A Operação Unha e Carne, conduzida pela Polícia Federal na quarta fase, apura fraudes em licitações e desvios na Secretaria de Educação do RJ, resultando em sete prisões e 23 buscas para apreender contratos, notas fiscais e aparelhos eletrônicos; integrada à Força‑Tarefa Missão Redentor II, a ação investiga organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro, com medidas para asfixiar financeiramente o esquema, como bloqueio de bens e contas. As provas periciais podem gerar novas fases, pedidos de indisponibilidade e ações de ressarcimento, enquanto a população e as escolas devem acompanhar o caso por canais oficiais como o portal www.gov.br; os investigados mantêm direito à defesa até decisão final.
Unha e Carne: a Polícia Federal lançou a quarta fase da operação que investiga fraudes em compras e obras na rede estadual do Rio. Quer entender quantos mandados foram cumpridos, onde a ação atingiu e quais crimes estão sendo apurados? Siga a leitura para um panorama claro e direto.
Resumo da 4ª fase da Operação Unha e Carne
A Operação Unha e Carne entrou na quarta fase. Investiga fraudes em compras e obras da rede estadual.
A Polícia Federal cumpriu mandados em várias cidades do Rio. Foram sete prisões e 23 buscas e apreensões.
Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal. Mandado é uma ordem judicial que autoriza buscas ou prisões.
Como funcionava o esquema
A investigação aponta contratos direcionados e sobrepreço em serviços. Empresas teriam combinado vencedoras e direcionado licitações.
Foram usadas empresas de fachada e contratos simulados para mascarar pagamentos.
Crimes apurados
São investigados peculato, fraude à licitação e organização criminosa. Peculato é quando um agente público se apropria de recursos públicos.
Também há apurações sobre lavagem de dinheiro e desvios contábeis.
Ação e provas
As buscas visaram arquivos físicos e digitais, notas fiscais e aparelhos eletrônicos. Peritos coletaram documentos e celulares para análise.
As provas vão mostrar quem recebeu pagamentos e como as obras eram contratadas.
Integração com outras operações
A fase integra a Missão Redentor II, que mira grupos criminosos no estado. A ação busca asfixiar a estrutura financeira dos investigados.
Locais afetados
As medidas ocorreram no Rio de Janeiro, em Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus. A ação atingiu escritórios e residências ligadas ao esquema.
Possíveis desdobramentos
A operação pode gerar novas fases e pedidos de prisão. Também pode haver bloqueio de bens dos envolvidos.
Haverá ainda ações civis públicas para pedir ressarcimento aos cofres públicos.
Impacto nas escolas
Contratos e obras das escolas estaduais podem ter revisão. A população deve exigir transparência sobre reparos e compras.
Acompanhamento público
É importante que a sociedade acompanhe os passos da investigação. Informações claras ajudam a cobrar resultados.
Mandados cumpridos: 7 prisões e 23 buscas e apreensões
A Operação Unha e Carne cumpriu sete prisões e 23 buscas.
A ação foi conduzida pela Polícia Federal em várias cidades do Rio.
Os mandados foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal para investigação ampla.
Busca e apreensão é uma ordem judicial para coletar provas e documentos.
O que foi cumprido
Foram executadas sete prisões, que podem ser preventivas ou temporárias, conforme decisão.
Também houve 23 medidas de busca e apreensão em endereços ligados ao esquema.
O que foi apreendido
- Documentos fiscais e contratos que mostram pagamentos, superfaturamento e favorecimentos.
- Aparelhos eletrônicos como celulares e computadores com mensagens e arquivos.
- Notas fiscais e comprovantes bancários que ajudam a rastrear valores.
- Possível bloqueio de contas e bens, conforme autorização judicial.
Locais atingidos
As ações ocorreram no Rio, Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus.
Procedimentos durante as buscas
Peritos coletaram documentos, fizeram cópias forenses e apreenderam dispositivos eletrônicos.
As equipes seguiram protocolos para preservar cadeias de custódia das provas.
Cadeia de custódia registra quem teve acesso ao material e quando.
Próximos passos
As apreensões serão analisadas por peritos e pela Polícia Federal.
Novas fases e medidas cautelares podem surgir conforme os resultados das análises.
Direitos dos investigados
Presos têm direito à defesa e a acesso a advogados.
Medidas seguem o devido processo legal, com garantia de recursos.
Locais das ações: Rio, Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus
As ações da Operação Unha e Carne atingiram várias cidades do estado.
A Polícia Federal cumpriu mandados no Rio e em municípios próximos.
Em Campos dos Goytacazes houve buscas em escritórios e residências ligadas a contratos.
Miracema foi alvo de diligências por suspeitas de participação em fraudes públicas.
Em Bom Jesus as equipes apreenderam documentos e equipamentos eletrônicos importantes.
Locais e tipos de alvos
No Rio as medidas atingiram escolas, repartições e canteiros de obras investigados.
Foram buscados contratos, notas fiscais, comprovantes de pagamento e arquivos digitais.
As equipes também foram a endereços de gestores e de fornecedores suspeitos.
Peritos coletaram documentos e fizeram cópias forenses de celulares e computadores.
As ações envolveram apoio das polícias locais para acesso e segurança nas buscas.
Medidas seguiram ordens do Supremo Tribunal Federal para garantir legalidade e eficácia.
As prefeituras e órgãos locais foram comunicados e colaboraram com as diligências.
A população deve acompanhar os desdobramentos e cobrar transparência nas contratações públicas.
Ordens judiciais expedidas pelo Supremo Tribunal Federal
O Supremo Tribunal Federal autorizou mandados em casos que envolvem autoridades com foro.
O STF atua quando a investigação envolve poderes ou alcance interestadual no país.
Tipos de ordens
As ordens incluem prisões, buscas e apreensões, bloqueios e quebras de sigilo.
Interceptações telefônicas também são autorizadas, quando houver indícios fortes e graves.
Por que o STF autoriza
O STF autoriza medidas quando há ligação com autoridades federais ou estaduais relevantes.
Também age quando a investigação ultrapassa limites de um único estado federal.
Como são expedidos
Autoridades policiais pedem as medidas ao ministro do STF responsável pelo caso.
O ministro analisa provas e decide pela expedição do mandado judicial quando há fundamentação.
Garantias e recursos
Presos têm direito a advogado e a ampla defesa conforme a lei.
Medidas podem ser revistas por outros órgãos e por meio de habeas corpus.
Fiscalização e cumprimento
A Polícia Federal executou as ordens com apoio de equipes locais e peritos.
Peritos fazem cópias forenses para garantir integridade documental e cadeia de custódia.
Transparência e controle
Decisões do STF são públicas e podem ser acompanhadas pela sociedade civil.
Transparência ajuda a cobrar responsabilidade na gestão pública e prevenir desvios.
Como funcionava o suposto esquema de direcionamento de contratos
A investigação aponta um esquema de direcionamento de contratos envolvendo gestores e fornecedores.
Empresas combinavam vencedoras e alinhavam propostas para fraudar compras públicas.
Mecanismo do esquema
Os responsáveis manipulavam processos de licitação, que é o processo público de compra.
Havia editais com requisitos sob medida para favorecer fornecedores escolhidos.
Empresas de fachada
Algumas firmas eram de fachada e serviam só para justificar pagamentos.
Elas exibiam notas e contratos falsos para esconder o destino do dinheiro.
Pagamentos e superfaturamento
Os valores eram inflados e parte voltava em propinas para os envolvidos.
Transferências e saques ajudavam a ocultar rastros financeiros e confundir apurações.
Uso de documentos falsos
Documentos fiscais e contratos eram alterados para justificar pagamentos indevidos.
Perícias digitais buscam provar adulterações em arquivos e mensagens trocadas entre partes.
Papel dos agentes públicos
Agentes públicos indicavam empresas e assinavam ordens para liberar recursos.
Quando há favorecimento, pode configurar crimes como peculato e fraude à licitação.
Como as investigações avançam
A Polícia Federal analisa contratos, extratos bancários e mensagens para montar o caso.
Com provas, a Justiça pode pedir bloqueio de bens e novas prisões.
Crimes investigados: organização criminosa, peculato e fraude à licitação
A Operação Unha e Carne investiga três crimes principais no estado.
São eles organização criminosa, peculato e fraude à licitação.
Organização criminosa
Organização criminosa descreve grupos que se unem para cometer crimes de forma continuada.
O grupo estrutura funções, divide tarefas e repassa valores entre integrantes.
Peculato
Peculato é quando um agente público se apropria ou usa indevidamente recursos públicos.
Isso inclui desviar dinheiro, assinar pagamentos indevidos ou favorecer fornecedores amigos.
Fraude à licitação
Fraude à licitação envolve manipular processos para favorecer empresas previamente combinadas e inflar preços.
Isso ocorre por conluio entre fornecedores e ajustes em editais para favorecer alguém.
Como os crimes se articulam
Os crimes se conectam: a organização permite peculato e fraude coordenada por anos.
Recursos desviados voltam, em parte, para financiar o esquema e pagar propinas.
Provas que quebrem o esquema
Investigadores procuram contratos, notas fiscais, extratos bancários e mensagens eletrônicas para traçar pagamentos.
Peritos fazem cópias forenses e analisam celulares, computadores e sistemas de gestão.
Consequências legais
Se comprovados, os envolvidos podem perder cargos, pagar multas e ser presos.
Também podem ser obrigados a ressarcir o erário e ter bens bloqueados.
Medidas durante a investigação
Medidas cautelares como prisões temporárias e bloqueios podem ser decretadas cedo para garantir a investigação.
Investigados têm direito a defesa, advogado e ao contraditório durante todo o processo.
Possíveis desdobramentos: lavagem de dinheiro e outros crimes
A investigação apura indícios de lavagem de dinheiro no esquema da Operação Unha e Carne.
Valores desviados passavam por empresas de fachada e transferências internacionais secretas e complexas.
Operações financeiras complexas visam ocultar a origem e o destino do dinheiro.
Provas e medidas
Peritos analisam extratos, contratos e movimentações para identificar fluxos financeiros ilícitos no sistema bancário.
Autoridades podem pedir bloqueio de contas e indisponibilidade de bens com rapidez.
Quebra de sigilo bancário e fiscal permite traçar a rota dos recursos desviados.
Outros crimes
Além da lavagem, podem surgir crimes como evasão fiscal e ocultação patrimonial.
Crimes financeiros podem envolver agentes locais e intermediários no esquema complexo.
Cooperação internacional é útil quando há transferências para o exterior, offshore ou bancos estrangeiros.
Medidas como prisão e bloqueio ajudam a interromper o fluxo do dinheiro.
As investigações podem levar a novas fases e ampliar a lista de acusados.
Garantias processuais
Investigados têm direito à defesa e acesso a advogados durante todo o processo.
Princípios do devido processo legal garantem contraditório e recursos judiciais adequados.
Integração com a Força-Tarefa Missão Redentor II
A operação foi integrada à Força-Tarefa Missão Redentor II para ampliar esforços investigativos.
A parceria reúne equipes federais, estaduais e especialistas financeiros para investigação mais ampla.
O que é a Missão Redentor II
A Missão Redentor II é uma força-tarefa federal para combater organizações criminosas complexas.
Ela busca asfixiar as finanças e desarticular redes que operam por anos.
Coordenação e troca de informações
Equipes compartilham inteligência, provas e relatórios para alinhar ações investigativas e táticas.
Reuniões táticas definem momentos de cumprimento, divisão de tarefas e responsabilidades por local.
Apoio técnico e logístico
Peritos forenses e analistas financeiros fornecem suporte técnico detalhado nas apurações e perícias.
Há também apoio logístico para operações simultâneas que ocorrem em várias cidades do estado.
Objetivo estratégico
O foco é interromper o fluxo de recursos ilícitos que mantêm o esquema em funcionamento.
Bloqueios financeiros e indisponibilidade de bens são medidas para travar atividades criminosas e pagar reparação.
Impacto nas investigações
A integração permite ações mais rápidas, coordenadas e com muito maior alcance operacional.
Isso facilita identificação de beneficiários, rastreamento de pagamentos e bloqueio de ativos rapidamente.
Cooperação local e internacional
Autoridades locais colaboraram nas diligências e deram apoio logístico e de segurança durante as ações.
Há possibilidade de cooperação internacional quando forem detectadas transferências para o exterior ou offshore.
Garantias e supervisão
Todas as medidas precisam de autorização judicial e devem seguir normas legais específicas.
O respeito ao devido processo protege direitos, garante defesa e evita nulidades processuais.
Com a força-tarefa, investigações podem alcançar bloqueio de bens, prisões e medidas cautelares previstas em lei.
A sociedade deve acompanhar e exigir transparência sobre resultados e uso de recursos públicos.
Objetivo da Missão Redentor: asfixia financeira de grupos criminosos
A Missão Redentor tem como meta principal a asfixia financeira de grupos criminosos.
Isso significa bloquear recursos e impedir que o dinheiro circule entre eles.
Métodos usados
Investigadores pedem bloqueios de contas, indisponibilidade de bens e quebras de sigilo.
Quebra de sigilo é autorização para acessar contas e documentos bancários.
As equipes rastreiam transferências, extratos e sistemas financeiros para achar rastros do dinheiro.
Há cooperação entre órgãos federais e com outros países quando necessário.
Medidas rápidas como bloqueio de bens evitam que os criminosos usem o dinheiro.
Garantias legais
Tudo precisa de autorização judicial e segue regras para proteger direitos básicos.
Investigados mantêm direito à defesa e ao contraditório durante o processo.
Impacto nas atividades criminosas
Com finanças travadas, grupos perdem capacidade de pagar comparsas e fornecedores.
Sem dinheiro, obras superfaturadas e compras fraudadas ficam mais difíceis de acontecer.
A medida também busca recuperar recursos públicos e garantir transparência nas contratações.
Impacto nas contratações e obras das escolas estaduais
As obras nas escolas estaduais sofreram impacto direto com a operação Unha e Carne.
Contratos públicos foram suspensos ou revistos enquanto as autoridades investigam supostas irregularidades.
Obras podem atrasar ou parar, afetando reformas e ampliação das escolas planejadas.
Fiscalização e auditoria
Auditores e peritos analisam contratos, notas fiscais e medições das obras públicas.
As análises podem apontar superfaturamento, serviços não realizados ou pagamentos indevidos documentados.
Efeitos nos contratos
Contratos com empresas suspeitas podem ser rescindidos imediatamente pela administração pública competente.
Novas licitações podem ser abertas com critérios mais rígidos e transparência reforçada.
Impacto na comunidade escolar
Alunos e professores podem enfrentar atrasos em reformas e recursos didáticos essenciais.
Pais e comunidade exigem respostas e prazos claros das autoridades locais responsáveis.
Medidas de mitigação
A Secretaria de Educação pode reavaliar contratos e priorizar obras urgentes imediatamente.
Fiscalização independente e auditorias públicas ajudam a recuperar confiança da população.
Transparência e acompanhamento
Divulgação de resultados e detalhamento dos contratos aumenta a transparência pública imediata.
Canais de participação e portais de transparência permitem que a população acompanhe o caso.
Efeitos esperados na gestão da Secretaria de Educação do RJ
Com a operação Unha e Carne, a gestão da Secretaria de Educação do RJ terá mais fiscalização e pressão pública.
Auditorias internas e externas vão revisar contratos, notas e medições com cuidado.
Mudanças administrativas
Gestores envolvidos podem ser afastados para garantir a lisura das apurações administrativas.
Substituições temporárias e reavaliação de funções ajudam a manter operações essenciais nas escolas.
Revisão de contratos e compras
Contratos sob suspeita serão suspensos ou rescindidos até que as irregularidades sejam esclarecidas.
A Secretaria terá que abrir novas licitações com regras mais claras e fiscalização reforçada.
Orçamento e execução
Desvios e bloqueios podem reduzir recursos destinados a obras e manutenção escolar.
Priorizar obras urgentes e revisar cronogramas se torna necessário para minimizar prejuízos.
Transparência e comunicação
Espera-se maior divulgação de relatórios e detalhes sobre compras e pagamentos públicos.
Canais de atendimento e portais de transparência ajudam a responder dúvidas da comunidade escolar.
Apoio às escolas
Medidas provisórias devem garantir que alunos e professores não fiquem desassistidos.
Manutenção de serviços essenciais, como merenda e limpeza, precisa ser assegurada rapidamente.
Consequências disciplinares e legais
Se confirmadas irregularidades, servidores podem responder administrativamente e criminalmente.
Recuperação de valores e bloqueio de bens são ações possíveis durante o processo.
Procedimentos de busca e apreensão: o que costuma ser apreendido
Em operações como a Unha e Carne, busca e apreensão visa recolher provas para investigação judicial.
Documentos e contratos
Contratos, notas fiscais e ordens de pagamento são alvos frequentes das buscas.
Também se apreendem medições de obra, relatórios e planilhas com valores registrados.
Aparelhos eletrônicos
Celulares, notebooks e HDs externos costumam ser recolhidos para perícia técnica.
Tablets e pendrives também são apreendidos, pois guardam mensagens e arquivos importantes.
Registros financeiros
Extratos bancários, recibos e comprovantes de transferência ajudam a rastrear pagamentos.
Documentos contábeis e livros caixa mostram movimentações suspeitas no período investigado.
Dinheiro e bens
Em alguns casos, apreende-se dinheiro em espécie e objetos de alto valor.
Veículos e imóveis podem ser bloqueados ou apreendidos conforme determinação judicial.
Provas digitais e acessos
Senhas, backups e acessos a contas na nuvem são requisitados quando autorizados.
Peritos fazem cópias forenses para preservar integridade de dados eletrônicos.
Cadeia de custódia
Cadeia de custódia registra quem teve o material e quando acessou cada item.
Esse cuidado evita contaminação de provas e garante validade em juízo posteriormente.
Autorização judicial
Todo procedimento precisa de mandado expedido por juiz ou ministro competente.
Sem autorização, apreensões podem ser questionadas e declaradas nulas na Justiça.
Próximas etapas da investigação e medidas cautelares
A próxima fase da investigação vai analisar detalhadamente documentos e movimentações financeiras.
Peritos farão perícia forense em computadores, celulares e backups armazenados na nuvem.
A Polícia Federal e a força-tarefa vão integrar informações e cruzar dados rapidamente.
Medidas cautelares possíveis
Juízes podem decretar medidas cautelares como bloqueio de bens e contas bancárias.
Medidas cautelares visam preservar provas e impedir a dissipação do patrimônio investigado.
Prisões temporárias ou preventivas podem ocorrer conforme necessidade da investigação e risco.
Também pode haver pedidos de indisponibilidade de bens para garantir ressarcimento futuro.
Quebra de sigilo e rastreamento
As autoridades vão pedir quebras de sigilo bancário e fiscal quando justificadas pelas provas.
Quebra de sigilo permite rastrear entradas, saídas e transferências suspeitas envolvendo empresas.
Cooperação com instituições financeiras e órgãos fiscais agiliza o rastreamento de recursos.
Provas e diligências
Audiências e depoimentos complementam as provas e ajudam a esclarecer responsabilidades.
Perícias contábeis e análises forenses apontam fluxos financeiros e indícios de favorecimento.
Novas diligências podem resultar em novas buscas, prisões e medidas judiciais coordenadas.
Trâmite judicial
Decisões sobre medidas cautelares dependem de fundamentação e análise do juiz competente.
Investigados têm direito à defesa, a advogado e ao contraditório durante todo o processo.
Comprovações robustas podem levar a ações de ressarcimento e ações penais subsequentes.
Repercussão política e transparência na administração pública
A repercussão política aumentou com a divulgação das ações da Operação Unha e Carne.
Cidadãos e partidos passaram a cobrar mais transparência na administração pública local.
Pressão e demandas
Prefeitos e secretários foram questionados em entrevistas e nas redes sociais.
Cobranças incluem explicações públicas, auditorias e prestação de contas imediata.
Mecanismos de transparência
Portais de transparência divulgam contratos, pagamentos e execução de obras em detalhe.
Auditorias independentes e CPI podem ampliar fiscalização e exigir responsabilização dos gestores.
Repercussão institucional
Partidos cobram investigação e alguns pedem afastamento preventivo de envolvidos.
As bancadas e a opinião pública acompanham possíveis mudanças na gestão e nas políticas.
Transparência como resposta
Responder com transparência ajuda a recuperar confiança e reduzir críticas imediatas.
Medidas como divulgação de relatórios e auditorias públicas tendem a ser cobradas.
Papel da mídia e da sociedade
Jornalismo investigativo e redes sociais mantêm o caso em debate público constante.
Cidadãos podem acompanhar portais oficiais e denunciar irregularidades às autoridades competentes.
Direitos dos investigados e trâmite judicial após prisões
Investigados têm direitos desde o momento em que são detidos pela polícia.
Eles devem ser informados sobre os motivos da prisão e seus direitos.
Direito a advogado existe desde o primeiro contato, sem custo inicial quando necessário.
Também há o direito ao silêncio; não são obrigados a produzir provas contra si.
Apresentação ao juiz
A autoridade policial tem prazo para apresentar o preso ao juiz, normalmente 24 horas.
O juiz avalia a legalidade da prisão e decide sobre liberdade ou medidas cautelares.
Prisão preventiva é sem prazo certo e visa garantir a investigação ou ordem pública.
Prisão temporária tem prazo definido e é usada em investigação quando houver necessidade.
Habeas corpus é um remédio rápido para contestar prisão ilegal ou abuso de poder.
Inquérito e denúncia
A polícia abre inquérito para colher provas, ouvir testemunhas e juntar documentos.
O Ministério Público analisa as provas e decide sobre apresentar denúncia ao juiz.
Se houver denúncia, inicia-se o processo criminal formal contra o investigado.
Medidas cautelares e recursos
Além da prisão, o juiz pode aplicar medidas como tornozeleira eletrônica ou afastamento cautelar.
Recursos e apelações podem ser apresentados às instâncias superiores conforme a lei processual.
Garantias processuais
Há presunção de inocência até prova final pelo sistema de Justiça.
Investigados têm direito ao contraditório, à ampla defesa e ao acesso às provas.
Advogados podem requerer perícias, provas e diligências para fortalecer a defesa técnica.
Como a população e as escolas podem acompanhar o caso
Unha e Carne gerou muita atenção e dúvidas entre pais e profissionais da educação.
Para acompanhar o caso, acesse portais oficiais e canais de transparência da Secretaria.
Esses portais mostram contratos, pagamentos, medições e relatórios de execução das obras.
Participação e denúncias
Pais e professores podem solicitar informações e participar de reuniões públicas locais.
Denúncias podem ser enviadas ao Ministério Público ou ao órgão de controle do município.
Fontes confiáveis
Prefira notícias de veículos confiáveis e comunicados oficiais da Polícia Federal e da Secretaria.
Use portais de transparência e sites como o www.gov.br para consultar documentos oficiais.
Como as escolas podem agir
Diretores devem informar pais sobre atrasos e medidas adotadas nas unidades escolares.
Conselhos escolares podem pedir auditorias e solicitar cópias de contratos e medições.
Documentação útil
Guarde comunicados, fotos das obras e recibos para facilitar eventuais denúncias ou recursos.
Se houver dúvidas legais, procure a defensoria pública ou um advogado para orientação.
Conclusão
A Operação Unha e Carne mira fraudes em contratações e desvios na educação pública. Foram cumpridos mandados, prisões e apreensões para coletar provas e rastrear valores. A força-tarefa busca asfixiar financeiramente o esquema e impedir nova corrupção imediata. As provas coletadas definirão desdobramentos judiciais e potenciais ressarcimentos futuros ao erário.
A sociedade deve acompanhar os passos pela transparência e exigir prestação de contas. Pais, professores e cidadãos têm canais para denunciar e pedir informações oficiais. Investigados mantêm direitos, como defesa e contraditório, até decisão final da Justiça. Acompanhar investigações ajuda a cobrar resultados e a proteger recursos públicos imediatamente.
FAQ – Operação Unha e Carne
O que é a Operação Unha e Carne?
É uma investigação da Polícia Federal sobre fraudes em contratos e obras na rede estadual do Rio.
Quantas prisões e buscas foram realizadas na quarta fase?
Foram cumpridas sete prisões e 23 medidas de busca e apreensão em várias cidades.
Como posso acompanhar o andamento da investigação?
Acompanhe comunicados da Polícia Federal, portais de transparência e o site www.gov.br para informações oficiais.
Quais direitos têm os investigados durante o processo?
Têm direito a advogado, ao silêncio, ao contraditório e à presunção de inocência até decisão final.
Como a operação afeta escolas, alunos e pais?
Obras e compras podem atrasar; pais e professores devem exigir transparência e informações da secretaria local.
Que tipos de provas foram apreendidas pelas equipes?
Foram recolhidos contratos, notas fiscais, celulares, computadores, extratos bancários e cópias forenses de dados.
Fonte: www.gov.br





