A inspeção da Corregedoria Nacional de Justiça (inspeção CNJ) no TJRN, marcada de 23 a 25 de setembro, avaliará rotinas administrativas e judiciais do 1º e 2º grau e serventias extrajudiciais por meio de análise documental, entrevistas e vistorias presenciais; magistrados, servidores, advogados e cidadãos podem colaborar enviando documentos e denúncias pelos canais oficiais do CNJ e do tribunal; ao final, a Corregedoria publica relatório com achados, recomendações e prazos, seguido de monitoramento para assegurar correções, transparência e maior eficiência dos serviços judiciais.
Inspeção CNJ: a Corregedoria Nacional de Justiça estará no TJRN de 23 a 25/9 para avaliar serviços e rotinas administrativas — e você pode contribuir com informações ou dúvidas. Quer entender o que muda na prática? Continue lendo.
O que é a inspeção da Corregedoria Nacional de Justiça
A inspeção da Corregedoria Nacional de Justiça é uma vistoria técnica e periódica em órgãos e unidades judiciais. Ela avalia a rotina, os serviços e o cumprimento das normas. O foco é melhorar a qualidade do atendimento e a eficiência das rotinas.
Por que existe
O objetivo principal é garantir legalidade, eficiência e transparência na atividade judiciária. A inspeção ajuda a detectar falhas e propor mudanças práticas. Assim, busca-se reduzir atrasos e melhorar o acesso à justiça.
O que é verificado
São analisados procedimentos administrativos, gestão de processos e atendimento ao público. Também se checam estruturas físicas, sistemas eletrônicos e prazos processuais. Cartórios e serviços extrajudiciais podem ser incluídos na verificação.
Base legal
As ações seguem normas e portarias específicas da Corregedoria. Essas regras definem objetivos, prazos e competências da equipe. Assim, o trabalho tem amparo jurídico e critérios uniformes.
Quem participa
Equipes técnicas formam a inspeção, com magistrados e servidores especializados. Podem integrar auditores, analistas e técnicos em tecnologia. Todos atuam com base em checklists e planejamento prévio.
Como é feita
O trabalho combina análise de documentos e entrevistas com servidores. Revisam processos, sistemas e relatórios de produtividade. Podem ocorrer visitas presenciais e ações remotas, dependendo do caso.
Solicitação de documentos
A equipe pode pedir certidões, processos e relatórios ao tribunal ou serventia. É comum haver prazo para entrega dos documentos solicitados. O objetivo é garantir informações completas e confiáveis.
Participação de cidadãos
Cidadãos, advogados e entidades podem enviar sugestões e reclamações. Existem canais oficiais para relatos e provas documentais. Essas contribuições ajudam a identificar problemas locais.
Sigilo e garantias
Informações pessoais e processos sigilosos são protegidos por normas. O procedimento respeita direitos de magistrados e partes. Caso haja irregularidade, o processo segue com garantias de defesa.
Relatório e recomendações
Ao final, a Corregedoria publica um relatório com achados e recomendações. O documento aponta ações corretivas e prazos para adequações. Em alguns casos, são sugeridos treinamentos ou mudanças administrativas.
Acompanhamento
Há monitoramento das recomendações após a inspeção. O tribunal ou serventia deve informar as medidas adotadas. Esse acompanhamento busca assegurar efetividade das mudanças propostas.
Impacto prático
As inspeções tendem a melhorar atendimento, reduzir transtornos e corrigir falhas. Também promovem cultura de transparência e boa gestão. Em muitos casos, resultam em serviços mais ágeis para a população.
Como se preparar
Unidades podem organizar documentos e rotinas antes da visita. Informar equipes e manter prontidão facilita a atuação dos inspetores. Boa organização tende a agilizar a análise e reduzir retrabalhos.
Portaria n. 111/2026: fundamentos e objetivos
Portaria n. 111/2026 estabelece normas para as inspeções da Corregedoria Nacional de Justiça. Ela traz objetivos, métodos e prazos claros.
Objetivos
A portaria visa garantir legalidade e eficiência nos serviços judiciais. Também busca aumentar a transparência e corrigir falhas administrativas.
Abrangência
Define quais tribunais e serventias serão inspecionados. Pode incluir 1º grau, 2º grau e cartórios extrajudiciais.
Metodologia
Estabelece etapas de trabalho, como análise documental e entrevistas. Prevê consultas presenciais e ações remotas, quando necessário.
Critérios de avaliação
Os critérios consideram atendimento, gestão de processos e uso de sistemas. Também avaliam estrutura física e segurança das informações.
Composição da equipe
Dispõe sobre os profissionais que formarão a equipe de inspeção. Inclui magistrados, analistas e técnicos especializados.
Base legal
Fundamenta-se em normas internas do CNJ e em legislação aplicável. Isso garante regularidade e coerência nas ações.
Prazos e procedimentos
Define prazos para solicitações e entrega de documentos. Também indica tempo para apresentação de respostas e providências.
Participação externa
Prevê canais para que cidadãos e advogados enviem informações. Essas contribuições ajudam a identificar problemas locais.
Sigilo e proteção
Determina regras para proteger dados sensíveis e processos confidenciais. Garante direitos de partes e de magistrados.
Relatórios e recomendações
Ao fim, a portaria exige relatório com achados e medidas recomendadas. O documento orienta ações corretivas e melhorias.
Acompanhamento
Prevê monitoramento das recomendações após a inspeção. O objetivo é verificar a implementação das medidas indicadas.
Impacto esperado
Espera-se maior eficiência, redução de atrasos e melhor atendimento ao público. Também deve fortalecer a cultura de boa gestão.
Orientações práticas
Unidades devem organizar documentos e listar demandas antes da visita. Isso facilita o trabalho e reduz retrabalhos administrativos.
Cronograma: visita ao TJRN entre 23 e 25 de setembro
Cronograma prevê a visita ao TJRN entre 23 e 25 de setembro. As atividades ocorrem das 9h às 17h, com intervalo para almoço. A equipe fará reuniões, análise documental e inspeções nas unidades.
Agenda diária
23 de setembro: abertura, apresentação da equipe e reunião com a direção do tribunal. 24 de setembro: análises de processos, entrevistas e verificação de sistemas eletrônicos. 25 de setembro: visitas a cartórios, consolidação de achados e orientações preliminares.
Locais e setores
A inspeção cobre setores do 1º e 2º grau e cartórios extrajudiciais. Podem ser vistoriadas varas cíveis, criminais e de família, conforme necessidade. Alguns atos serão realizados em salas específicas para entrevistas e reuniões.
Horários de atendimento público
Haverá janelas para atendimento de cidadãos e advogados em horários designados. Consulte os canais do tribunal para saber dias e horários disponíveis. Recomenda-se agendar ou enviar documentação por e-mail sempre que possível.
Como participar
Cidadãos, advogados e entidades podem apresentar sugestões e reclamações formais. Use os canais oficiais do tribunal ou os formulários indicados pela equipe. Leve documentos que comprovem fatos, cópias e contatos atualizados.
O que será verificado
A equipe checará prazos processuais, qualidade do atendimento e gestão administrativa. Também avaliará sistemas eletrônicos, acessibilidade e infraestrutura física. Registros e relatórios de produtividade podem ser solicitados.
Recomendações para unidades
Organize documentos, relatórios e listas de responsáveis antes da visita. Indique um ponto de contato para facilitar a comunicação com os inspetores. Treine equipes para responder com objetividade e clareza.
Impacto no funcionamento
Alguns atendimentos podem sofrer alterações ou pequenas filas durante as visitas. Prazos processuais não costumam ser suspensos automaticamente. Verifique comunicados do tribunal para orientação sobre protocolos específicos.
Registro e transparência
Atos e reuniões podem ser registrados para fins de relatório técnico. O registro serve para fundamentar conclusões e recomendações futuras. Informações sigilosas são tratadas conforme normas de proteção.
Prazos e respostas
Após a inspeção, o tribunal terá prazos para responder às recomendações apontadas. Esses prazos seguem a portaria que regulamenta as inspeções. Haverá acompanhamento para verificar as ações implementadas.
Comunicação oficial
Fique atento aos canais oficiais do TJRN e do CNJ para atualizações constantes. Comunicados trazem horários, locais e orientações para participação. Evite fontes não oficiais que possam gerar confusão.
Dicas práticas
Leve documentos em formato digital e impresso, se possível, para agilizar consultas. Mantenha pontos de contato atualizados e pessoais disponíveis para esclarecimentos. Organize salas e espaços para receber a equipe com ordem.
Acompanhamento pós-visita
Haverá relatório com achados e recomendações ao final do trabalho. O tribunal deve publicar medidas adotadas para cumprir as orientações. A sociedade pode acompanhar resultados por meio dos canais oficiais.
Setores abrangidos: administrativo e judiciário (1º e 2º grau)
Setores abrangidos pela inspeção incluem áreas administrativas e judiciais do 1º e 2º grau.
A inspeção checa varas, cartórios, tribunais e setores de apoio administrativo.
1º grau
No 1º grau, verificam-se varas cíveis, criminais, de família e de execução.
Analisa-se o atendimento ao público, cumprimento de prazos e gestão de processos locais.
2º grau
No 2º grau, a vistoria cobre câmaras, turmas e a administração do tribunal.
Avaliam-se pautas de julgamento, tramitação de recursos e decisões colegiadas.
Administrativo
Setores como protocolo, recursos humanos e tecnologia da informação também são verificados.
Sistemas eletrônicos serão testados; são os programas que organizam processos e agendas.
Serventias extrajudiciais
Cartórios e serventias extrajudiciais podem integrar a inspeção, conforme determina a portaria.
Verificam-se registros civis, imóveis, tabelionato e o cumprimento das normas notariais.
Serviços comuns verificados
São checados atendimento ao cidadão, qualidade das audiências e organização documental.
Também se avaliam digitalização, backup de dados, segurança da informação e acessibilidade.
Como as unidades devem agir
Organize documentos, identifique responsáveis e garanta acesso aos sistemas eletrônicos.
Reserve salas para entrevistas e mantenha contatos atualizados para a equipe de inspeção.
Preparar essas rotinas facilita o trabalho dos inspetores e economiza tempo da unidade.
Serventias extrajudiciais incluídas na inspeção
Serventias extrajudiciais são cartórios e tabelionatos que prestam serviços fora do fórum.
Na inspeção, serão avaliados registros civis, imóveis, notas, cartório de protesto e arquivamento.
O que é verificado
Os inspetores checarão atos notariais, prazos e cumprimento de normas legais e internas.
Também se examina a guarda de livros, escrituração e autenticidade de registros.
Serviços digitais
Serão avaliados sistemas eletrônicos e a prestação de serviços digitais pelos cartórios.
Isso inclui assinatura eletrônica, certificação e integração com tribunais e escritórios locais.
Como cidadãos podem colaborar
Cidadãos e advogados podem apresentar reclamações e provas nos canais oficiais do tribunal.
Leve documentos, cópias e contatos atualizados quando for registrar uma queixa formal.
Documentos solicitados
A equipe pode pedir certidões, listas de atos, livros e relatórios de movimentação.
Há prazos para envio e orientações sobre formato físico ou digital dos arquivos.
Sigilo e proteção
Dados pessoais e atos sigilosos têm proteção legal durante a inspeção judicial.
Informações sensíveis não são divulgadas sem autorização prévia ou previsão legal clara.
Como se preparar
Cartórios devem organizar livros, sistemas e listas de responsáveis antes da visita.
Indicar um contato e disponibilizar sala para entrevistas facilita o trabalho dos inspetores.
Composição da equipe de inspeção e participantes designados
Composição da equipe de inspeção reúne magistrados, técnicos e servidores para atuar no local.
Membros principais
O corregedor ou juiz coordenador lidera a equipe e define prioridades de trabalho.
Auditores examinam processos e práticas administrativas com foco em conformidade e eficiência.
Técnicos especializados
Analistas de tecnologia testam sistemas eletrônicos, integridade e segurança dos dados processados.
Especialistas em gestão avaliam fluxo de trabalho e indicadores de produtividade local.
Designados pelo tribunal
O tribunal indica servidores de apoio para facilitar acesso a arquivos e salas.
Funções e atribuições
Cada membro recebe responsabilidades claras, como revisar processos ou entrevistar servidores.
Alguns vão consolidar dados, elaborar planilhas e preparar subsídios para o relatório final.
Independência e sigilo
A equipe age com independência técnica e guarda sigilo sobre informações sensíveis.
Existem regras para evitar conflito de interesse, que devem ser declaradas previamente.
Observadores e participação externa
Em alguns casos, observadores ou representantes de órgãos parceiros acompanham parte do trabalho.
Responsáveis locais
O tribunal deve indicar um ponto de contato para facilitar a comunicação com os inspetores.
Recursos e apoio logístico
Servidores locais fornecem salas, acesso a sistemas e cópias de documentos solicitados.
Comunicação e prazos
A equipe informa prazos para envio de documentos e para respostas formais solicitadas.
Treinamento e preparo
Inspetores recebem orientação sobre normas locais e procedimentos antes da visita.
Isso ajuda a tornar a inspeção mais ágil, precisa e alinhada às rotinas.
Relatórios parciais
A equipe pode emitir recomendações preliminares durante a inspeção para orientar providências imediatas.
Horário dos trabalhos: funcionamento das 9h às 17h
O horário dos trabalhos será das 9h às 17h em dias de inspeção no tribunal.
Rotina diária
A equipe iniciará atividades pela manhã com reunião de abertura e planejamento interno.
Haverá intervalo para almoço entre 12h e 13h, respeitando as rotinas locais.
Atividades previstas
As atividades incluem análise de documentos, entrevistas e vistorias nas unidades designadas.
Atendimentos ao público ocorrerão em horários agendados para evitar filas e transtornos.
Orientações ao público
Advogados e cidadãos devem verificar os canais oficiais para confirmar horários e locais.
Quando necessário, a equipe pode marcar atendimentos fora do horário para casos urgentes.
Impacto em prazos
Prazos processuais não costumam ser suspensos só por causa da inspeção em si.
Unidades devem disponibilizar salas e acesso a sistemas entre 9h e 17h na visita.
Preparação das unidades
Organizar documentos com antecedência facilita o trabalho e reduz o tempo de verificação.
Indicar um ponto de contato ajuda a resolver pedidos e solicitações rapidamente.
Impacto no funcionamento dos fóruns e prazos processuais
A inspeção pode alterar o atendimento presencial em horários ou locais específicos.
Mudanças geralmente são pontuais e visam organizar o trabalho dos inspetores.
Prazos processuais
Prazos processuais não costumam ser suspensos apenas por causa da inspeção.
Quando houver impacto, o tribunal divulga orientação oficial sobre prazos e procedimentos.
Atos urgentes
Atos urgentes, como audiências de custódia, seguem normalmente com prioridade e cuidado.
Serviços eletrônicos tendem a permanecer disponíveis para peticionamento e consultas processuais.
Orientações ao público
Caso precise, agende atendimento e envie documentos por e-mail ou sistema digital.
Tribunal pode abrir janelas de atendimento para receber reclamações e informações da comunidade.
Preparação das unidades
Unidades devem indicar responsáveis e locais para facilitar comunicação com a equipe de inspeção.
Advogados e partes devem acompanhar comunicados oficiais para evitar perda de prazos.
Dúvidas e registros
Se houver dúvida sobre um prazo, busque orientação escrita do cartório ou secretaria.
Registro claro das comunicações ajuda a provar diligência em caso de eventual disputa.
Como magistrados e servidores podem fornecer informações
Magistrados e servidores devem fornecer informações por canais oficiais e com máxima transparência.
Como enviar
Use o e‑mail institucional, o sistema interno ou o formulário da Corregedoria.
Anexe documentos digitais e cópias físicas quando houver solicitação formal dos inspetores.
Documentos e provas
Inclua certidões, livros, relatórios de produtividade e comprovantes de atendimento.
Identifique datas, responsáveis e número do processo para facilitar conferências posteriores.
Prazos
Atenda aos prazos indicados na solicitação para envio de documentação e esclarecimentos.
Sigilo e proteção
Marque informações sigilosas e siga normas de proteção de dados aplicáveis.
Evite divulgar conteúdos confidenciais sem autorização ou previsão legal clara.
Entrevistas e depoimentos
Participe de entrevistas com objetividade, respondendo com fatos e documentos como base.
Responsável local
Indique um ponto de contato para atender solicitações e acompanhar comunicações da equipe.
Cuidados ao enviar
Não altere registros ou processos. Preserve cópias originais e registre as movimentações.
Suporte técnico
Se houver problemas com sistemas, peça suporte técnico e registre o chamado formalmente.
Como advogados, associações e cidadãos podem apresentar demandas
Advogados, associações e cidadãos podem enviar demandas à Corregedoria por canais oficiais. Podem ser relacionadas à inspeção CNJ e a serviços locais do tribunal.
Canais disponíveis
Use o portal do CNJ, o site do TJRN ou o e‑mail institucional da Corregedoria. Também há formulários on‑line específicos para reclamações, denúncias e sugestões registradas.
Documentos necessários
Anexe provas, certidões, protocolos, relatórios e cópias documentais que possam comprovar a demanda. Identifique datas, locais e números de processos sempre que houver.
Representação por advogado
Advogados devem anexar procuração digital ou procuração física com firma reconhecida quando exigida. Inclua contato profissional e procuração atualizada para evitar exigências posteriores.
Como formalizar
Preencha o formulário com clareza, descrevendo fatos, datas e pessoas envolvidas e anexando provas básicas. Evite linguagem vaga e indique documentos que confirmem as alegações apresentadas.
Sigilo e proteção
Marque partes sigilosas e informe se há documentos com segredo judicial para tratamento especial. A Corregedoria adota medidas para proteger dados sensíveis conforme a lei.
Prazos e acompanhamento
Ao enviar, guarde o número de protocolo e o comprovante de envio para controle. A Corregedoria analisará e pode pedir esclarecimentos ou documentos adicionais no prazo estabelecido.
Atendimento presencial
Se preferir, compareça ao setor de protocolo do tribunal com documentos originais e cópias. Chegue com horário flexível e leve comprovantes de identificação e representação.
Dicas práticas
Organize cópias digitais e físicas, identifique datas e testemunhas e inclua contatos atualizados. Explique fatos de forma cronológica e objetiva para facilitar a análise pela equipe.
O que esperar
Após análise, o pedido pode ser incluído no relatório da inspeção e gerar recomendações. Nem toda demanda resulta em medida imediata, mas contribui para o mapeamento de problemas.
Recursos e reclamações
Se houver omissão ou erro, existe caminho administrativo interno no tribunal para recurso e revisão de decisões. Consulte o setor responsável para orientações sobre prazos e procedimentos.
Metodologia adotada pela Corregedoria durante a inspeção
Metodologia segue etapas claras para avaliar rotinas e serviços durante a inspeção.
Planejamento
A equipe define objetivos, cronograma e prioridades antes da chegada ao tribunal.
Listam‑se documentos necessários, unidades a visitar e responsáveis locais para contato.
Análise documental
Os inspetores revisam processos, relatórios e sistemas para entender a rotina local.
Documentos digitais e impressos são comparados para identificar inconsistências ou falhas.
Entrevistas
São realizadas entrevistas com magistrados, servidores e gestores para colher informações práticas.
Perguntas buscam fatos, prazos e exemplos concretos de funcionamento cotidiano.
Vistoria presencial
Visitas às varas e salas administrativas verificam infraestrutura e atendimento ao público.
Inspetores observam fluxo de trabalho, organização de arquivos e condições das instalações.
Ações remotas
Quando necessário, a equipe usa consultas remotas para acessar sistemas e relatórios.
Reuniões virtuais e envio de arquivos por canais oficiais complementam a vistoria presencial.
Checklists e indicadores
Checklists padronizados guiam a verificação de procedimentos e controles internos.
Indicadores de produtividade e prazos ajudam a medir eficiência e desempenho local.
Amostragem e foco
A metodologia usa amostragem para analisar casos representativos, não todos os processos.
O foco recai sobre áreas com maior impacto no atendimento e na segurança jurídica.
Sigilo e segurança
Informações sigilosas são tratadas com cuidado e não são divulgadas publicamente.
Procedimentos técnicos protegem dados pessoais e documentos sob segredo judicial.
Registro de achados
Tudo é registrado em planilhas, fotos e atas para compor o relatório técnico.
Registros servem para fundamentar recomendações e possibilitar acompanhamento posterior.
Relatório final
Ao fim, a Corregedoria elabora um relatório com achados e medidas sugeridas.
O documento indica prazos para correção e ações de melhoria ao tribunal inspecionado.
Acompanhamento
Há monitoramento das recomendações para verificar a implementação das medidas propostas.
O acompanhamento garante que as mudanças realmente melhorem o funcionamento do serviço.
Próximas inspeções previstas em Roraima, DF e Amapá
Próximas inspeções estão previstas para Roraima, Distrito Federal e Amapá.
Essas visitas são parte do cronograma nacional de inspeções do CNJ.
Objetivo das visitas
O foco é avaliar serviços, rotina e conformidade com normas locais.
Identificam‑se pontos de melhoria e são indicadas providências administrativas com prazos.
Orientações para unidades locais
Organizem documentos, relatórios e listas de responsáveis antes da chegada da equipe.
Indiquem um ponto de contato e garantam acesso a sistemas eletrônicos.
Participação da sociedade
Cidadãos e entidades podem registrar queixas e sugestões pelos canais oficiais do CNJ.
Envie provas, documentos e contatos para facilitar a análise pela Corregedoria.
Logística e apoio
As inspeções exigem suporte local, como salas e acesso rápido a arquivos físicos.
Haverá comunicação prévia sobre horários, locais e canais para atendimento público.
Transparência e acompanhamento
Após as visitas, a Corregedoria publica relatório com achados e recomendações.
O tribunal inspecionado deve informar ações tomadas e prazos para implementação.
Como acompanhar resultados, recomendações e próximos passos
Para acompanhar resultados, verifique relatórios e comunicações oficiais publicados pela Corregedoria e pelo tribunal.
Onde encontrar os relatórios
Os relatórios normalmente ficam disponíveis no site do CNJ e do tribunal local.
Procure a área de corregedoria, inspeções ou publicações institucionais para acessar o arquivo.
Prazos e responsáveis
Cada recomendação tem prazo e responsável indicado no relatório final da inspeção.
Anote nomes e prazos para monitorar o cumprimento das providências solicitadas.
Como acompanhar online
Use o portal do tribunal e o site do CNJ para acompanhar atualizações periódicas.
Alguns tribunais oferecem painéis públicos com andamento de recomendações e medidas adotadas.
Comprovando o cumprimento
Envie documentos de prova por e‑mail institucional ou pelo sistema indicado na notificação.
Guarde comprovantes de envio e números de protocolo para controle e eventual contestação.
Reuniões e acompanhamento técnico
Haverá reuniões de monitoramento quando as recomendações exigirem acompanhamento técnico.
As datas e participantes dessas reuniões são geralmente comunicados com antecedência.
Participação da sociedade
Cidadãos e entidades podem solicitar informações e acompanhar respostas públicas do tribunal.
Use canais oficiais como ouvidoria, formulários eletrônicos e contato da corregedoria.
O que observar nos relatórios
Verifique recomendações, prazos, responsáveis e indicadores de resultado apresentados no relatório.
Observe também medidas de transparência e as ações propostas para corrigir problemas apontados.
Dicas práticas
Salve cópias digitais dos relatórios e das comunicações recebidas para seu acompanhamento.
Mantenha contatos atualizados e registre todas as interações por escrito, quando possível.
Conclusão
Inspeção CNJ visa melhorar serviços, transparência e eficiência no tribunal. Magistrados, servidores e cidadãos podem contribuir com informações e documentos importantes. O processo segue normas e garante sigilo quando necessário.
Acompanhe comunicados oficiais, reúna documentos e mantenha contatos atualizados. Assim você ajuda a tornar as recomendações mais eficazes e rápidas. Fique atento às publicações do CNJ e do tribunal para saber os próximos passos.
FAQ – Inspeção da Corregedoria Nacional de Justiça (TJRN)
O que é a inspeção da Corregedoria?
É uma vistoria técnica para avaliar serviços, rotinas e cumprimento de normas judiciais.
Como posso enviar informações ou denúncias?
Use canais oficiais: portal do CNJ, site do TJRN ou e‑mail da Corregedoria. Anexe documentos e guarde o número de protocolo.
Quais documentos devo anexar?
Envie certidões, protocolos, relatórios e cópias de processos relevantes. Identifique datas, locais e responsáveis.
A inspeção suspende prazos processuais?
Normalmente não. O tribunal divulga orientação oficial caso haja alteração ou suspensão de prazos.
Como acompanhar resultados e recomendações?
Consulte os relatórios no site do CNJ e no portal do tribunal. Anote prazos e responsáveis indicados.
Quem integra a equipe de inspeção?
Magistrados, auditores, analistas e técnicos em tecnologia compõem a equipe. O tribunal também designa servidores locais de apoio.
Fonte: www.cnj.jus.br




