O curso da Academia Nacional de Polícia Judicial preparou a polícia judicial para a segurança nas Eleições 2026, com simulações práticas, APH (atendimento pré-hospitalar), mediação não violenta e protocolos de resposta a ameaças; o treinamento também aborda interoperabilidade com outras forças, proteção de juízes em locais de votação e atuação em instituições penais, além de reforçar a cadeia de custódia para garantir a integridade das urnas e aumentar a confiança institucional.
Polícia judicial inicia curso prático sobre segurança nas Eleições 2026 — já parou para pensar como se prepara quem protege tribunais e magistrados em dias de votação? Veja objetivos, técnicas e por que a formação é inédita.
Início do curso e local: Academia Nacional de Polícia Judicial (ANPJ)
A capacitação da polícia judicial começou na Academia Nacional de Polícia Judicial (ANPJ), com atividades práticas e teóricas.
Agentes e policiais judiciais de diferentes tribunais participam de módulos curtos e diretos.
O foco principal é preparar equipes para proteger tribunais, magistrados e locais de votação.
As aulas incluem simulações de conflito, controle de multidões e atendimento pré-hospitalar.
Instrutores experientes conduzem as sessões e orientam sobre procedimentos padronizados e seguros.
Estrutura e logística no local
A ANPJ conta com salas de aula, auditório e área externa para exercícios práticos.
Há equipamentos para simulações médicas, manequins e materiais para treino tático.
As ações seguem protocolos de segurança e logística para garantir treino realista e controlado.
O ambiente permite integrar teoria e prática sem comprometer a rotina operacional dos tribunais.
Objetivo da formação: segurança dos tribunais e das pessoas nas Eleições 2026
O objetivo da formação é reforçar a segurança dos tribunais e das pessoas nas Eleições 2026.
A capacitação mostra como prevenir conflitos e proteger candidatos, eleitores e servidores.
Os cursos ensinam atendimento rápido a feridos e primeiros socorros básicos (APH – Atendimento Pré-Hospitalar).
Também há treino em mediação, uso de força proporcional e técnicas de redução de risco.
Os protocolos visam proteger a integridade das urnas e o livre exercício do voto.
Procedimentos operacionais
A formação destaca procedimentos claros para controle de acessos e escoltas seguras.
Os exercícios simulam situações reais, para testar a resposta das equipes e a coordenação.
Há ênfase em documentação, cadeia de comando e registro de ocorrências em campo.
A ideia é preparar a polícia judicial para atuar com eficiência e respeito aos direitos.
Contexto: aumento de riscos e tensão social no período eleitoral
No período eleitoral, a polícia judicial enfrenta mais riscos e muita tensão social nas ruas.
Protestos e desinformação também aumentam, atingindo eleitores e autoridades locais.
Isso pede vigilância maior e ações preventivas bem coordenadas entre órgãos.
Treinamentos práticos ajudam a equipe a agir rápido e com segurança.
Principais riscos observados
- Agressões a magistrados e servidores, especialmente em eventos públicos e locais de votação.
- Ataques contra sedes de tribunais e ameaças à segurança do prédio e pessoal.
- Desinformação sobre urnas e resultados provoca protestos nas redes e nas praças.
- Conflitos entre grupos políticos ou torcidas podem ocorrer em frente a locais de votação.
- Interferências e tentativas de intimidação a eleitores ou mesários ameaçam o processo.
O monitoramento preventivo e a troca de informações entre órgãos melhoram a resposta no dia a dia.
A polícia judicial precisa ajustar escalas e recursos conforme previsão de risco e localidade.
Comunicação clara com a sociedade e transparência reduzem desconfiança e ajudam na pacificação.
Público-alvo: policiais judiciais, agentes e equipes de segurança
O curso é destinado a policiais judiciais, agentes e equipes de segurança.
Participam servidores de tribunais, assessores de segurança e policiais de plantão.
Também são convidados profissionais de apoio, como médicos e peritos.
Quem participa
- Policiais judiciais: responsáveis pela segurança de magistrados e prédios judiciais.
- Agentes de escolta: cuidam do deslocamento seguro de autoridades e provas.
- Equipes de perícia e emergência: fornecem suporte técnico e atendimento pré-hospitalar.
- Servidores de cartório e mesários: atuam na proteção de urnas e documentos.
Perfil e seleção
Os participantes precisam ter treinamento básico em segurança e experiência operacional.
A seleção considera aptidão física, conduta ética e conhecimento de protocolos.
Integração entre equipes
O curso reforça trabalho conjunto entre polícia judicial e outras forças de segurança.
Exercícios práticos simulam cenários reais para melhorar a coordenação e a resposta.
Benefícios para a atuação
Profissionais saem mais preparados para agir em dias de votação e eventos.
Haverá redução de erros, menos risco e respostas mais rápidas em campo.
Declaração da diretora Fernanda Portella sobre defesa da democracia
Polícia judicial age para proteger a democracia garantindo segurança nas eleições e nos tribunais.
A diretora Fernanda Portella disse que o curso reforça a defesa da democracia.
Ela ressaltou a importância do respeito às leis e à atuação imparcial dos agentes.
Segundo Portella, os treinamentos ajudam a prevenir conflitos e a proteger magistrados e eleitores.
Compromissos destacados
- Manter atuação neutra, sem favorecimento a partidos, candidatos ou grupos adversos em qualquer situação.
- Respeitar direitos e garantias individuais ao atuar em manifestações e locais de votação.
- Priorizar diálogo e mediação antes do uso de força, quando for possível e seguro.
Portella também destacou a cooperação com outros órgãos e a troca de informações operacionais.
O objetivo é agir com profissionalismo e proteger o livre exercício do voto.
Haverá avaliações regulares e ajustes contínuos conforme os cenários operacionais mudarem.
Ineditismo do curso: avaliação do idealizador Antônio Urani
O curso é considerado inédito pelo idealizador Antônio Urani, por sua abrangência prática.
Ele destaca a união entre teoria e simulações realistas para a polícia judicial.
Segundo Urani, a capacitação foca na proteção de tribunais e na segurança de pessoas.
A novidade está em integrar técnicas de mediação, atendimento e logística de escolta.
Diferenciais apontados por Urani
- Simulações reais que reproduzem cenários eleitorais e pressões de público.
- Treinamento em atendimento pré-hospitalar rápido, com manequins para prática.
- Práticas de mediação para reduzir conflitos sem uso desnecessário de força.
- Protocolos de escolta e proteção de autoridades, com ênfase em documentação.
Urani avaliou que exercícios práticos com cenários dinâmicos elevam a preparação das equipes.
Há previsão de avaliações contínuas e ajustes de protocolos conforme os desafios mudarem.
Ele vê o projeto como modelo a ser replicado em outras regiões do país.
O foco final é garantir atuação técnica, legal e respeitosa nas Eleições 2026.
Técnicas ensinadas: identificação de ameaças e mediação não violenta
As técnicas ensinadas ajudam a identificar ameaças e reduzir riscos em ambientes eleitorais.
Polícia judicial aprende a observar sinais, registrar fatos e comunicar com rapidez.
Os métodos são simples: olhar atento, avaliação rápida e registro objetivo em campo.
Identificação de ameaças
- Reconhecer sinais de radicalização, tensão entre grupos e atitudes agressivas no público.
- Verificar rotas de fuga, aglomerações e pontos que possam facilitar confrontos.
- Uso de câmeras e comunicação em tempo real para monitorar alterações no fluxo.
- Registro fotográfico e relatório objetivo para subsidiar a ação policial judicial.
Mediação não violenta
Mediação não violenta busca resolver conflitos sem recorrer à força física.
- Técnicas de diálogo, escuta ativa e contensão verbal para desescalar situações.
- Treino em linguagem corporal e postura para reduzir tensão entre os envolvidos.
- Uso de intermediadores treinados quando a situação exigir neutralidade e confiança.
A formação também explica o uso proporcional da força, sempre dentro da lei.
Exercícios práticos simulam confrontos e treinos de mediação em cenários realistas.
A comunicação entre equipes e com outros órgãos é reforçada durante todas as aulas.
Essas técnicas aumentam a segurança e preservam direitos dos cidadãos nas eleições.
Protocolos de resposta em casos de contato físico agressivo
Em casos de contato físico agressivo, os protocolos orientam ação segura e proporcional.
A polícia judicial aprende a priorizar proteção de civis e integridade física.
Escalonamento da força
- Avaliação inicial: identificar agressor, avaliar risco e proteger pessoas no local imediatamente.
- Ação verbal: usar comandos claros e firmes antes de contato físico diretamente.
- Técnicas de contenção física: usar técnicas treinadas para neutralizar sem ferir gravemente.
- Força proporcional significa responder com nível adequado ao risco apresentado, avaliado pelos líderes.
- Uso de algemas segue critérios legais e só é aplicado quando necessário.
Atendimento médico e registro
A prioridade é atender feridos e solicitar apoio médico imediatamente no local.
Procedimentos de APH (Atendimento Pré-Hospitalar) são aplicados por pessoal treinado localmente e habilitado.
Vítimas e envolvidos recebem acompanhamento até a chegada de equipe de saúde.
Comunicação e documentação
Todas as ações devem ser registradas em relatório operacional detalhado no evento.
Comunicação com a corregedoria e chefia assegura transparência e revisão posterior imediata.
Coordenação e comando
Haverá um líder de operação que coordena recursos e ações no local.
O líder decide escalonamento, solicita apoio e comunica superiores rapidamente quando necessário.
Treinamento e avaliação
Treino contínuo garante que protocolos sejam praticados e assimilados pelas equipes regularmente.
Avaliações pós-treino e simulações ajudam a ajustar procedimentos e corrigir falhas rapidamente.
Interoperabilidade com outras forças: abordagem do instrutor Anderson Ferreira
A abordagem do instrutor Anderson Ferreira prioriza a coordenação entre várias forças de segurança.
Ele explica o conceito de interoperabilidade de forma prática e sempre direta.
Interoperabilidade quer dizer trabalhar junto, compartilhar informações e atuar com comando único.
O foco é integrar a polícia judicial com polícias locais, federais e serviços de emergência.
Mecanismos de coordenação
- Criação de um centro de comando compartilhado para decisões rápidas e coordenadas.
- Troca segura de informações em tempo real por sistemas criptografados e padronizados.
- Procedimentos conjuntos de escolta, proteção e resposta a incidentes complexos e emergentes.
- Treinos integrados e simulações para ajustar rotinas e comunicação entre equipes em campo.
Anderson reforça os limites legais e o respeito à competência de cada órgão.
Coordenação não substitui a autoridade local; serve para otimizar a resposta conjunta.
Benefícios práticos
- Melhor sincronização entre equipes reduz tempo de resposta e evita conflitos operacionais.
- Troca de informações diminui riscos e aumenta a proteção de eleitores e magistrados.
- Recursos e inteligência compartilhados ampliam a cobertura e a eficiência das ações.
As aulas do instrutor incluem exercícios coordenados com polícias locais e defesa civil.
Feedbacks e análises pós-treino servem para ajustar rotinas, procedimentos e processos.
Há ênfase em manter contato com a comunidade e órgãos civis para melhorar a colaboração.
Proteção de juízes em escolas e locais de votação abertos
Polícia judicial atua para proteger juízes em escolas e locais de votação abertos.
A presença discreta busca garantir segurança sem intimidar eleitores ou servidores presentes.
Medidas preventivas
- Mapear pontos de risco e rotas de acesso antes do início da votação.
- Instalar pontos de observação e posicionar agentes em locais estratégicos e visíveis.
- Definir rotas seguras e planos de escolta para deslocamento de juízes em eventos.
- Manter comunicação constante com direção da escola e coordenação local da votação.
Escolta e logística
A escolta prioriza discrição, segurança e respeito à rotina escolar e eleitoral.
Planos incluem veículos adequados, horários combinados e pontos de apoio definidos antecipadamente.
Atuação em locais abertos
- Em praças e ruas, agentes mantêm distância segura e observam comportamentos suspeitos.
- Evitar concentrações desnecessárias perto de juízes reduz riscos e conflitos potenciais imediatos.
- Uso de barreiras móveis e rotas alternativas ajuda a controlar acessos pontuais.
Comunicação com a comunidade
Pessoas próximas precisam ser informadas sobre ações, horários e contatos de emergência.
Diálogo com diretores e mesários reduz mal-entendidos e facilita logística local rapidamente.
Treinamento e prática
Treinos simulam escoltas, deslocamentos e situações de tensão com público presente realista.
Prática melhora tomada de decisão sob pressão e reduz erros operacionais graves.
Atuação em instituições penais durante o pleito
A polícia judicial supervisiona ações em instituições penais para garantir voto seguro durante o pleito.
O objetivo é permitir o exercício do voto sem riscos para presos e funcionários.
As operações são planejadas em conjunto com a administração penitenciária e a Justiça Eleitoral.
Medidas operacionais
- Programar rotas seguras para transferir eleitores internos até o local de votação.
- Estabelecer escalas reduzidas e turnos alternados para evitar aglomeração e garantir vigilância efetiva.
- Garantir atendimento médico e medidas de saúde, seguindo protocolos adequados de biossegurança.
- Assegurar a integridade das urnas e a cadeia de custódia dos votos.
- Cadeia de custódia é o registro da movimentação dos votos, garantindo segurança legal.
- Manter registro fotográfico e relatórios operacionais para transparência e controle posterior.
Os agentes recebem treinamento específico para agir com neutralidade e respeito aos direitos humanos.
Veículos e escoltas são definidos conforme avaliação de risco e logística local.
Há comunicação constante com juízes eleitorais para alinhar horários e procedimentos operacionais.
Após o pleito, haverá análise e registro das ações para aprimorar protocolos futuros.
Atividades práticas: disparo seletivo em cenários de aglomeração
O treinamento prático inclui exercícios controlados sobre disparo seletivo em cenários de aglomeração.
O foco é avaliar risco e proteger civis em situações de tumulto.
O que é disparo seletivo
Disparo seletivo é o uso restrito da arma para neutralizar ameaça imediata.
Significa atirar apenas quando não houver alternativa segura e proporcional.
Metodologia do treino
As simulações usam atores e manequins para reproduzir situações reais de público.
Os agentes praticam mira, tomada de decisão e regressão do uso da força.
Também treinam a identificação de alvos e a avaliação de risco acelerada.
Alternativas e redução de danos
Há uso de opções não letais, como munição de impacto e técnicas de contenção.
O objetivo é reduzir ferimentos e preservar a integridade física de todos.
Segurança e legalidade
O treino reforça normas legais, proporcionalidade e registro de cada ação.
Após os exercícios, há análise de vídeo e revisão das decisões tomadas.
Integração e suporte médico
Equipes de APH ficam prontas para simular atendimento imediato aos feridos.
Esse suporte ajuda a treinar procedimentos médicos e a logística de evacuação.
Transparência e responsabilidade
Todos os registros servem para responsabilizar e aprimorar protocolos operacionais.
O treinamento visa eficácia da polícia judicial com respeito aos direitos humanos.
Atividades práticas: Atendimento Pré-Hospitalar (APH) e primeiros socorros
As atividades práticas incluem Atendimento Pré-Hospitalar (APH) e primeiros socorros básicos nas aulas.
APH significa atendimento emergencial antes da chegada ao hospital ou da ambulância.
Os exercícios treinam ações rápidas para manter vidas e reduzir o risco imediato.
Conteúdo do treinamento
- Controle de hemorragia: técnicas de compressão e curativo para estancar sangramentos rapidamente.
- RCP (ressuscitação cardiopulmonar): compressões e ventilações seguindo protocolo atualizado e seguro recomendado.
- Imobilização de fraturas: uso de talas e suportes para evitar agravamento de lesões.
- Desobstrução de vias aéreas: manobras simples para restaurar respiração e assegurar oxigenação.
- Avaliação primária rápida: checar via aérea, respiração e circulação em poucos segundos.
Equipamentos e materiais
Os instrutores usam kits de primeiros socorros, desfibriladores e manequins para prática.
O uso do desfibrilador externo automático (DEA) é demonstrado passo a passo pelos instrutores.
Integração com equipes médicas
O treinamento inclui coordenação com equipes de saúde e serviços de emergência locais.
Comunicação clara e encaminhamento correto reduzem o tempo até o atendimento hospitalar.
Simulações e avaliação
As simulações reproduzem cenários de massa e atendimentos em locais com grande público.
As ações são avaliadas por instrutores e revisadas com vídeo e feedback prático.
Objetivo operacional
Preparar policiais judiciais para atender feridos com segurança e respeito aos direitos.
O foco é salvar vidas, reduzir danos e manter a cena segura e organizada.
Depoimento de Marcelo Buarque sobre preparação para atuar em dias de votação
Marcelo Buarque destacou que a preparação aumenta a segurança e a confiança das equipes.
Ele disse que treinos práticos ajudam a tomar decisões rápidas em situações reais.
Buarque ressaltou o papel da polícia judicial e da integração com outras forças.
O curso inclui APH, mediação, registro de ocorrência e protocolos de escolta.
Ele reforçou que atuação deve ser neutra, legal e respeitar direitos humanos.
Simulações com feedback em vídeo ajudam a corrigir erros e melhorar rotinas.
Buarque afirmou que preparo reduz riscos e aumenta a proteção do eleitor.
Ele destacou compromisso com a democracia e com o livre exercício do voto.
Pontos principais do depoimento
- Preparação prática para decisões rápidas em campo e diante de imprevistos.
- Integração com polícias locais e serviços médicos para resposta coordenada e eficiente.
- Foco em neutralidade, respeito aos direitos e registro transparente das ações.
Impacto: integridade das urnas, livre exercício do voto e confiança institucional
Polícia judicial treinada reforça a integridade das urnas e a segurança do processo.
Ações bem feitas reduzem riscos de fraude e violação da cadeia de custódia.
Isso ajuda a garantir que cada voto seja contado corretamente no final do pleito.
Integridade das urnas
Protocolos de guarda e transporte protegem urnas e documentos durante todo o turno.
- Cadeia de custódia registra cada movimento da urna desde o local inicial.
- Selos, lacres e registro fotográfico dificultam manipulação indevida dos votos.
- Auditorias e conferências antes e depois confirmam a integridade dos resultados.
Livre exercício do voto
Presença de equipes treinadas garante o livre exercício do voto em ambiente seguro.
Proteção discreta evita intimidação e permite que eleitores exerçam seu direito livremente.
Rotinas de mediação ajudam a resolver conflitos sem interromper a votação em andamento.
Confiança institucional
A transparência nas ações eleva a confiança institucional do público nas instituições.
Relatórios claros e comunicação pública mostram como a polícia judicial atua e por quê.
Responsabilização e revisão de procedimentos garantem aprendizado e correção de falhas.
Transparência e registro
Registro detalhado em cadeia de custódia oferece prova em casos de contestação eleitoral.
Vídeos e relatórios ajudam na investigação e na revisão de operações realizadas.
Treinamento e responsabilidade
Treinos realistas e avaliação com vídeo melhoram a tomada de decisão das equipes.
Isso reduz erros operacionais e reforça a legitimidade das ações policiais durante o pleito.
Cooperação com a Justiça Eleitoral fortalece processos e procedimentos adotados nas eleições.
Conclusão
Em resumo, a polícia judicial recebeu uma formação prática focada na segurança eleitoral.
O curso combinou simulações, APH, mediação e protocolos operacionais para situações reais.
Isso visa proteger tribunais, magistrados e eleitores durante as Eleições 2026.
A atuação prevista busca garantir integridade das urnas e confiança institucional.
Treinos integrados e coordenação entre forças reduzem riscos e melhoram respostas em campo.
O respeito a direitos e a transparência nas ações aumentam a legitimidade do processo.
Manter formação e avaliação contínuas será essencial para enfrentar desafios futuros.
FAQ – Segurança eleitoral e formação da polícia judicial
Qual é o objetivo principal do curso?
Reforçar a segurança de tribunais, proteger pessoas e garantir a integridade das eleições.
Quem participa dessa formação?
Policiais judiciais, agentes de escolta, equipes de perícia e profissionais de apoio médico.
O que é APH e por que importa?
APH é atendimento pré-hospitalar. Serve para salvar vidas antes da chegada ao hospital.
O que significa mediação não violenta na prática?
São técnicas de diálogo e contenção verbal para reduzir conflitos sem uso de força.
Como se protege a integridade das urnas?
Com cadeia de custódia, lacres, registro fotográfico e auditorias antes e depois da votação.
Como funciona a interoperabilidade entre forças?
Compartilham informações, usam comando conjunto e fazem treinos integrados para resposta coordenada.
Fonte: www.cnj.jus.br





