práticas claras e replicáveis que outros tribunais possam adotar.
Categorias
- Gestão sustentável em unidades judiciárias de grande porte e impacto regional.
- Projeto tecnológico que monitora e reduz impactos ambientais em processos e foros.
- Iniciativa comunitária que integra cidadãos, ONGs e tribunais em ações locais.
Processo de seleção
Uma comissão técnica avalia propostas e visita iniciativas selecionadas para validar dados.
Os critérios consideram resultados mensuráveis, evidências técnicas e depoimentos de beneficiários.
Exemplos de vencedores
Projetos que reduziram consumo de energia e adotaram painéis solares já foram premiados.
Iniciativas de logística sustentável e redução de papel também receberam reconhecimento nacional.
Impacto prático
- Redução de custos operacionais e menor pegada ambiental nas unidades judiciárias.
- Melhora na imagem institucional e estímulo a compras públicas verdes pelo setor.
- Fortalecimento de parcerias com comunidades e organizações ambientais locais.
Como participar
Inscrições são feitas no site do CNJ com formulário e documentação comprobatória.
Prepare relatórios claros, dados mensuráveis e relatos de impacto comunitário para avaliação.
Cerimônia e visibilidade
A entrega do prêmio ocorre em evento oficial com cobertura e divulgação institucional.
Projetos vencedores ganham destaque em publicações e redes do CNJ e parceiros.
Monitoramento após o prêmio
Há acompanhamento das iniciativas para verificar continuidade e resultados ao longo do tempo.
Relatórios de impacto ajudam a replicar as práticas em outros tribunais interessados.
Objetivos do Plano de Logística Sustentável (PLS) e critérios ESG
Plano de Logística Sustentável (PLS) orienta ações para reduzir impactos e aumentar eficiência no Judiciário.
Objetivos do PLS
Reduzir consumo de energia, água e material descartável nos prédios judiciais.
O plano busca otimizar transporte, estoques e rotas de distribuição interna.
Promover compras verdes e priorizar fornecedores com práticas sustentáveis certificadas.
O que é ESG
ESG reúne critérios ambientais, sociais e de governança para avaliar práticas institucionais.
Ambiental trata de emissões, resíduos e uso racional dos recursos naturais.
Social foca inclusão, segurança do trabalho e impacto positivo nas comunidades locais.
Governança refere-se a transparência, controles e prestação de contas públicas.
Critérios aplicados no PLS
- Compras públicas verdes priorizam produtos com menor impacto ambiental e certificação.
- Logística otimizada reduz deslocamentos e consumo de combustíveis fósseis.
- Gestão de resíduos prioriza redução, reutilização e reciclagem dentro dos foros.
- Eficiência energética envolve iluminação LED, sensores e uso de energia solar.
Implementação e monitoramento
O PLS define metas mensuráveis, prazos e responsáveis por cada ação.
Indicadores acompanham consumo, emissão de carbono e volumes de resíduos reciclados.
Relatórios periódicos permitem ajustes e garantem transparência na execução do plano.
Benefícios práticos
Redução de custos operacionais e menor pegada ambiental nas unidades judiciárias.
Decisões administrativas e compras ficam mais alinhadas com práticas sustentáveis.
Melhora a imagem institucional e aumenta a confiança de cidadãos e parceiros.
Recomendações para adoção
- Mapeie os pontos de maior consumo e priorize ações de impacto rápido.
- Capacite servidores para interpretar dados e cumprir protocolos sustentáveis.
- Busque parcerias com universidades e órgãos para apoio técnico e pesquisa.
- Divulgue resultados e indicadores para estimular adoção em outras unidades.
Histórico do Judiciário Sustentável e evolução desde a 1ª edição
Judiciário Sustentável nasceu como iniciativa do CNJ para integrar sustentabilidade ao Poder Judiciário.
Origens
A ideia surgiu para reduzir impactos e modernizar práticas administrativas nos tribunais.
No começo, o foco foi economia de papel e eficiência energética em sedes.
Evolução por edições
- 1ª edição apresentou conceitos básicos e projetos-piloto de redução de consumo e papel.
- 2ª edição ampliou debates, incluindo compras verdes e logística mais eficiente nos foros.
- 3ª edição trouxe premiação e troca de práticas entre tribunais de diferentes regiões.
- 4ª edição integrou pesquisas, parcerias internacionais e foco em crimes ambientais na Amazônia.
Principais mudanças adotadas
Houve avanço na digitalização de processos, que reduziu deslocamentos e uso de papel.
Foram adotadas medidas de eficiência, como iluminação LED e controle de consumo.
Parcerias e inovação
O evento passou a firmar convênios com universidades e organismos internacionais para pesquisa.
Essas parcerias trouxeram monitoramento por satélite e análises técnicas para investigações.
Impactos registrados
- Economia de recursos públicos com redução de gastos e consumo nas unidades judiciais.
- Melhor gestão de resíduos e iniciativas de logística reversa em alguns tribunais.
- Maior preparo técnico de juízes e servidores para lidar com provas ambientais.
Desafios ainda presentes
A implementação uniforme entre todos os tribunais segue variando por capacidade e orçamento.
É preciso fortalecer formação contínua para interpretar dados ambientais e tecnologias novas.
Expectativas para o futuro
Espera-se ampliar práticas replicáveis e monitoramento em tempo real com tecnologia disponível.
Também há perspectiva de integrar mais contratos verdes nas compras públicas do Judiciário.
Como se inscrever e acessar a programação completa do evento
Inscreva-se e acesse a programação do Judiciário Sustentável pelo site oficial do CNJ.
Passo a passo
- Acesse o portal do CNJ e busque o evento na área de eventos.
- Preencha o formulário com nome, órgão e cargo profissional.
- Escolha modalidade de participação: presencial ou online, e selecione oficinas.
- Algumas oficinas exigem inscrição separada; verifique vagas antes de confirmar.
- Após o envio, você receberá e-mail de confirmação com instruções.
- Adicione o evento ao seu calendário para não perder as palestras importantes.
- Baixe a programação em PDF no portal para consultar horários e salas.
- Se participar online, teste conexão e som antes do início das transmissões.
- Verifique regras de emissão de certificados e critérios de presença no site.
- Em caso de dúvidas, contate a organização pelo e-mail ou telefone informado.
Dicas práticas
- Cheque a pasta de spam caso não receba o e-mail de confirmação.
- Reserve vagas presenciais cedo, pois algumas são limitadas por local.
- Tenha documentos e comprovantes prontos para acesso rápido no dia.
- Salve links e senhas em um local seguro para acessar as transmissões.
Impactos esperados no volume e tramitação de processos ambientais
Processos ambientais tendem a crescer nos próximos anos com mais monitoramento e denúncias públicas.
Mudança no volume de processos
A detecção por satélite e denúncias impulsionam novos autos e investigações locais rapidamente.
Isso pode aumentar o número de ações civis e inquéritos policiais ambientais.
Algumas unidades vão ver crescimento no fluxo e na complexidade dos casos.
Efeito na tramitação
A digitalização tende a acelerar prazos e reduzir a tramitação em papel.
Processos com provas técnicas podem ter decisões mais rápidas e bem fundamentadas.
Medidas cautelares, que são decisões urgentes, podem frear danos antes que cresçam.
Especialização e capacitação
Tribunais podem criar varas especializadas para lidar com casos complexos e técnicos.
Capacitação de juízes e servidores é essencial para interpretar dados ambientais e mapas.
Tecnologia e provas
Satélites e sistemas integrados oferecem imagens e mapas para sustentar investigações judiciais.
Perícia ambiental é análise técnica que explica causas e impactos de danos.
O uso de dashboards ajuda juízes a priorizar casos por risco e urgência.
Desafios operacionais
O aumento do volume pode pressionar prazos e gerar acúmulo em varas menos estruturadas.
É preciso mais pessoal, orçamento e infraestrutura tecnológica para responder à demanda.
Coordenação entre órgãos ajuda a evitar duplicidade de investigações e retrabalho operacional.
Oportunidades
Melhor triagem permite priorizar casos de maior impacto ambiental e social rapidamente.
Decisões mais informadas podem incentivar reparação e medidas preventivas no curto prazo.
Iniciativas como o Judiciário Sustentável apoiam essas mudanças e difundem boas práticas nacionais.
Colaboração entre Judiciário, Ministério Público e organismos internacionais
Colaboração entre Judiciário, Ministério Público e organismos internacionais fortalece ações contra crimes ambientais e melhora troca de informações técnicas.
Instrumentos de cooperação
Cartas rogatórias permitem pedidos formais de ajuda entre países em investigações complexas.
Pedidos de cooperação e mutual legal assistance agilizam compartilhamento de provas e dados.
Troca de dados e tecnologia
Compartilhamento de imagens de satélite e bases contribui para identificar áreas de risco.
Plataformas integradas e dashboards permitem visualização rápida e priorização de casos críticos.
Formação e intercâmbio
Treinamentos conjuntos capacitam juízes, promotores e peritos para analisar provas ambientais modernas.
Programas de intercâmbio colocam especialistas estrangeiros e nacionais para trabalho conjunto em campo.
Atuação conjunta
- Forças-tarefa mistas unem órgãos para operações coordenadas contra desmatamento e extração ilegal.
- Acordos técnicos estabelecem protocolos sobre preservação de provas e cadeia de custódia.
- Parcerias permitem apoio em perícias, como análise de madeira e imagens por satélite.
Benefícios práticos
A cooperação aumenta velocidade das investigações e a robustez das provas apresentadas.
Decisões judiciais ficam melhor fundamentadas com dados técnicos e evidências compartilhadas.
Desafios e recomendações
Há necessidade de padronizar procedimentos e proteger dados sensíveis entre instituições parceiras.
Investir em infraestrutura, formação contínua e protocolos claros melhora a atuação conjunta.
Conclusão
Judiciário Sustentável reúne magistrados, pesquisadores e parceiros para debater justiça ambiental. Foram apresentados o 10º balanço, pesquisa sobre a flora e planos práticos. Houve convênios com o UNODC e ações para integrar dados e tecnologias. O PLS e critérios ESG orientam compras, logística e metas mensuráveis. Isso tende a aumentar processos ambientais, mas também a melhorar tramitação.
É essencial capacitar juízes e servidores para interpretar provas e mapas. Tecnologia e cooperação entre órgãos tornam as investigações mais rápidas e robustas. Participe, acompanhe as publicações do CNJ e use os materiais disponíveis. Assim, a Justiça pode proteger melhor o meio ambiente e comunidades afetadas.
FAQ – Judiciário Sustentável e ações ambientais do CNJ
O que é o Judiciário Sustentável?
É um evento do CNJ que reúne juízes, gestores e especialistas sobre sustentabilidade. Discute práticas, políticas e ações para reduzir impactos do Judiciário.
Como faço para me inscrever e acessar a programação?
Acesse o site do CNJ, localize o evento e preencha o formulário online. Após a inscrição você recebe confirmação por e-mail com instruções.
O que apresenta o 10º Balanço de Sustentabilidade?
Mostra dados sobre consumo, emissões e gestão de resíduos no Judiciário. Também traz metas, indicadores e ações em andamento.
Como a pesquisa ‘Crimes contra a Flora’ apoia investigações?
Usa imagens de satélite e mapas para identificar hotspots de desmatamento. Esses dados ajudam a direcionar perícias e ações policiais.
O que é o Prêmio Juízo Verde e como participar?
Premia iniciativas sustentáveis em tribunais. Inscrições ocorrem no portal do CNJ com documentação e indicadores de impacto.
Como a parceria com o UNODC fortalece as ações?
Traz troca técnica, treinamentos e compartilhamento de dados. Isso melhora investigação, perícia e cooperação internacional em casos ambientais.
Fonte: www.cnj.jus.br




